<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573</id><updated>2011-12-15T00:53:54.671-02:00</updated><title type='text'>Biodiversidade   Biotecnologias   Biossegurança</title><subtitle type='html'>Este Blog foi originalmente criado para os eventos da COP-8 e MOP-3 realizados em março de 2005/Curitiba. Devido à importância de tais temas para a humanidade, a Revista Consciência.net continuará repassando informações relacionadas, incluindo comentários e matérias pertinentes.    Boa leitura! 

Editores responsáveis: Clarissa Taguchi, Paula Batista e Gustavo Barreto.   

Da revista Consciência.Net - www.consciencia.net</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>208</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4712118843793742022</id><published>2008-05-19T10:37:00.000-03:00</published><updated>2008-05-19T10:38:38.767-03:00</updated><title type='text'>Ritmo de extinção de espécies de animais é dez mil vezes maior que o natural</title><content type='html'>&lt;p&gt;Extermínio sem precedentes - O número de animais da Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana. Os dados estão no “Índice do Planeta Vivo”, produzido pela Sociedade Zoológica de Londres e as organizações ambientalistas WWF e Global Footprint Network. Do &lt;strong&gt;O Globo&lt;/strong&gt;, 16/05/2008.&lt;span id="more-1409"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 90% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Polêmica na conferência da ONU&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o “Índice do Planeta Vivo”, as espécies terrestres tiveram um declínio de 25%, as marinhas de 28% e as de água doce, 29%. As aves marinhas tiveram uma taxa particularmente alta de extinção: as populações de numerosas espécies declinaram 30% desde meados dos anos 90.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Essa taxa não tem precedentes na história da Humanidade. Em termos da expectativa de vida do ser humano, pode parecer que as coisas não estão acontecendo tão depressa. Mas, 35 anos, em termos de história do planeta, que tem 4,5 bilhões de anos, é muito depressa — disse o editor do relatório Jonathan Loh.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relatório será discutido e deve causar polêmica durante a IX Conferência das Partes da Convenção de Biodiversidade das Nações Unidas, que começa segunda-feira, em Bonn, na Alemanha. E ambientalistas dizem que os números enfraquecerão qualquer discurso de autoridade prometendo fazer “significativas” reduções na perda de biodiversidade até 2010, uma meta acordada pela convenção da ONU.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os autores do relatório dizem que a falta de ação global já tornou tal meta totalmente inviável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;— Nenhuma das promessas de governos foi transformada em ação. É condenável que os governos dos países signatários da convenção não sejam capazes de cumprir as metas que eles mesmos estabeleceram — destacou Loh.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relatório acompanhou 4.000 espécies de animais por 35 anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Ben Collen, um dos autores do estudo, o papel da ação humana é claro: — A população mundial dobrou entre 1960 e 2000. Durante esse mesmo período, as populações de animais declinaram cerca de 30%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Está além de qualquer dúvida que esse declínio foi causado pelos seres humanos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O estudo lista cinco razões para o declínio de espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de hábitats de animais, invasão de espécies exóticas e superexploração de espécies.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de hábitat e poluição, todas ligadas ao homem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A perda de biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4712118843793742022?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4712118843793742022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4712118843793742022&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4712118843793742022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4712118843793742022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/05/ritmo-de-extino-de-espcies-de-animais.html' title='Ritmo de extinção de espécies de animais é dez mil vezes maior que o natural'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-499308279183265883</id><published>2008-05-19T10:35:00.000-03:00</published><updated>2008-05-19T10:36:40.531-03:00</updated><title type='text'>De quem é a Amazônia, afinal, pergunta NY Times</title><content type='html'>&lt;div class="postinfo"&gt;&lt;h5&gt;Maio 19, 2008&lt;/h5&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;p&gt;Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano The New York Times afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil. Matéria da &lt;strong&gt;BBC Brasil&lt;/strong&gt;, 18 de maio, 2008 - 11h01 GMT (08h01 Brasília).&lt;span id="more-1418"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No texto intitulado “De quem é esta floresta amazônica, afinal?”, assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que “um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que “ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)”, diz o jornal. “Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acesso restrito&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços (do presidente Lula) de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais – um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo”, afirma a reportagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O jornal diz que “visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Leia o &lt;a href="http://www.nytimes.com/2008/05/18/weekinreview/18barrionuevo.html?ref=todayspaper"&gt;artigo&lt;/a&gt; sobre a Amazônia no site do ‘NY Times’ (em inglês)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-499308279183265883?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/499308279183265883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=499308279183265883&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/499308279183265883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/499308279183265883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/05/de-quem-amaznia-afinal-pergunta-ny.html' title='De quem é a Amazônia, afinal, pergunta NY Times'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6385336045418048325</id><published>2008-04-06T08:32:00.000-03:00</published><updated>2008-04-06T08:35:23.444-03:00</updated><title type='text'>Energia da glicerina</title><content type='html'>04/04/2008&lt;br /&gt;Por Thiago Romero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) identificou bactérias que degradam a glicerina para sua transformação em biogás. O trabalho utiliza o resíduo bruto da glicerina gerado pela produção de biodiesel que, por não poder ser vendido como matéria-prima para indústrias como a de cosméticos, acaba sendo descartado em aterros industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a coordenadora do estudo, Maria de Los Angeles Palha, professora do Departamento de Engenharia Química da UFPE, o biogás é produzido quando um aglomerado bacteriano, presente no esterco bovino e composto por várias espécies de microrganismos, é colocado em contato com a glicerina bruta em equipamentos biodigestores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O biogás gerado é o metano, que pode ser utilizado como combustível para a produção de energia elétrica. A partir de bactérias existentes nos dejetos do gado, o processo de biodigestão faz com que a biomassa seja fermentada, em diferentes etapas, para a obtenção do biogás”, disse a pesquisadora à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os microrganismos se alimentam dos nutrientes do esterco, que é colocado em contato com a glicerina líquida, para transformá-la em metano por meio de reações bioquímicas”, disse Maria, que é coordenadora do curso de engenharia química da UFPE. A reação química ocorre na ausência do oxigênio, uma vez que as bactérias empregadas são anaeróbias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que para cada litro de biodiesel produzido sejam descartados, aproximadamente, 300 mililitros de glicerina. A preocupação dos pesquisadores é com o aumento dessa quantidade de rejeito depois que o país adotar a adição de 5% de biodiesel ao diesel, prevista para ocorrer em 2013. Com isso, poderá haver mais glicerina do que as indústrias são capazes de utilizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já a partir de julho as indústrias deverão começar a adicionar 3% de biodiesel ao diesel, o chamado B3. O excedente de glicerina bruta no mercado, por conta da maior produção nacional do biocombustível, leva a investir em tecnologias dessa natureza, levando em conta as concentrações ótimas de todas as substâncias envolvidas no processo”, afirmou Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do biodiesel produzido a partir de oleaginosas, outras pesquisas indicam a possibilidade de produzi-lo a partir de óleos que sobram em cozinhas industriais, por exemplo. “Nesse caso, a glicerina resultante não é nobre, como a utilizada pela indústria de cosméticos e fármacos. E o foco de nosso trabalho é justamente esse subproduto mais bruto, que polui o meio ambiente quando descartado incorretamente”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a identificação do consórcio de bactérias que degrada a glicerina, o próximo passo do estudo é analisar a relação entre os teores de glicerina e esterco empregados no processo de biodigestão com a quantidade e a qualidade do gás metano gerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos estudando as concentrações ideais para estabelecer parâmetros de produção do biogás em larga escala. Os primeiros resultados dessa linha de pesquisa devem ser divulgados em meados de 2009”, disse Maria de Los Angeles Palha. O estudo conta com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6385336045418048325?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6385336045418048325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6385336045418048325&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6385336045418048325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6385336045418048325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/04/energia-da-glicerina.html' title='Energia da glicerina'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3248051484592800913</id><published>2008-04-04T09:12:00.000-03:00</published><updated>2008-04-04T09:13:33.592-03:00</updated><title type='text'>Cristina denuncia o cultivo da soja</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=12910"&gt;Unisinos.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com centenas de estradas bloqueadas em todo o país, um desabastecimento massivo de carne e de leite nas cidades e uma queda sem precedentes do kirchnerismo nas pesquisas de popularidade – algumas lhe dão 23% - a presidenta argentina, &lt;strong&gt;Cristina Kirchner&lt;/strong&gt;, afirmou na madrugada de hoje que os culpados pela crise vivida pelo país, há 19 dias, são os grandes produtores de soja.  A notícia é do jornal &lt;strong&gt;El País&lt;/strong&gt; e é destaque de primeira página nos jornais &lt;strong&gt;Clarín&lt;/strong&gt; e&lt;strong&gt; Página/12&lt;/strong&gt;, 01-04-2008.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cristina&lt;/strong&gt; não pediu o fim da greve mas o fim dos bloqueios. O governo anunciou subsídios para os pequenos produtores. Ela apelou para a aplicação da “justiça social” para manter a alta das retenções das exportações o que desencadeou o conflito e acusou que há interesses ocultos na rebelião do campo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acompanhada do jovem ministro da Economia, &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=10720" target="_blank"&gt;Martín Lousteau&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, ela denunciou que se corre o risco de que a maior parte da cultura nacional seja hegemonizada pela soja. Uma produção cuja exportação chega a 95% e que provoca um grave dano ecológico pois destrói as matas e que “não pertence à tradição nem aos gostos alimentares dos argentinos”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes da presidenta, &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=10721" target="_blank"&gt;Lousteau&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; fez a mesma denúncia ao advertir que a a soja (cujo preço internacional disparou) ameaça transformar a atividade agropecuária do país. “No longo prazo teremos menos leite, menos carne, menos trigo e tudo mais caro”.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3248051484592800913?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3248051484592800913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3248051484592800913&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3248051484592800913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3248051484592800913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/04/cristina-denuncia-o-cultivo-da-soja.html' title='Cristina denuncia o cultivo da soja'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-329592475070851191</id><published>2008-03-27T00:39:00.000-03:00</published><updated>2008-03-27T00:41:13.892-03:00</updated><title type='text'>O Mundo segundo a Monsanto.</title><content type='html'>Livro revela o lado obscuro da transnacional&lt;br /&gt;Via EcoDebate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Tal hegemonia coloca a multinacional norte-americana no centro do debate sobre os benefícios e os riscos do uso de grãos geneticamente modificados. Para os defensores da manipulação dos genes, a Monsanto representa o futuro promissor da "revolução verde". Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem é de Christina Palmeira e publicada pela revista Carta Capital, 20/03/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse último grupo acaba de ganhar um reforço a seus argumentos. Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos. Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, a China e o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marie-Monique Robin, renomada jornalista investigativa com 25 anos de experiência, traz depoimentos inéditos de cientistas, políticos e advogados. A obra esmiúça as relações políticas da multinacional com o governo democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repórter, filha de agricultores, viajou à Grã-Bretanha, Índia, México, Paraguai, Vietnã, Noruega e Itália para fazer as entrevistas. Antes, fez um profundo levantamento na internet e baseou sua investigação em documentos on-line para evitar possíveis processos movidos pela Monsanto. A empresa não deu entrevista à jornalista, mas, há poucas semanas, durante uma apresentação em Paris de outro documentário de Robin, uma funcionária da multinacional apareceu e avisou que a companhia seguia seus passos. Detalhe: a sede da Monsanto fica em Lyon, distante 465 quilômetros da capital francesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurada por CartaCapital, a Monsanto recusou-se a comentar as acusações no livro. Uma assessora sugeriu uma visita ao site da Associação Francesa de Informação Científica, onde há artigos de cientistas com críticas ao livro de Robin. A revista, devidamente autorizada pelo autor, reproduz na página 11 trechos do artigo de um desses cientistas, Marcel Kuntz, diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica de Grenoble.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje, mostra o livro, que herbicidas da Monsanto causam problemas ambientais e sociais. Robin narra a história de um processo movido por moradores da pequena Anniston, no Sul dos EUA, contra a multinacional, dona de uma fábrica de PCB fechada em 1971. Conhecida no Brasil como Ascarel, a substância tóxica era usada na fabricação de transformadores e entrava na composição da tinta usada na pintura dos cascos das embarcações. Aqui foi proibida em 1981.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Monsanto, relata a repórter, sabia dos efeitos perversos do produto desde 1937. Mas manteve a fábrica em funcionamento por mais 34 anos. Em 2002, após sete anos de briga, os moradores de Anniston ganharam uma indenização de 700 milhões de dólares. Na cidade, com menos de 20 mil habitantes, foram registrados 450 casos de crianças com uma doença motora cerebral, além de dezenas de mortes provocadas pela contaminação com o PCB. Há 42 anos, a própria Monsanto realizou um estudo com a água de Anniston: os peixes morreram em três minutos cuspindo sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robin alerta que os tentáculos da Monsanto atingem até a Casa Branca. A influência remonta aos tempos da Segunda Guerra Mundial e ao período da chamada Guerra Fria. Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa do governo Bush júnior, dirigiu a divisão farmacêutica da companhia. A multinacional manteve ainda uma parceria com os militares. Em 1942, o diretor Charles Thomas e a empresa ingressaram no Projeto Manhattan, que resultou na produção da bomba atômica. O executivo encerrou a carreira na presidência da Monsanto (1951-1960).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Guerra do Vietnã (1959-1975), a empresa fornecia o agente laranja, cujos efeitos duram até hoje. A jornalista visitou o Museu dos Horrores da Dioxina, em Ho Chi Minh (antiga Saigon), onde se podem ver os efeitos do produto sobre fetos e recém-nascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Gibson, vice-presidente da associação dos veteranos norte-americanos da Guerra do Vietnã, falou à autora dos efeitos do agente laranja: "Um dia, estava lavando os pés e um pedaço de osso ficou na minha mão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte do trabalho de Robin é dedicada a narrar as pressões sofridas por pesquisadores e funcionários de órgãos públicos que decidiram denunciar os efeitos dos produtos da empresa. É o exemplo de Cate Jenkis, química da EPA, a agência ambiental dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1990, Jenkis fez um relatório sobre os efeitos da dioxina, o que lhe valeu a transferência para um posto burocrático. Graças à denúncia da pesquisadora, a lei americana mudou e passou a conceder auxílio a ex-combatentes do Vietnã. Após longa batalha judicial, Jenkis foi reintegrada ao antigo posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também o relato de Richard Burroughs, funcionário da FDA encarregado de avaliar o hormônio de crescimento bovino da Monsanto. Burroughs diz ter comprovado os efeitos nocivos do hormônio para a saúde de homens e animais e constatou que, com o gado debilitado, os pecuaristas usavam altas doses de antibióticos. Resultado: o leite acabava contaminado. Burroughs, conta a jornalista, foi demitido. Mas um estudo recente revela que a taxa de câncer no seio entre as norte-americanas com mais de 50 anos cresceu 55,3% entre 1994, ano do lançamento do hormônio nos Estados Unidos, e 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Robin, a liberação das sementes transgênicas nos Estados Unidos foi resultado do forte lobby da empresa na Casa Branca, principalmente durante o governo Clinton. Uma das "coincidências": quem elaborou, na FDA, a regulamentação dos grãos geneticamente modificados foi Michael Taylor, que nos anos 90 fora um dos vice-presidentes da Monsanto..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repórter se detém sobre o "princípio da equivalência em substância", conceito fundamental para regulamentação dos transgênicos em todo o mundo. A fórmula estabelece que os componentes dos alimentos de uma planta transgênica serão os mesmos ou similares aos encontrados nos alimentos "convencionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robin encontrou-se com Dan Glickman, que foi secretário de Estado da Agricultura do governo Clinton, responsável pela autorização dos transgênicos nos EUA. Glickman confessou, em 2006, ter mudado de posição e admitiu ter sido pressionado após sugerir que as companhias realizassem testes suplementares sobre os transgênicos. As críticas vieram dos colegas da área de comércio exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve pressões, segundo o livro, também no Reino Unido. O cientista Arpad Pusztai, funcionário do Instituto Rowett, um dos mais renomados da Grã-Bretanha, teria sido punido após divulgar resultados controversos sobre alimentos transgênicos. Em 1998, Pusztai deu uma entrevista à rede de tevê BBC. Perguntado se comeria batatas transgênicas, disparou: "Não. Como um cientista que trabalha ativamente neste setor, considero que não é justo tomar os cidadãos britânicos por cobaias". Após a entrevista, o contrato de Pusztai foi suspenso, sua equipe dissolvida, os documentos e computadores confiscados. Pusztai também foi proibido de falar com a imprensa. No artigo reproduzido à página 11, Kuntz afirma que o cientista perdeu o emprego por não apresentar resultados consistentes que embasassem as declarações à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pusztai afirma que só compreendeu a situação, em 1999, ao saber que assessores do governo britânico haviam ligado para a direção do instituto no dia da sua demissão. Em 2003, Robert Orsko, ex-integrante do Instituto Rowett, teria confirmado que a "Monsanto tinha ligado para Bill Clinton, que, em seguida, ligou para Tony Blair". E assim o cientista perdeu o emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas viagens por países emergentes, Robin colheu histórias de falta de controle no plantio de transgênicos e prejuízos a pequenos agricultores. No México, na Argentina e no Brasil, plantações de soja e milho convencionais acabaram contaminadas por transgênicos, o que forçou, como no caso brasileiro, a liberação do uso das sementes da Monsanto (que fatura com os royalties).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a jornalista, o uso da soja Roundup Ready (RR), muito utilizada no Brasil e na Argentina, acrescenta outro ganho à Monsanto, ao provocar o aumento do uso do herbicida Roundup. Na era pré-RR, a Argentina consumia 1 milhão de litros de glifosato, volume que saltou para 150 milhões em 2005. De lá para cá, a empresa suprimiu os descontos na comercialização do pesticida, aumentando seus lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos ícones do drama social dos transgênicos, diz o livro, é a Índia. Entre junho de 2005 (data da introdução do algodão transgênico Bt no estado indiano de Maharashtra) e dezembro de 2006, 1.280 agricultores se mataram. Um suicídio a cada oito horas. A maioria por não conseguir bancar os custos com o plantio de grãos geneticamente modificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robin relata a tragédia desses agricultores, que, durante séculos, semearam seus campos e agora se vêm às voltas com a compra de sementes, adubos e pesticidas, num círculo vicioso que termina em muitos casos na ingestão de um frasco de Roundup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jornalista descreve ainda o que diz ser o poder da Monsanto sobre a mídia internacional. Cita, entre outros, os casos dos jornalistas norte-americanos Jane Akre e Steve Wilson, duramente sancionados por terem realizado, em 1996, um documentário sobre o hormônio do crescimento. No país da democracia, a dupla se transformou em símbolo da censura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas, conta o livro, são freqüentemente "cooptados" pela gigante norte-americana. Entre os "vendidos" está o renomado cancerologista Richard Doll, reconhecido por trabalhos que auxiliaram no combate à indústria do tabaco. Doll faleceu em 2005. No ano seguinte, o jornal britânico The Guardian revelou que durante 20 anos o pesquisador trabalhou para a Monsanto. Sua tarefa, com remuneração diária de 1,5 mil dólares, era a de redigir artigos provando que o meio ambiente tem uma função limitada na progressão das doenças. Foi um intenso arquiteto do "mundo mágico" da Monsanto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-329592475070851191?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/329592475070851191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=329592475070851191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/329592475070851191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/329592475070851191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/03/o-mundo-segundo-monsanto.html' title='O Mundo segundo a Monsanto.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8264010880376744391</id><published>2008-03-24T10:46:00.000-03:00</published><updated>2008-03-24T10:47:35.832-03:00</updated><title type='text'>Pela Lei da Biossegurança</title><content type='html'>14/02/2008&lt;br /&gt;Agência FAPESP – O presidente da FAPESP, Celso Lafer, enviou no dia 11 de fevereiro ofício à ministra Ellen Gracie, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito da autorização legal para a realização de pesquisas com células-tronco embrionárias. O texto foi encaminhado também a todos os demais ministros do STF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entende a FAPESP que o tratamento e os controles dados à matéria pela Lei de Biossegurança – Lei n. 11.105/05 – conciliam adequadamente os valores envolvidos, possibilitando os avanços da ciência em defesa da vida e o respeito aos padrões éticos de nossa sociedade”, destacou Lafer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Fundação reiterou a “confiança no prudente julgamento desse Tribunal, em defesa dos valores acolhidos em nossa Constituição e da aplicação do Direito segundo os critérios e conceitos próprios de uma ética laica da ciência e do Estado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O STF marcou para 5 de março o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o uso de células-tronco embrionárias humanas em pesquisas científicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas foram aprovadas em março de 2005, com a Lei da Biossegurança, que permite o uso de embriões congelados em clínicas de fertilização há mais de três anos. Mas a lei foi questionada pelo então procurador-geral da República, Cláudio Fontelles, dois meses após a aprovação pelo Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A íntegra do ofício enviado ao STF:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Of. 14/2008/DP&lt;br /&gt;CL/FDMA/est&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 11 de fevereiro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhora Presidente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP, em seus mais de 45 anos de existência, tem atuado como uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do País, tendo seu nome associado a inúmeros projetos de repercussão nacional e internacional, sempre visando ao avanço do conhecimento e à melhoria da qualidade de vida dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, a FAPESP, que já acompanhara a tramitação do então projeto de Lei de Biossegurança, manifestando-se na ocasião pela sua aprovação legislativa, vem agora acompanhando com especial atenção a discussão judicial, perante o Supremo Tribunal Federal, a respeito da autorização legal para a realização de pesquisas com células-tronco embrionárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende a FAPESP que o tratamento e os controles dados à matéria pela Lei de Biossegurança – Lei n. 11.105/05 – conciliam adequadamente os valores envolvidos, possibilitando os avanços da ciência em defesa da vida e o respeito aos padrões éticos de nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reitera, portanto, a FAPESP sua confiança no prudente julgamento desse Tribunal, em defesa dos valores acolhidos em nossa Constituição e da aplicação do Direito segundo os critérios e conceitos próprios de uma ética laica da ciência e do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para apresentar as manifestações de consideração e respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Lafer&lt;br /&gt;Presidente da FAPESP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8264010880376744391?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8264010880376744391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8264010880376744391&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8264010880376744391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8264010880376744391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/03/pela-lei-da-biossegurana.html' title='Pela Lei da Biossegurança'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2680900796590925838</id><published>2008-03-20T00:35:00.001-03:00</published><updated>2008-03-20T00:37:17.615-03:00</updated><title type='text'>Algodão convencional mostra melhores resultados</title><content type='html'>Agencia &lt;a href="http://www.agenciachasque.com.br/boletinsdiarios2.php?iddata=6dbe17ddf72724729d20ae79d2fed1f1"&gt;Chasque&lt;/a&gt;.&lt;span class="texto"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, realizaram pesquisas com sementes de algodão convencionais e transgênicas e concluíram que as híbridas obtiveram melhor resultado do que as geneticamente modificadas./ Eles compararam diversas variedades, incluindo algodão não transgênico e algodão geneticamente modificado para tolerar a aplicação de herbicidas ou para produzir seu próprio inseticida./ As convencionais proporcionaram maiores produções e lucros do que variedades transgênicas como a RR da Monsanto, tolerante ao herbicida Roundup./ Segundo os pesquisadores norte-americanos, os resultados mostram que os agricultores podem lucrar mais com cultivos de algodão convencionais, ao mesmo tempo em que evitam as incertezas da engenharia genética.///&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2680900796590925838?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2680900796590925838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2680900796590925838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2680900796590925838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2680900796590925838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/03/algodo-convencional-mostra-melhores.html' title='Algodão convencional mostra melhores resultados'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8713819951104021911</id><published>2008-01-23T11:37:00.000-02:00</published><updated>2008-01-23T11:38:25.950-02:00</updated><title type='text'>Empresas fecham contratos sob regras da Lei da Biodiversidade</title><content type='html'>Luiza de Carvalho, de São Paulo para Valor&lt;br /&gt;23/01/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que lentamente, as empresas começam a se adequar à chamada Lei da Biodiversidade - a Medida Provisória nº 2.186, de 2001 -, que impôs uma série de condições para o acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional de comunidades nativas brasileiras. A Natura é a empresa pioneira no campo e já possui oito contratos de repartições de benefícios estabelecidos com comunidades detentoras desses conhecimentos e três processos de acesso ao conhecimento tradicional em trâmite no Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen) do Ministério do Meio Ambiente. Já para as empresas de menor porte, que não têm condições de arcar com os custos de negociações deste tipo, a saída são as instituições fornecedoras - empresas que estabelecem contratos com as comunidades nativas em troca da matéria-prima e vendem os produtos naturais para as indústrias farmacêuticas e de cosméticos. É o caso da multinacional Croda do Brasil e da empresa brasileira Beraca, que estão adequando contratos pré-existentes à legislação.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="470"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;Uma das principais mudanças estabelecidas pela Medida Provisória nº 2.186 foi a própria criação do Cgen, órgão responsável por analisar todas as solicitações de acesso ao patrimônio genético (o isolamento da propriedade funcional de uma matéria-prima) e ao conhecimento tradicional (a obtenção de informação sobre a matéria-prima) brasileiros e gerenciar os contratos de repartição de benefícios com as comunidades. Hoje há em trâmite no órgão 70 processos que pleiteiam o acesso a componentes do patrimônio genético, 13 pedidos de acesso ao conhecimento tradicional e 14 tentativas de autorização envolvendo ambos. De acordo com dados disponibilizados no site do Cgen, das 46 autorizações de acesso concedidas até agora, 27 envolvem o conhecimento tradicional - todas, no entanto, concedidas a universidades e museus para fins de pesquisa científica. &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="470"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;Há uma série de procedimentos exigidos pelo Cgen para se obter a autorização - por exemplo, a comprovação da titularidade das áreas que se pretende acessar e um projeto detalhando as etapas e resultados esperados a partir da amostra. No entanto, para se obter todos os documentos exigidos, é preciso fazer um trabalho intenso junto às populações locais, o que envolve profissionais como antropólogos, advogados e tradutores. Ao que se sabe, o primeiro relacionamento de uma empresa com as comunidades em conformidade com a medida provisória no que se refere ao patrimônio genético ocorreu em 2001, quando a Natura iniciou as negociações com uma comunidade do Amapá para que esta permitisse o acesso a um ativo chamado breu branco - foram cinco anos de trabalho até a autorização sair, em 2005. Desde então, a empresa firmou outros sete contratos de repartição de benefícios, envolvendo, por exemplo, o acesso ao cupuaçú em uma comunidade de Roraima e a um extrato aromático de erva-mate no Rio Grande do Sul. &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="470"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;Já o acesso ao conhecimento tradicional é feito de forma mais cautelosa - os três processos da Natura em tramitação no Cgen são os únicos envolvendo empresas no país. Em um deles a empresa negociou com erveiras de Belém do Pará a manipulação de ervas que contêm essências aromáticas. Os outros dois casos envolvem uma comunidade de quebradeiras de coco no Maranhão e uma associação de Nova Califórnia, em Rondônia, para o preparo do óleo de cumaru. Segundo Paulo Lalli, vice-presidente de operações e logística da Natura, em muitos casos a remuneração às comunidades não fica apenas em uma parte do lucro da venda do produto que contém a substância acessada, mas também envolve a criação de fundos de desenvolvimento sustentável. &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Apesar do baixo número de contratos regulados pela medida provisória até agora, uma forma alternativa de acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional tem ocorrido por meio de empresas fornecedoras de insumos que estabelecem relacionamentos com as comunidades e transformam os componentes genéticos em produtos naturais prontos para serem vendidos a indústrias de cosméticos e farmacêuticas. Um exemplo disso é a multinacional inglesa Croda do Brasil, que antes mesmo da atual legislação tem contratos com comunidades que fornecem buriti, andiroba e cupuaçú. "Estamos em fase de adequação desses contratos à medida vigente", diz Sérgio Gonçalves, gerente de marketing da empresa. A fornecedora brasileira Beraca também tem contratos com as comunidades anteriores a 2001 e acessa o conhecimento tradicional referente ao uso do buriti, murumuru, açaí e andiroba. Segundo Lívia Sabará, assessora jurídica da empresa, a Beraca capacita profissionalmente uma comunidade de mulheres "andirobeiras" da Ilha de Marajó.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8713819951104021911?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8713819951104021911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8713819951104021911&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8713819951104021911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8713819951104021911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/01/empresas-fecham-contratos-sob-regras-da.html' title='Empresas fecham contratos sob regras da Lei da Biodiversidade'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3796033605258793884</id><published>2008-01-03T11:45:00.001-02:00</published><updated>2008-01-03T11:45:44.647-02:00</updated><title type='text'>Estudo da Bioética</title><content type='html'>A &lt;strong&gt;Universidade de Brasília&lt;/strong&gt; (UnB) é a primeira instituição pública de ensino superior da América do Sul a oferecer uma pósgraduação completa em Bioética mestrado e doutorado, além da especialização que já existe desde 1998. A aprovação dos cursos de mestrado e doutorado foi dada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa proposta é fazer um programa voltado para a moral do Brasil. A dos Estados Unidos é diferente da nossa e não devemos importá-la, mas sim construir uma própria , afirmou o professor e coordenador da Cátedra Unesco de Bioética da UnB, Volnei Garrafa. Bioética é o estudo transdisciplinar entre biologia, medicina e filosofia, que investiga todas as condições necessárias para uma administração responsável da vida humana (em geral) e da pessoa (em particular).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3796033605258793884?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.secom.unb.br/unbcliping2/cpmod.php?id=4788' title='Estudo da Bioética'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3796033605258793884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3796033605258793884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3796033605258793884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3796033605258793884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2008/01/estudo-da-biotica.html' title='Estudo da Bioética'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1484718023047271912</id><published>2007-12-18T09:23:00.000-02:00</published><updated>2008-12-08T20:25:30.479-02:00</updated><title type='text'>13ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-13), na Indonésia, discute mudanças climáticas e medidas para reduzir os danos ambientais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/coberturas-tematicas/2007/12/04/cobertura_tematica.2007-12-04.0042912494/view"&gt;Mais aqui:&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R2euBDlHkWI/AAAAAAAAAeo/V5BY8ZpSsJI/s1600-h/logo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R2euBDlHkWI/AAAAAAAAAeo/V5BY8ZpSsJI/s400/logo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145272432458174818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1484718023047271912?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1484718023047271912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1484718023047271912&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1484718023047271912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1484718023047271912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/12/13-conferncia-das-partes-sobre-o-clima.html' title='13ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-13), na Indonésia, discute mudanças climáticas e medidas para reduzir os danos ambientais'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R2euBDlHkWI/AAAAAAAAAeo/V5BY8ZpSsJI/s72-c/logo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4995279682266913830</id><published>2007-12-18T09:21:00.000-02:00</published><updated>2007-12-18T09:22:31.491-02:00</updated><title type='text'>Reunião em busca de acordo entre países deve avançar na madrugada</title><content type='html'>Luana Lourenço&lt;br /&gt;Enviada especial Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bali (Indonésia) - Depois de um dia de indefinição e reuniões a portas fechadas, o resultado das negociações da 13ª Conferência das Partes (COP) sobre o Clima ainda não está definido. São quase 22 horas em Bali, e a reunião, que tinha término previsto para hoje (14), deve avançar pela madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não podemos sair daqui sem acordo. Só não se sabe quando será alcançado", avaliou o secretário executivo da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática, Yvo de Boer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o embaixador Everton Vargas, subsecretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, a perspectiva é que um documento seja levado aos ministros até meia-noite e que a plenária para aprovação do texto final da conferência seja convocada para o período da manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impasse principal está na inclusão de uma referência ao estabelecimento de novas metas de redução de emissões para os países desenvolvidos no chamado Mapa do Caminho. A União Européia lidera uma pressão para que o texto mencione cortes de 25% a 40% até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos, que na madrugada de hoje chegaram a sugerir apenas uma referência a compromissos voluntários para todos os países, dizem que definir metas em Bali significaria um "pré-julgamento" das negociações do acordo global que sucederá o Protocolo de Quioto e que deverão começar em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da COP, o ministro do Meio Ambiente da Indonésia, Rachamat Witolear, reuniu um grupo de 15 países para resolver o impasse. O Brasil participa do grupo, presidido por Argentina e Nova Zelândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da reunião, que já dura mais de oito horas, deverá sair o documento que será submetido a votação na plenária final da COP e se tornará o Mapa do Caminho, espécie de roteiro para as negociações nos próximos dois anos. Nesse período os países vão decidir sobre o regime de mudanças climáticas que sucederá o Protocolo de Quioto após 2012, quando expira o primeiro período de compromisso do acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria foi alterada para acréscimo de informação (a fala de Everton Vargas)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4995279682266913830?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4995279682266913830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4995279682266913830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4995279682266913830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4995279682266913830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/12/reunio-em-busca-de-acordo-entre-pases.html' title='Reunião em busca de acordo entre países deve avançar na madrugada'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-714224437284466432</id><published>2007-12-18T09:17:00.001-02:00</published><updated>2007-12-18T09:17:36.740-02:00</updated><title type='text'>Criticado processo de lei sobre recursos genéticos</title><content type='html'>RIO DE JANEIRO, 10 de dezembro (Terramérica).- A consulta pública sobre um projeto de lei de recursos genéticos no Brasil apenas admite comentários por carta ou Internet, o que impede a participação de muitas comunidades tradicionais, donas de conhecimentos que utilizam a biodiversidade, criticam movimentos sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ficamos sabendo da proposta um dia antes de o governo a submeter à consulta”, que termina em 28 de fevereiro, disse ao Terramérica o ativista Gabriel Fernandes, da campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações que participam da iniciativa recordam que vários tratados internacionais adotados pelo Brasil – como a Convenção sobre a Diversidade Biológica – obrigam o governo a consultar os povos indígenas e tradicionais e os agricultores familiares antes de formular políticas públicas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-714224437284466432?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/714224437284466432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=714224437284466432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/714224437284466432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/714224437284466432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/12/criticado-processo-de-lei-sobre.html' title='Criticado processo de lei sobre recursos genéticos'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4816115273990088218</id><published>2007-11-26T08:35:00.000-02:00</published><updated>2007-11-26T08:36:07.447-02:00</updated><title type='text'>Biodiversidade interna</title><content type='html'>26/11/2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Alceu Luís Castilho, de Brasília, e Fábio de Castro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=8069"&gt;Agência FAPESP&lt;/a&gt; – Após dois dias de debates no Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília, na semana passada, a consulta sobre biodiversidade feita pelo governo federal a cientistas resultou na priorização do debate interno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que, por enquanto, nada será decidido a respeito da posição brasileira sobre os mecanismos de consulta à comunidade científica no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e do Mecanismo Internacional de Expertise Científica em Biodiversidade (Imoseb). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo estimulou a decisão. Antes da abertura das discussões em grupos, nas quais foram divididos cerca de 30 pesquisadores ligados ao tema biodiversidade, o representante do MMA, Bráulio Dias, recomendou que eles priorizassem a estruturação do aconselhamento interno em relação ao externo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da apresentação das propostas dos três grupos, Dias ressaltou a “coincidência” entre elas, no que se refere exatamente à prioridade dada à organização do debate no próprio país. A reunião foi coordenada pelo MMA e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O balanço que fazemos é que foi dada ênfase à estruturação da relação governo-academia primeiro no Brasil, e que não saiu nenhuma proposta concreta que detalhasse a estruturação no plano internacional”, disse Dias à Agência FAPESP logo após o encerramento do evento, no dia 22. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, isso significa que o Brasil seguirá reticente em relação ao Imoseb. Era a posição do Itamaraty, que teme um esvaziamento da CDB no caso da criação de outra instância internacional. Os defensores do Imoseb alegam que o braço científico da CDB, o SBSSTA (em português, Órgão Subsidiário de Assessoramento Técnico, Científico e Tecnológico), está ocupado muito mais por políticos do que por cientistas, não sendo tão eficiente em termos de divulgação e pressão como o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vimos que o mais importante será solucionar nossos problemas internos. Precisamos retomar e reconstruir a relação entre comunidade científica e governo e, com isso, criar uma confiança mútua. Só a partir daí poderemos pensar em uma inserção internacional”, disse Carlos Alfredo Joly, professor do Departamento de Botânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ione Zegler, coordenadora geral de biodiversidade do MCT, a reunião foi positiva porque, tradicionalmente, os pesquisadores brasileiros não se envolvem muito na esfera do aconselhamento aos governos, diferente do que ocorre em outros países. “A academia brasileira precisa se acostumar a participar do processo de assessoramento”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fórum de pesquisas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores apresentarão daqui a 15 dias ao governo uma síntese das propostas feitas pelos três grupos. A Agência FAPESP foi o único órgão da imprensa presente na plenária final, realizada no auditório do Ministério da Cultura, e adianta algumas das conclusões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será criado um fórum de pesquisadores, indicados pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). Segundo Ione Egler, o governo quer valorizar as instituições, em detrimento das indicações individuais, “que resultam muitas vezes em pareceres contraditórios dos cientistas”, segundo destacou. Não ficou decidido se esse fórum será coordenado pela academia ou pelo governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi proposta a criação de um Programa Nacional de Pesquisas Científicas em Biodiversidade, com caráter interministerial e executado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com pesquisas feitas a partir de demandas da CDB. O governo, nesse caso, agiu rápido e procurou inserir a proposta no âmbito do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO), do MCT, que, após a gradual expansão de sua atuação por biomas, “ganharia naturalmente esse caráter interdisciplinar e mais amplo”, de acordo com Ione Egler. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas referendaram uma proposta do MMA de criar uma Biblioteca Virtual em Biodiversidade e Meio Ambiente, que valorizará as informações publicadas sobre o tema – sem prejuízo das informações de bancos de dados, ou coleções. Um dos objetivos da BV Bioma é aumentar a visibilidade e acessibilidade da informação científica em biodiversidade publicada no Brasil e no exterior. A coordenação do projeto é do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidade perdida &lt;br /&gt;Uma proposta que atinge diretamente as decisões do poder público se refere às pesquisas demandadas pelos órgãos ambientais, para efeito de licenciamento ambiental, como o Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impacto Ambiental. Os pesquisadores defendem a criação de uma força-tarefa para criar um sistema de monitoramento dessas pesquisas, com a padronização de metodologias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A reunião mostrou que um dos impedimentos para o avanço das discussões – principalmente da perspectiva de botânicos, zoólogos e ecólogos – são os entraves burocráticos que existem hoje em relação à coleta de materal biológico e acesso ao patrimônio genético”, afirmou Joly. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há um impasse entre os órgãos que emitem essas licenças e a comunidade científica, que vê necessidade de mudanças. Nós trabalhamos e cooperamos com esses órgãos para elaborar projetos de lei, minutas de resoluções referentes a licenças de coleta e não vimos nosso esforço refletido em mudanças concretas na legislação”, disse o professor da Unicamp. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Joly, que representou o programa Biota-FAPESP na reunião no MMA, essas dificuldades geraram um processo de desgaste entre a comunidade e o governo, representado pelos ministérios que regulam as ações da área ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A origem desse impasse é que nós perdemos uma grande oportunidade de promover essa discussão e avançar na legislação de concessão de licenças durante a COP 8, em Curitiba [Oitava Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica, realizada em abril de 2006]”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fato de sediar a COP nos deu todo um espaço e um interesse – inclusive uma inserção midiática – para um avanço na questão da biodiversidade. Foi um momento importante que se perdeu porque as inciativas não ocorreram”, destacou Joly.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4816115273990088218?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4816115273990088218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4816115273990088218&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4816115273990088218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4816115273990088218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/11/biodiversidade-interna.html' title='Biodiversidade interna'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4875617944142551673</id><published>2007-10-29T14:46:00.000-02:00</published><updated>2007-10-29T14:48:42.370-02:00</updated><title type='text'>Militante da Via Campesina é assassinado no PR</title><content type='html'>Militante da Via Campesina é assassinado no PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de aproximadamente 40 homens armados atirou em integrantes da Via Campesina, domingo à tarde, logo após ação de reocupação de um campo de experimentos com sementes transgênicas da empresa Syngenta, no oeste do Paraná. Vilmar Mota foi morto com dois tiros no peito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTO ALEGRE - Valmir Mota, militante da Via Campesina, foi assassinado com dois tiros no peito, ontem à tarde, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná. Segundo a Via Campesina, Valmir foi executado por um grupo de cerca de 40 pistoleiros no acampamento do campo de experimentos da empresa multinacional Syngenta Seeds. Outros seis integrantes da Via Campesina ficaram gravemente feridos. Fábio Ferreira, que integrava o grupo de seguranças armados, também morreu. Entre os feridos o caso mais grave é o de Izabel Nascimento de Souza, que está em coma e corre risco de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação dos pistoleiros ocorreu depois que cerca de 150 integrantes do movimento reocuparam o campo de experimentos da empresa para denunciar o cultivo ilegal de sementes transgênicas de soja e milho. Conforme o relato da Via Campesina, por volta das 13h30min, cerca de 40 homens fortemente armados chegaram, em um micro-ônibus, ao portão da entrada da área e desceram atirando nos manifestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Valmir, atingido com dois tiros, outros cinco agricultores foram baleados e Isabel Nascimento de Souza foi espancada. Ainda segundo a Via Campesina, a Syngenta contratou serviços de segurança que atuavam de forma irregular na região, articulados com a Sociedade Rural da Região Oeste (SRO) e com o Movimento dos Produtores Rurais (MPR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das diretoras da empresa de segurança NF foi presa no início de outubro e o proprietário da mesma fugiu durante uma operação da Polícia Federal que apreendeu munições e armas ilegais. Segundo a organização de trabalhadores rurais, há indícios de que a empresa é contratada como fachada, para encobrir a ação de pistoleiros que formariam uma milícia armada que atua praticando despejos violentos e ataques a acampamentos na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 18 de outubro, a atuação de milícias armadas ligadas à SRO/MPR e Syngenta na região Oeste do Paraná foi denunciada durante uma audiência pública coordenada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal dos Deputados (CDHM), em Curitiba. Agora, a Via Campesina cobra da justiça a apuração do ataque, contra os trabalhadores do acampamento, que juntamente com o assentamento Olga Benário lutam para transformar a área num Centro de Agroecologia e de reprodução de sementes crioulas para a agricultura familiar e reforma agrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O campo de experimentos da Syngenta foi ocupado pela primeira vez, em março de 2006, para denunciar o cultivo ilegal de sementes transgênicas. Após 16 meses de ocupação, no dia 18 de julho deste ano, as 70 famílias que participaram da ação desocuparam a área e foram para um local provisório no assentamento Olga Benário, também em Santa Tereza do Oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete homens já foram presos&lt;br /&gt;A Secretaria de Segurança do Paraná informou que sete homens que atacaram os agricultores já foram presos e disseram que foram contratados pelo Movimento dos Produtores Rurais para retirar pessoas que tentassem invadir a área. Eles foram autuados por formação de quadrilha, homicídio e exercício arbitrário das próprias razões. Após o confronto, os seguranças teriam fugido a pé e acabaram sendo encontrados e presos num barracão abandonado a cerca de seis quilômetros da fazenda da Syngenta. O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), determinou que a polícia fique de prontidão nas imediações da área para evitar novos conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota oficial, a Syngenta disse que “lamenta profundamente o incidente ocorrido durante nova invasão” e promete colaborar com as autoridades locais na apuração do que ocorreu. Ainda é prematuro fazer uma avaliação definitiva sobre o ocorrido, acrescenta a nota que assegura que a “a política global da companhia determina que não se use força ou armas para proteger suas unidades”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4875617944142551673?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14685' title='Militante da Via Campesina é assassinado no PR'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4875617944142551673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4875617944142551673&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4875617944142551673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4875617944142551673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/10/militante-da-via-campesina-assassinado.html' title='Militante da Via Campesina é assassinado no PR'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2115296473546330310</id><published>2007-08-12T19:08:00.000-03:00</published><updated>2007-08-12T19:09:35.117-03:00</updated><title type='text'>Genetically Modified Foods: Toxins and Reproductive Failures</title><content type='html'>By Jeffrey M. Smith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rhetoric from Washington since the early 1990s proclaims that genetically modified (GM) foods are no different from their natural counterparts that have existed for centuries. But this is a political, not a scientific assertion. Numerous scientists at the FDA consistently described these newly introduced gene-spliced foods as cause for concern. In addition to their potential to produce hard-to-detect allergies and nutritional problems, the scientists said that "The possibility of unexpected, accidental changes in genetically engineered plants" might produce "unexpected high concentrations of plant toxicants."[1] GM crops, they said, might have "Increased levels of known naturally occurring toxins, . . . appearance of new, not previously identified" toxins, and an increased tendency to gather "toxic substances from the environment" such as "pesticides or heavy metals." They recommended testing every GM food "before it enters the marketplace."[2] But the FDA was under orders from the first Bush White House to promote the biotechnology industry, and the political appointee in charge of agency policy was Monsanto’s former attorney - later their vice president. The FDA policy ignored the scientists' warnings and allowed GM food crops onto the market without any required safety studies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From the few safety tests that have been conducted, the results are disturbing - lab animals fed GM diets show damage to virtually every system studied. Reports from farmers are even less encouraging— - housands of sick, sterile and dead animals are traced to GM feed.[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GM diet shows toxic reactions in digestive tract&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The very first crop submitted to the FDA's voluntary consultation process, the FlavrSavr tomato, showed evidence of toxins. Out of 20 female rats fed the GM tomato, 7 developed stomach lesions.[4] The director of FDA’s Office of Special Research Skills wrote that the tomatoes did not demonstrate a "reasonable certainty of no harm,"[5] which is their normal standard of safety. The Additives Evaluation Branch agreed that "unresolved questions still remain."[6] The political appointees, however, did not require that the tomato be withdrawn.[*]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to Arpad Pusztai, PhD, one of the world's leading experts in GM food safety assessments, the type of stomach lesions linked to the tomatoes "could lead to life-endangering hemorrhage, particularly in the elderly who use aspirin to prevent [blood clots]."[7] Pusztai believes that the digestive tract should be the first target of GM food risk assessment, because the gut is the first (and largest) point of contact with the foods; it can reveal various reactions to toxins. He was upset, however, that the research on the FlavrSavr never looked passed the stomach to the intestines. Other studies that did look found problems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mice were fed potatoes with an added bacterial gene, which produced an insecticide called Bt-toxin. Scientists analyzed the lower part of their small intestines (ileum) and found abnormal and damaged cells, as well as proliferative cell growth.[8] Rats fed potatoes engineered to produce a different type of insecticide (GNA lectin from the snowdrop plant) also showed proliferative cell growth in both the stomach and intestinal walls (see photo).[9] Although the guts of rats fed GM peas were not examined for cell growth, the intestines were mysteriously heavier; possibly resulting from such growth.[10] Cell proliferation can be a precursor to cancer and is of special concern.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GM diets cause liver damage&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The state of the liver - a main detoxifier for the body - is another indicator of toxins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Rats fed the GNA lectin potatoes described above had smaller and partially atrophied livers.[11]&lt;br /&gt;*Rats fed Monsanto’s Mon 863 corn, engineered to produce Bt-toxin, had liver lesions and other indications of toxicity.[12]&lt;br /&gt;*Rabbits fed GM soy showed altered enzyme production in their livers as well as higher metabolic activity.[13]&lt;br /&gt;*The livers of rats fed Roundup Ready canola were 12%–16% heavier, possibly due to liver disease or inflammation.[14]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And microscopic analysis of the livers of mice fed Roundup Ready soybeans revealed altered gene expression and structural and functional changes.[15] Many of these changes reversed after the mice diet was switched to non-GM soy, indicating that GM soy was the culprit. The findings, according to molecular geneticist Michael Antoniou, PhD, "are not random and must reflect some 'insult' on the liver by the GM soy." Antoniou, who does human gene therapy research in King’s College London, said that although the long-term consequences of the GM soy diet are not known, it "could lead to liver damage and consequently general toxemia."[16]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Higher death rates and organ damage&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some studies showed higher death rates in GM-fed animals. In the FlavrSavr tomato study, for example, a note in the appendix indicated that 7 of 40 rats died within two weeks and were replaced.[17] In another study, chickens fed the herbicide tolerant Liberty Link corn died at twice the rate of those fed natural corn.[18] But in these two industry-funded studies, the deaths were dismissed without adequate explanation or follow-up.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition, the cells in the pancreas of mice fed Roundup Ready soy had profound changes and produced significantly less digestive enzymes;[19] in rats fed a GM potato, the pancreas was enlarged.[20] In various analyses of kidneys, GM-fed animals showed lesions, toxicity, altered enzyme production or inflammation. Enzyme production in the hearts of mice was altered by GM soy.[21] And GM potatoes caused slower growth in the brain of rats.[22]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproductive failures and infant mortality&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In both mice and rats fed Roundup Ready soybeans, their testicles showed dramatic changes. In rats, the organs were dark blue instead of pink (see photo).[23] In mice, young sperm cells were altered.[24] Embryos of GM soy-fed mice also showed temporary changes in their DNA function, compared to those whose parents were fed non-GM soy.[25]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;More dramatic results were discovered by a leading scientist at the Russian National Academy of sciences. Female rats were fed GM soy, starting two weeks before they were mated.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Over a series of three experiments, 51.6 percent of the offspring from the GM-fed group died within the first three weeks, compared to 10 percent from the non-GM soy group, and 8.1 percent for non-soy controls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*"High pup mortality was characteristic of every litter from mothers fed the GM soy flour."[26]&lt;br /&gt;*The average size and weight of the GM-fed offspring was quite a bit smaller.[27]&lt;br /&gt;*In a preliminary study, the GM-fed offspring were unable to conceive.[28]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After the three feeding trials, the supplier of rat food used at the Russian laboratory began using GM soy in their formulation. Since all the rats housed at the facility were now eating GM soy, no non-GM fed controls were available for subsequent GM feeding trials; follow-up studies were canceled. After two months on the GM soy diet, however, the infant mortality rate of rats throughout the facility had skyrocketed to 55.3 percent (99 of 179).[29]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farmers report livestock sterility and deaths&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;About two dozen farmers reported that thousands of their pigs had reproductive problems when fed certain varieties of Bt corn. Pigs were sterile, had false pregnancies, or gave birth to bags of water. Some cows and bulls also became sterile. Bt corn was also implicated by farmers in the deaths of cows, horses, water buffaloes, and chickens. [30]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When Indian shepherds let their sheep graze continuously on Bt cotton plants, within 5-7 days, one out of four sheep died. There was an estimated 10,000 sheep deaths in the region in 2006, with more reported in 2007. Post mortems on the sheep showed severe irritation and black patches in both intestines and liver (as well as enlarged bile ducts). Investigators said preliminary evidence "strongly suggests that the sheep mortality was due to a toxin. . . . most probably Bt-toxin."[31]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dangerous denial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The warnings of the FDA scientists appear to have come true. But we were not supposed to know about their concerns. The agency's internal memos were only made public due to a lawsuit. Instead, we were supposed to believe the official FDA policy, claiming that the agency is not aware of information showing that GM foods are meaningfully different. This statement, crafted by political appointees, directly contradicts the scientific consensus at the FDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nearly every independent animal feeding safety study on GM foods shows adverse or unexplained effects. But we were not supposed to know about these problems either - the biotech industry works overtime to try to hide them. Industry studies described above, for example, are neither peer-reviewed nor published. It took lawsuits to make two of them available. And adverse findings by independent scientists are often suppressed, ignored, or denied. Moreover, researchers that discover problems from GM foods have been fired, stripped of responsibilities, deprived of tenure, and even threatened. The myth that GM crops are the same safe food we have always eaten continues to circulate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With the overwhelming evidence of problems since their introduction in 1996, however, it is likely that GM foods are contributing to the deterioration of health in the United States. Without human clinical trials or post-marketing surveillance, we can’t tell which worsening health statistic may be due to these foods. But we also can’t afford to wait until we find out. GM foods must be removed from our diet immediately. Fortunately, more and more people are making healthy non-GM choices for themselves and their family. To learn which foods are genetically modified and how to protect yourself, visit &lt;a href="http://www.geneticroulette.com/"&gt;www.GeneticRoulette.com&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2115296473546330310?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2115296473546330310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2115296473546330310&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2115296473546330310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2115296473546330310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/genetically-modified-foods-toxins-and.html' title='Genetically Modified Foods: Toxins and Reproductive Failures'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8840923846092030803</id><published>2007-08-08T11:08:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T11:09:34.918-03:00</updated><title type='text'>Ibama e Anvisa pedem anulação da liberação de milho transgênico</title><content type='html'>Dois recursos apresentados ao Conselho Nacional de Biossegurança apontam irregularidades na liberação comercial do milho Liberty Link, da Bayer. Lista com sugestões para a CTNBio é encaminhada à ministra Dilma Rousseff.                      &lt;p class="headline-link"&gt;Maurício Thuswohl - Carta Maior&lt;/p&gt;                                   &lt;p class="texto"&gt;RIO DE JANEIRO – A controversa liberação comercial do milho transgênico Liberty Link pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que já havia sido suspensa pela Justiça há duas semanas, pode estar prestes a sofrer um novo revés. Dois importantes órgãos de fiscalização ligados ao governo federal - a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - apresentaram recursos ao Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) pedindo a anulação da decisão da CTNBio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvido pela empresa transnacional Bayer CropScience, o Liberty Link teve sua liberação aprovada pela CTNBio em 16 de maio, numa decisão imediatamente criticada por organizações do movimento socioambientalista e por setores do próprio governo. Os recursos apresentados por Ibama e Anvisa estão em acordo com a Lei de Biossegurança, que determina que as decisões da Comissão podem ser revogadas pelo CNBS, que é um colegiado composto por onze ministérios (Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Saúde, Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Justiça, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Relações Exteriores, Defesa e Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No documento encaminhado na sexta-feira (6) à ministra Dilma Rousseff, que preside o CNBS, o Ibama evoca “a possibilidade de que a deliberação tomada pela CTNBio traga graves impactos para a saúde pública e, em especial, para o meio ambiente” e enumera as razões para isso: “Inexistência de estudo prévio de impacto ambiental realizado nas condições edafoclimáticas do país; ausência de avaliação de risco, caso a caso, que fundamente a decisão da Comissão; ausência de Instrução Normativa específica com diretrizes para analisar a avaliação de risco; ausência de plano e procedimentos de coexistência do cultivo de milho geneticamente modificado sem contaminação de outros tipos de milho e irregularidades processuais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota divulgada para explicar a ação do Ibama, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), ao qual o órgão é subordinado, afirma que “a tramitação do processo não cumpriu vários dispositivos legais contidos tanto na Lei de Biossegurança como também no decreto 5.591/05 e no Regimento Interno da própria CTNBio”. O MMA afirma que “pareceres levados à plenária não foram aprovados nas respectivas subcomissões”, que “o pedido de sigilo de várias partes do processo tampouco foi apreciado e votado pela plenária” e que “durante mais de oito anos o processo tramitou de forma ilegal, pois grande parte estava em língua inglesa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “ausência absoluta da avaliação de risco ambiental” na decisão da CTNBio também preocupa o MMA: “Não há no processo estudos ou literatura que comprovem a ausência de danos ambientais, razão pela qual a decisão técnica não poderia ter sido emitida, pois esta ausência de dados contraria a legislação brasileira, bem como o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança”, diz a nota divulgada pelo ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Perigo para os bebês&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Também encaminhado à ministra Dilma Rousseff, o recurso da Anvisa contra a liberação comercial do milho transgênico da Bayer tem teor semelhante ao documento do Ibama. A Agência afirma que, após analisar o parecer técnico emitido pela CTNBio, “verificou que o processo de liberação comercial do milho Liberty Link possui estudos inadequados e insuficientes para atestar a segurança alimentar e determinar os riscos à saúde pública da cultura geneticamente modificada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as irregularidades no processo apontadas pela Anvisa, estão “a insuficiência ou inexistência de estudos toxicológicos ou de alergenicidade para comprovar a segurança do milho Liberty Link para o consumo humano”. A Agência afirma que a Bayer deve apresentar maiores conclusões acerca dos efeitos do consumo de seu milho transgênico sobre as pessoas, em especial as conseqüências sobre a amamentação de bebês: “A empresa deve apresentar estudos que demonstrem a presença ou ausência da enzima PAT ou de seus componentes de degradação no leite materno, bem como estudos que relatem os possíveis efeitos da enzima PAT sobre a prole de mamíferos”, diz o documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sugestões à CTNBio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O recurso encaminhado ao CNBS pelo Ibama traz uma lista com sugestões a serem adotadas de agora em diante pela CTNBio: a) não aceitação de processos em língua estrangeira; b) não adoção da equivalência substancial como critério único de biossegurança, como ocorreu com o milho Liberty Link; c) observância ao principio da precaução; d) inclusão de medidas de biossegurança, como regras de coexistência e plano de monitoramento, no corpo da decisão técnica; e) exigência de realização de avaliação de riscos em ecossistemas brasileiros; f) não aceitação de sigilo em produtos transgênicos a serem comercializados.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8840923846092030803?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14462&amp;editoria_id=3' title='Ibama e Anvisa pedem anulação da liberação de milho transgênico'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8840923846092030803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8840923846092030803&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8840923846092030803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8840923846092030803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/ibama-e-anvisa-pedem-anulao-da-liberao.html' title='Ibama e Anvisa pedem anulação da liberação de milho transgênico'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2857661724684986235</id><published>2007-08-07T14:19:00.000-03:00</published><updated>2007-08-07T14:20:58.572-03:00</updated><title type='text'>Lei da Biossegurança em cinco idiomas</title><content type='html'>07/08/2007 Por Thiago Romero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – O livro Biossegurança e engenharia genética: legislação brasileira, que acaba de ser lançado, é voltado a pesquisadores envolvidos com acordos internacionais de cooperação científica e trabalhos em parceria com instituições de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizado por Silvio Valle Moreira, pesquisador titular da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), e Yara Barreira, pesquisadora do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm), na França, a publicação traz em 144 páginas a Lei de Biossegurança brasileira em francês, espanhol, inglês e italiano, além do português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia do livro surgiu para sanar dúvidas que representantes de institutos de pesquisa parceiros da Fiocruz tinham na hora de discutir especificidades de estudos que esbarram na lei que regulamenta a produção e comercialização de organismos geneticamente modificados e o uso das células-tronco de embriões humanos para fins de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A falta de conhecimento da legislação brasileira sempre nos preocupou. Ela prevê que tanto as instituições que financiam como as que participam de uma pesquisa na área de engenharia genética no Brasil são co-responsáveis pelos resultados, sejam positivos ou não”, disse Moreira, coordenador dos cursos sobre biossegurança da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz, à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;Segundo ele, como a Lei de Biossegurança é complexa e abrange desde microrganismos, plantas e produtos farmacêuticos até animais e seres humanos, o livro permite que especialistas de outros países também se aprofundem no texto brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A obra agilizará os acordos de cooperação, dará mais segurança jurídica na transferência de tecnologias e auxiliará as empresas estrangeiras que desejam investir no campo da engenharia genética no Brasil”, explicou.&lt;br /&gt;Segundo Moreira, a Fiocruz mantém acordos na área com boa parte dos países da América Latina, África e Ásia, além dos Estados Unidos e países da Europa como França, Itália e Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É difícil precisar quantos acordos de cooperação internacional a Fiocruz tem atualmente, mas a maior parte dos projetos realizados em parceria nas diferentes áreas da biologia envolve experimentos e técnicas da engenharia genética, o que justifica a tradução da lei para outros idiomas”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de tradução foi realizado por meio de profissionais junto às embaixadas dos países no Brasil. O livro está sendo distribuído gratuitamente para instituições brasileiras de ciência e tecnologia que tenham trabalhos de cooperação internacional na área de engenharia genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;a href="mailto:abrlivro@ensp.fiocruz.br"&gt;abrlivro@ensp.fiocruz.br&lt;/a&gt; ou pelo telefone (21) 2590-2073.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2857661724684986235?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7555' title='Lei da Biossegurança em cinco idiomas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2857661724684986235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2857661724684986235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2857661724684986235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2857661724684986235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/lei-da-biossegurana-em-cinco-idiomas.html' title='Lei da Biossegurança em cinco idiomas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2161473494793270199</id><published>2007-08-01T11:38:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T11:39:21.021-03:00</updated><title type='text'>Risco transgênico.</title><content type='html'>Peru proíbe variedade transgênica Bt da batatinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nagib Nassar, professor titular de genética da UnB, publica a seguinte nota no jornal Folha de S. Paulo, 30-07-2007:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em seu último número, a revista "Nature" relatou a notícia sobre a proibição da variedade transgênica Bt da batatinha pelo governo peruano. A decisão foi tomada porque aquele país é centro da origem e da biodiversidade dessa cultura e onde centenas de espécies nativas e cultivares indígenas crescem silvestremente. Há perigo de contaminá-las pelos genes do Bt. Antes de o governo peruano tomar essa decisão, o México proibiu totalmente o plantio ou o consumo do milho Bt pelas mesmas razões. A Grécia estendeu a proibição a 20 variedades do milho transgênico Bt. Será que essas notícias chegaram aos ouvidos de certos senhores da CTNBio?"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2161473494793270199?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=8618' title='Risco transgênico.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2161473494793270199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2161473494793270199&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2161473494793270199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2161473494793270199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/risco-transgnico.html' title='Risco transgênico.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7153705832815704041</id><published>2007-08-01T11:32:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T11:33:57.667-03:00</updated><title type='text'>Mais um impasse na aprovação de transgênicos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Governo esclarece que não estuda revogação da biossegurança&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma nova polêmica ameaça a liberação de plantios comerciais de transgênicos no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo foi detonado nesta semana com a notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) propôs um roteiro de questões a serem respondidas pelas empresas detentoras da tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela sugestão, indústrias teriam de atender às exigências da Anvisa antes&lt;br /&gt;mesmo de o pedido passar pelo crivo da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Na opinião do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia, Luiz Antônio Barreto de Castro, se a Anvisa vier a criar um órgão de análise de risco para os transgênicos, papel que cabe à CTNBio, a conseqüência poderia ser a revogação da Lei. Para o secretário, na existência de dois órgãos que definam sobre a mesma questão, o caminho provável seria a revogação da lei, e cada órgão envolvido faria sua própria análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Casa Civil se apressou em esclarecer, em nota, que o assunto não está em&lt;br /&gt;discussão, destacando o posicionamento de Barreto como pessoal. A posição&lt;br /&gt;tranqüilizou os pesquisadores. Para a diretora executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia, Alda Lerayer, não há sentido na proposta da Anvisa, pois comissão já desempenha este papel e o Ministério da Saúde tem assento no grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CTNBio formada por especialistas para avaliar a segurança de pesquisa e o&lt;br /&gt;comércio de produtos com organismos geneticamente modificados passou a se reunir em 2006, mas a disputa política e as brigas judiciais atrasam os processos. Contudo, o diretor da Anvisa, Cláudio Maierotch, avalia que são adotados procedimentos diferenciados na análise dos processos, seguindo critérios pessoais dos conselheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada novo pedido, ambientalistas do Greenpeace afirmam haver uma série de falhas nas avaliações desenvolvidas pela CTNBio, o que tem facilitado o ingresso de ações judiciais contra as liberações comerciais de produtos, como por exemplo o Lyberty Link desenvolvido pela Bayer. Pela inexistência de um plano de monitoramento imposto como condição para o plantio comercial, o processo foi devolvido pelo Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) à CTNBio, encarregada de elaborar o estudo até o final de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando isso ocorrer, o produto terá de enfrentar recursos apresentados ao&lt;br /&gt;Conselho pelo Instituto do Meio Ambiente (Ibama) e Anvisa, que solicitaram novos estudos sobre a cultivar no ambiente e a coexistência entre a transgênica e convencional. De acordo com a legislação, o Conselho, formado por 11 ministros, tem a palavra final sobre a liberação de plantio, que já teve parecer favorável da CTNBio no primeiro semestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na fila&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 10 solicitações aguardam parecer da CTNBio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pedido de liberação para um dos milhos da Monsanto, o próximo da fila após&lt;br /&gt;o Liberty Link, foi adiado para uma possível análise no mês de agosto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Clipping Anvisa, Zero Hora - Terça-feira, 31 de julho de 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7153705832815704041?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7153705832815704041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7153705832815704041&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7153705832815704041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7153705832815704041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/mais-um-impasse-na-aprovao-de.html' title='Mais um impasse na aprovação de transgênicos'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2211712724514951096</id><published>2007-08-01T11:26:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T11:27:15.263-03:00</updated><title type='text'>Alimento geneticamente modificado: critérios garantirão mais segurança</title><content type='html'>24 de Julho de 2007&lt;br /&gt;Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteger a saúde da população de possíveis riscos decorrentes do consumo de alimentos contendo Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Esse é o objetivo da Consulta Pública 63 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aberta até o próximo dia 10 de setembro, que pretende definir padrões para procedimentos de avaliação de segurança deste tipo de alimento pela Comissão Técnica Nacional de da Política Nacional de Biossegurança relativa a OGM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desta iniciativa da Anvisa, uma série de normas deverá ser cumprida na avaliação da segurança de alimentos que contenham OGM e seus derivados. De acordo com o gerente de Ações de Ciência e Tecnologia da Agência, Lucas Medeiros, a normatização desses procedimentos é uma resposta da Anvisa à demanda social pela garantia da qualidade dos alimentos com algum tipo de modificação genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança - A Consulta Pública 63 propõe 119 questões que permitirão avaliar se os dados apresentados pelos interessados em obter liberação comercial de produtos com OGM comprovam ou não a segurança de uso para o consumo humano. Essas questões estão divididas em quatro áreas de análise: modificação genética, organismos receptores, segurança alimentar e qualidade nutricional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Durante mais de um ano, um grupo de especialistas e colaboradores em saúde analisou os critérios que agora estão em consulta pública", explica Medeiros. Este mês, a Anvisa formalizou os trabalhos do grupo e instituiu a Comissão de avaliação de segurança de produtos sujeitos à vigilância sanitária que contenham ou consistam de OGMs e seus derivados. Formada por representantes de oito setores da Anvisa, do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e da comunidade científica, a Comissão é responsável por orientar a Agência na elaboração de documentos sobre avaliação de segurança desses produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articulação - Os critérios técnicos previstos na consulta pública subsidiarão a atuação da Anvisa na Comissão de Biossegurança em Saúde (CBS) do Ministério da Saúde. A CBS, a pedido da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), avalia os processos relativos a pedidos de liberação comercial de alimentos geneticamente modificados, incluindo os transgênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Lei de Biossegurança (nº 11.105/05), a liberação comercial de OGM e derivados é competência da CTNBio, respeitadas as competências legais de fiscalização e regulamentação de outras instituições federais. Por isso, no caso dos transgênicos, o processo de liberação comercial passa por análise da CBS, da qual a Anvisa é membro permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação - As contribuições à Consulta Pública 63 podem ser enviadas, até o próximo dia 10 de setembro, para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Gerência-Geral de Alimentos, SEPN 511, Bloco "A", Edifício Bittar II, Asa Norte, Brasília - DF, CEP 70.750.546; para o endereço eletrônico: gacta@anvisa.gov.br ou pelo fax: (61) 3448-6274.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2211712724514951096?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2211712724514951096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2211712724514951096&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2211712724514951096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2211712724514951096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/alimento-geneticamente-modificado.html' title='Alimento geneticamente modificado: critérios garantirão mais segurança'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-5728248473550493055</id><published>2007-08-01T11:11:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T11:12:44.020-03:00</updated><title type='text'>Cerimônia de institucionalização do Instituto Virtual da Biodiversidade</title><content type='html'>Agência FAPESP – Na quinta-feira (2/8), a partir das 9h30, a FAPESP, no âmbito do Programa Biota, realizará a cerimônia de institucionalização do Instituto Virtual da Biodiversidade, uma parceria entre a Fundação e as três universidades públicas paulistas – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria visa a promover a cooperação acadêmica entre as instituições na área de pesquisa em caracterização, conservação, recuperação e uso sustentável da biodiversidade do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é garantir a guarda, a manutenção e o contínuo desenvolvimento das ferramentas de integração da comunidade acadêmica desenvolvidas pelo Programa Biota, que interliga mais de 500 pesquisadores paulistas participantes de 50 projetos de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia, na sede da FAPESP, contará com a participação do professor Michel Loreau, da Universidade McGill, no Canadá, que ministrará a palestra “Por que precisamos de um Mecanismo Internacional de Expertise Científica em Biodiversidade (IMoSEB)?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loreau é também chefe do comitê científico do Programa Internacional de Ciências da Biodiversidade (Diversitas) e co-responsável pelo comitê executivo do Mecanismo Internacional de Expertise Científica sobre a Biodiversidade (IMoSEB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: meletti@fapesp.br ou (11) 3838-4216&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-5728248473550493055?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7531' title='Cerimônia de institucionalização do Instituto Virtual da Biodiversidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/5728248473550493055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=5728248473550493055&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5728248473550493055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5728248473550493055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/08/cerimnia-de-institucionalizao-do.html' title='Cerimônia de institucionalização do Instituto Virtual da Biodiversidade'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3686736935351202757</id><published>2007-07-30T18:12:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T18:15:09.543-03:00</updated><title type='text'>México tenta salvar milho crioulo</title><content type='html'>Da Agência Chasque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agricultores e ambientalistas mexicanos tentam salvar o milho crioulo no país. Desde Junho, acontece a campanha "Sem Milho não há País", a fim de chamar atenção para a problemática dos transgênicos. No caso do milho, principal alimento na nação mexicana, as atividades pedem um fim à exploração de empresas como a Monsanto e defendem a soberania alimentar. Segundo a ambientalista ALEIRA LARA, do GREENPEACE, a semente transgênica é rechaçada pelas comunidades tradicionais mexicanas./ Uma grande marcha nacional em Outubro está programada como atividade da campanha, que conta ainda com feiras camponesas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3686736935351202757?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agenciachasque.com.br/boletinsdiarios2.php?iddata=a7fb0c03e78fd57c4fa0fee5a51209b4' title='México tenta salvar milho crioulo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3686736935351202757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3686736935351202757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3686736935351202757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3686736935351202757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/mxico-tenta-salvar-milho-crioulo.html' title='México tenta salvar milho crioulo'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-460861934577317435</id><published>2007-07-30T17:33:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T17:34:37.600-03:00</updated><title type='text'>Gene therapy safety in question again</title><content type='html'>By Tina Hesman Saeyand Amy Maxmen&lt;br /&gt;ST. LOUIS POST-DISPATCH, Jul. 27 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A research group led by scientists from Washington University and St. Louis University released a study today showing that a genetically altered virus used in human gene therapy trials causes liver cancer in mice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The findings follow the announcement Thursday that a patient in Seattle died earlier this week after being treated with the same virus. The cause of the patient's death is unknown, but the Food and Drug Administration is reviewing whether 29 human trials using the virus should be allowed to continue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The treatment, using a virus called adeno-associated virus, is considered one of the most promising avenues for battling genetic diseases such as cystic fibrosis and muscular dystrophy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The bottom line is we need more research so that we can really define the risk," said Mark Sands, a Washington University researcher who led the cancer study.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2000, researchers at Washington University noticed that the mice they successfully treated for a liver disease using the adeno-associated virus were developing tumors. The virus had already been approved for use in clinical studies on humans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sands relayed the findings to the Food and Drug Administration, which oversees gene therapy trials, said Karen Riley, an agency spokeswoman. The FDA convened a safety panel to discuss those results and other safety concerns in March 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"We decided that the safety profile was acceptable and should continue to be evaluated in clinical trials," Riley said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sands then pursued a new study, this time to verify whether the virus was directly responsible for causing cancer. About half of the mice treated with the virus got cancer. The results appear today in the journal Science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No one is more disappointed about these data than I am," Sands said. "With gene therapy we can cure this disease in mice. But I can't ignore the data. We were anxious to repeat our findings, hoping that the tumors were an artifact, but it's not," Sands said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In gene therapy, healthy genes are inserted into a person with a genetic disease. One way to insert the gene is through a genetically engineered virus, which is injected into the patient. The healthy gene then makes proteins that reverse the disease.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The death in Seattle raises new questions about whether the virus should be used in human trials. The patient died after receiving a second injection of the gene therapy virus while being treated for arthritis during a clinical trial by Targeted Genetics Corp. The company has treated about 100 people in the trial without adverse affects, the FDA said Thursday.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While it remains unclear whether the virus played a role in the patient's death, the cancer finding is reason enough to step back from human studies, said Ronald Munson, a medical ethicist at the University of Missouri-St. Louis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Safety should be established in animals before it is tried in humans," Munson said. "I think therapy using this version of the virus should not go forward until we understand what has happened."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Still, several scientists, including Sands, say they aren't ready to abandon the virus in human studies, given its potential.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The problem is that no one else has seen the same thing" as Sands, said Nick Muzyczyka, professor at the University of Florida and scientific adviser at Applied Genetic Technologies Corp. in Alachua, Fla. The company is conducting two gene-therapy trials using adeno-associated viruses and has several gene therapy treatments in development.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meanwhile, Dr. Valder Arruda of the University of Pennsylvania deliberately attempted to use the virus to cause cancer in mice that were already predisposed to the disease. But the mice remained healthy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While Arruda said he believes Sands' data, the technique is so complex that the virus alone may not be the problem, noting other complicating factors, such as the age of the animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arruda and his colleagues began treating people for hemophilia with the virus in 2001. They have also been treating 30 dogs for hemophilia with the virus, some for more than five years. Thus far, neither the six humans nor the dogs have gotten cancer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medical research comes with a certain amount of risk, scientists say. For some reason, gene therapy is given less room for error, said Dr. Markus Grompe, director of the Oregon Stem Cell Center in Portland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"In general we have a tendency to not accept any side effects of gene therapy," Grompe said. "If we had that attitude we would have never figured out bone marrow transplants; many people died in those trials. The key is how many other options do you have."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gene therapy has been used to cure only one disease, an immune system disorder called severe combined immunodeficiency, or SCID. Most people know it as "bubble boy disease." When three children in a French study developed leukemia linked to the virus used in gene therapy, treatment was halted. Now only children with no other alternative are given gene therapy to treat the disease.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The first high-profile death in a gene therapy trial happened in 1999 at the University of Pennsylvania. A young man named Jesse Gelsinger died after his immune system reacted badly to the virus used in the trial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But some people facing miserable lives and early deaths at the hands of disease may think that taking a chance on developing cancer later is worth the risk, said Ana Iltis, an associate professor at the Center for Health Care Ethics at St. Louis University.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the very least, patients need to know exactly what risks they face before deciding whether to go through gene therapy, she said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gene therapy is a promising technology with frustrating problems, Munson said, adding that once researchers work out the kinks, gene therapy can save many lives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I think gene therapy has such significant benefits that the problems it faces, though complicated, shouldn't be enough to stop it," he said. "I don't think this is the end of gene therapy at all. It's just another problem that needs to be examined and resolved."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-460861934577317435?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.thecampaign.org/forums/showthread.php?t=723' title='Gene therapy safety in question again'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/460861934577317435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=460861934577317435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/460861934577317435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/460861934577317435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/gene-therapy-safety-in-question-again.html' title='Gene therapy safety in question again'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3746746176414608803</id><published>2007-07-28T20:12:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T20:13:29.182-03:00</updated><title type='text'>Paraná: glifosato no Estado está acima do permitido, diz a Claspar</title><content type='html'>&lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="400"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Curitiba/PR &lt;/b&gt; - O presidente da  &lt;a href="http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.asp?subcategoriaid=38&amp;id=73134#" onclick="hwClick7995617512779(443542808);return false;" style="border-bottom: 1px dotted rgb(0, 102, 0); color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7995617512779(event, this, '443542808');" onmouseout="hideMaybe(event, this);" oncontextmenu="return false;"&gt;Empresa&lt;/a&gt; Paranaense de Classificação (Claspar),  &lt;a href="http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.asp?subcategoriaid=38&amp;id=73134#" onclick="hwClick15424048041779(443542808);return false;" style="border-bottom: 1px dotted rgb(0, 102, 0); color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw15424048041779(event, this, '443542808');" onmouseout="hideMaybe(event, this);" oncontextmenu="return false;"&gt;agrônomo&lt;/a&gt; Valdir Izidoro Silveira revelou nessa terça-feira (24-07) que a soja transgênica no Paraná contém resíduos de glifosato acima do permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em mais de 70% das 150 amostras da safra 2006 avaliadas havia resíduos de glifosato, das quais, 5% com resíduos acima de 10 miligramas por quilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das amostras foram coletadas pela Divisão de Fiscalização de Insumos da Secretaria da Agricultura do Paraná, cerca de 5 % estaria contaminada. Significa que 290 mil toneladas de soja estão com 2.900 quilos do princípio ativo do glifosato. Para Silveira, "o quadro é grave". Para ele, o uso excessivo do herbicida contribui a contaminação do solo e compromete a biodiversidade. Ele acrescenta que isso põe em risco para a saúde pública. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A população paranaense está consumindo quase 3 toneladas de ingrediente ativo do glifosato". O efeito do glifosato é cumulativo e ele está ligado, dessa forma, a certos tipos de câncer além de causar alterações no feto pela via placentária. No caso de uma intoxicação aguda, ou seja uma ingestão, por exemplo de 25 ml do glifosato, há imediata lesão gastroensofágica, insuficiência pulmonar e queda de pressão, entre outras coisas, segundo o Centro de Toxicologia da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Norberto Staviski&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;&lt;td&gt;   &lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Data:&lt;/b&gt; 25/7/2007 - 09:32  &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.paginarural.com.br/www.gazetamercantil.com.br" target="_new"&gt;Gazeta Mercantil&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3746746176414608803?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.asp?subcategoriaid=38&amp;id=73134' title='Paraná: glifosato no Estado está acima do permitido, diz a Claspar'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3746746176414608803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3746746176414608803&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3746746176414608803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3746746176414608803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/paran-glifosato-no-estado-est-acima-do.html' title='Paraná: glifosato no Estado está acima do permitido, diz a Claspar'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4996006582017371337</id><published>2007-07-22T18:56:00.000-03:00</published><updated>2007-07-22T18:57:03.026-03:00</updated><title type='text'>Embrapa dará ênfase a transgênico comercial</title><content type='html'>No lugar de mamão e batata, algodão e cana terão prioridade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herton Escobar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) está redirecionando o foco de seus estudos com plantas transgênicas. Os projetos de mamão e batata geneticamente modificados, que por muitos anos serviram como bandeiras sociais da biotecnologia aplicada ao pequeno produtor, serão descontinuados. A ênfase, agora, será no desenvolvimento de variedades transgênicas de cana-de-açúcar e algodão - produtos com maior perspectiva de sucesso comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Continuamos a acreditar que a biotecnologia tem espaço na pequena e média produção. Nenhum desses dogmas foi quebrado”, disse ao Estado o diretor-executivo da Embrapa, José Geraldo Eugênio de França. “Porém, precisamos ser mais seletivos. Temos que trabalhar com produtos que tenham chances reais de chegar ao mercado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, os projetos de mamão e batata, iniciados há cerca de dez anos, foram baseados em variedades que hoje não interessam mais aos produtores. Além disso, por se tratarem de alimentos de consumo direto, França acredita que seria muito difícil superar o receio dos consumidores com relação à transgenia - apesar de os produtos terem passado em todas as análises de biossegurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não tenho como colocar um produto desse tipo no mercado hoje, por melhor que seja. Estamos lidando com forças que nem sempre a ciência tem capacidade de superar”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os transgênicos - plantas geneticamente modificadas em laboratório para serem resistentes a pragas e pesticidas - enfrentam forte resistência de organizações ambientalistas. Entre 1998 e 2002, os laboratórios da Embrapa ficaram praticamente fechados por causa de ações judiciais movidas pelas organizações Greenpeace e Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos três projetos “sociais” originais (feijão, batata e mamão), só o do feijão resistente ao vírus do mosaico dourado continuará, graças a uma nova tecnologia chamada RNA de interferência, que promete ser menos polêmica do que a transgenia tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de inserir um novo gene para codificar uma nova proteína, os cientistas induzem a planta geneticamente a produzir uma pequena molécula de RNA que interrompe a síntese de uma proteína essencial para a replicação do vírus dentro das células.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não envolve síntese de proteínas, os pesquisadores esperam que o novo feijão seja mais bem aceito do ponto de vista da biossegurança alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além, é claro, de ser bem mais eficiente. “Já testamos algumas plantas no campo com o vírus e nenhuma apresentou sintomas”, disse o coordenador do projeto na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Francisco Aragão. “A resistência é altíssima.” Ele espera que em menos de dois anos seja possível apresentar as primeiras variedades para liberação comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS PRODUTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os projetos de cana e algodão transgênicos já estão funcionando a todo vapor no Centro Nacional de Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen) da Embrapa, em Brasília. Segundo França, a priorização das duas culturas visa a atender demandas específicas do setor produtivo, especialmente com a nova ênfase na produção de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meta é desenvolver variedades transgênicas de cana resistente a condições de seca (estresse hídrico) e aos ataques da broca gigante, uma importante praga das lavouras do Nordeste. A lagarta passa a maior parte da vida entrincheirada no caule da cana, fora do alcance dos inseticidas. “A única forma de controle é a remoção manual”, diz o coordenador do projeto no Cenargen, Eduardo Romano. Com a transgenia, os cientistas esperam capacitar a planta geneticamente para se defender da praga por conta própria, produzindo uma proteína tóxica para a lagarta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genes com essa característica já foram isolados de uma bactéria e transferidos com sucesso para plantas-modelo, como Arabidopsis e fumo (os “camundongos” da biotecnologia agrícola). Os testes com a cana devem começar em breve. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e a Ridesa, uma rede de universidades que trabalha com melhoramento da cana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resistência à seca, os genes vêm de outras plantas, como soja e café. Romano avalia que, com isso, será possível aumentar significativamente a produtividade dos canaviais, sem necessidade de expansão da fronteira agrícola. “Serão ganhos ambientais, sociais e econômicos muito positivos”, disse. No caso do algodão, o principal alvo é o bicudo, um tipo de besouro que não é combatido pelas variedades transgênicas disponíveis hoje no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romano vê a mudança de prioridades como uma adequação necessária. “Não faz sentido continuar colocando dinheiro público em pesquisas que não vão chegar ao mercado”, disse. Os projetos da batata e mamão, segundo ele, tiveram um papel didático importantíssimo para a formação de pesquisadores e infra-estrutura de pesquisa. “Foi como aprendemos a fazer transgênicos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo - 21/07/07&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4996006582017371337?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4996006582017371337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4996006582017371337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4996006582017371337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4996006582017371337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/embrapa-dar-nfase-transgnico-comercial.html' title='Embrapa dará ênfase a transgênico comercial'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2193665642108867672</id><published>2007-07-19T12:07:00.000-03:00</published><updated>2007-07-19T12:09:16.140-03:00</updated><title type='text'>Embrapa investe em técnicas de biotecnologia</title><content type='html'>A goiabeira, Psidium guajava, L., é uma fruteira tropical típica da América - Latina e Caribe. Pertence a família das Myrtaceae e, portanto, é parente do eucalipto. A goiaba é uma fruta generosa dos pontos de vista nutricional, já que é rica em sais minerais e vitamina C, e medicinal, por ser usada nas receitas caseiras contra escorbuto, diarréias e colo irritável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista agrícola, é foco de importantes projetos comerciais nas regiões nordeste e sudeste. Além disso, é uma fruta facilmente encontrada nos supermercados, sendo uma das preferências dos consumidores, não só por seu cheiro agradável, como também pela cor avermelhada de sua polpa, que lhe confere uma aparência característica e cria até mesmo uma nova tonalidade, carinhosamente conhecida como: “cor de goiaba”. Sem falar no sabor, que a torna presença constante na mesa dos brasileiros, seja na forma in natura, doces, sucos e sorvetes, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura de goiaba no Brasil enfrenta problemas de natureza fitossanitária, entre os quais se destaca a susceptibilidade aos nematóides formadores de galhas. Esses nematóides são devastadores e podem causar 100% de danos. Cerca de 70 % das goiabeiras da região do São Francisco já morreram devido ao ataque do nematóide denominado Meloidogyne mayaguensis. Os nematóides das galhas representam um perigo constante, pois são difíceis de controlar pelo fato de viverem dentro das raízes e parasitarem um grande número de plantas, comerciais ou não, como soja, goiaba, café e plantas daninhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 41 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, identificou acessos de araçás selvagens resistentes a esse parasita. O araçá pertence ao mesmo gênero Psidium e tem o sabor parecido com o da goiaba, embora seja um pouco mais ácido e de perfume mais acentuado. É uma fruta pequena, arredondada, com sementes cuja polpa varia de cor segundo a espécie, predominando o alaranjado e o amarelo-claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não serem variedades comerciais, representam uma esperança para o controle dessa praga, já que a partir da enxertia podem ser propagadas as variedades comerciais, em benefício dos produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biotecnologia, com seu olhar sempre atento aos problemas da agricultura nacional, já está clonando plantas resistentes para disponibilizar esses porta-enxertos de maneira mais rápida e econômica. Na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, estamos micropropagando com sucesso alguns acessos resistentes (foto), que serão testados como porta-enxerto para as variedades comerciais de goiaba no campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só é possível através da interação entre a técnica de cultura de tecido e a fitopatologia, que é fundamental para alavancar a agricultura moderna, além de preparar o caminho para que outras técnicas como a do DNA recombinante apareçam no cenário do agronegócio nacional visando o seu aprimoramento e competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RedaçãoFonte: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.agrolink.com.br/" target="_blank"&gt;Agrolink&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2193665642108867672?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2193665642108867672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2193665642108867672&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2193665642108867672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2193665642108867672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/embrapa-investe-em-tcnicas-de.html' title='Embrapa investe em técnicas de biotecnologia'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7104234095879371258</id><published>2007-07-12T13:14:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T13:15:24.877-03:00</updated><title type='text'>Amazônia em pé vale muito mais</title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimdata1"&gt;12/07/2007               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                              &lt;span class="newstexto1"&gt;              &lt;br /&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;                                                 &lt;b&gt;Por Thiago Romero, de Belém&lt;/b&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Produto Interno Bruto (PIB) da Amazônia gira em torno de R$ 114 bilhões anuais, ou cerca de 6% do PIB brasileiro. Desse total, a atividade agropecuária é responsável por R$ 16,6 bilhões e os produtos e serviços originários da biodiversidade da região respondem por R$ 9 bilhões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os dados foram apresentados por Charles Roland Clement, pesquisador do Departamento de Ciências Agronômicas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na mesa-redonda “Valor econômico da floresta em pé” durante a 59ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Belém. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Temos a maior floresta do mundo, que representa 60% do território nacional e é supostamente considerada o ouro verde do futuro, mas sua biodiversidade contribui em menos de 1% para o PIB brasileiro”, disse Clement. "O Brasil precisa valorizar as novas vocações econômicas e ambientais da floresta amazônica e garantir a manutenção de seus recursos naturais", apontou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pesquisador do Inpa chamou a atenção para a importância da agricultura tradicional – prática essencialmente sustentável em que o pequeno produtor usa tecnologias para recuperar o solo após o cultivo – para o aumento da participação da biodiversidade da floresta no PIB brasileiro. A agricultura tradicional na Amazônia é composta basicamente por frutas exóticas, hortaliças, raízes nativas, plantas medicinais, criação de animais e outros produtos florestais não madeireiros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nesse contexto, destaca-se o açaí (&lt;i&gt;Euterpe oleracea&lt;/i&gt;), considerado um produto florestal não madeireiro cujo mercado tem crescido exponencialmente nos últimos anos. A população do Pará, com pouco mais de 7 milhões de habitantes, é a maior consumidora de açaí do mundo. Hoje, de acordo com Clement, são mais de 10 mil quilômetros quadrados de açaizais estrategicamente localizados entre Belém e Macapá, com cadeias de comercialização e exportação muito bem elaboradas, centros de pesquisa e desenvolvimento eficientes e recursos humanos especializados no manejo do fruto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Somente os habitantes de Belém consomem 400 toneladas do fruto por mês, enquanto a soma do consumo dos outros estados brasileiros é de 40 toneladas. O açaí é um fenômeno recente que dificilmente será replicado em outras regiões ou países, devido às condições únicas de plantio no Norte brasileiro”, apontou Clement. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para o pesquisador, o açaí, impulsionado pelas exportações a países da Europa e da Ásia, é um bom exemplo de aproveitamento da biodiversidade da Amazônia, sem necessariamente ter que derrubar árvores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Derrubar a floresta não é e não pode ser mais lucrativo do que o desenvolvimento da Amazônia com a floresta em pé. O problema é que não há investimentos suficientes para a agregação de novos valores econômicos à altura da biodiversidade da região”, lamentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Plantas do futuro&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Samuel Almeida, pesquisador da Coordenação de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi (Mpeg), apresentou uma lista de “plantas do futuro”, elaborada em parceria com o Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (Probio), do MMA. A lista inicial indicou 2.150 espécies florestais não madeireiras com algum tipo de uso econômico, incluindo plantas aromáticas, medicinais, alimentícias, fibrosas e oleaginosas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Fizemos uma ampla triagem para eliminar duplicidade de informações e identificar espécies que não faziam parte da flora amazônica. A lista final, que está disponível no site do Museu Goeldi, é composta por 73 espécies que estão prontas para se tornar oportunidades de negócio”, afirmou. O açaí é uma delas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Almeida também apresentou dados da fruticultura no Brasil, que registra uma produção anual de cerca de 36 milhões de toneladas em uma área de 2,3 milhões de hectares. O setor emprega 5,6 milhões de pessoas – 27% da mão-de-obra agrícola nacional – e gera de dois a cinco postos de trabalho na cadeia produtiva por hectare cultivado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os bionegócios na Amazônia também não foram esquecidos. Segundo Almeida, existem atualmente 891 empreendimentos em sete estados da Amazônia, responsáveis por cerca de 1,2 mil produtos e serviços prestados por pequenas e médias empresas, associações de produtores, artesãos e cooperativas, em setores como os de alimentos, fármacos, essências, turismo, artesanato e madeira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para conhecer a lista de espécies de plantas do futuro do Norte do país, &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.museu-goeldi.br/sobre/Lista_especies_animais/Lista%20de%20Esp%C3%A9ciesdo%20Futuro%20%20Selecionadas%20-%20Priorit%C3%A1rias%201%20-%20Regi%C3%A3o%20Norte.mht" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7104234095879371258?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7429' title='Amazônia em pé vale muito mais'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7104234095879371258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7104234095879371258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7104234095879371258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7104234095879371258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/amaznia-em-p-vale-muito-mais.html' title='Amazônia em pé vale muito mais'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1294335142641997332</id><published>2007-07-04T12:39:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T12:40:21.991-03:00</updated><title type='text'>A Challenge to Gene Theory, a Tougher Look at Biotech</title><content type='html'>By DENISE CARUSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE $73.5 billion global biotech business may soon have to grapple with a discovery that calls into question the scientific principles on which it was founded.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Last month, a consortium of scientists published findings that challenge the traditional view of how genes function. The exhaustive four-year effort was organized by the United States National Human Genome Research Institute and carried out by 35 groups from 80 organizations around the world. To their surprise, researchers found that the human genome might not be a “tidy collection of independent genes” after all, with each sequence of DNA linked to a single function, such as a predisposition to diabetes or heart disease.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instead, genes appear to operate in a complex network, and interact and overlap with one another and with other components in ways not yet fully understood. According to the institute, these findings will challenge scientists “to rethink some long-held views about what genes are and what they do.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biologists have recorded these network effects for many years in other organisms. But in the world of science, discoveries often do not become part of mainstream thought until they are linked to humans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With that link now in place, the report is likely to have repercussions far beyond the laboratory. The presumption that genes operate independently has been institutionalized since 1976, when the first biotech company was founded. In fact, it is the economic and regulatory foundation on which the entire biotechnology industry is built. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Innovation begets risk, almost by definition. When something is truly new, only so much can be predicted about how it will play out. Proponents of a discovery often see and believe only in the benefits it will deliver. But when it comes to innovations in food and medicine, belief can be dangerous. Often, new information is discovered that invalidates the principles ­ thus the claims of benefit and, sometimes, safety ­ on which proponents have built their products. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For example, antibiotics were once considered miracle drugs that, for the first time in history, greatly reduced the probability that people would die from common bacterial infections. But doctors did not yet know that the genetic material responsible for conferring antibiotic resistance moves easily between different species of bacteria. Overprescribing antibiotics for virtually every ailment has given rise to “superbugs” that are now virtually unkillable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The principle that gave rise to the biotech industry promised benefits that were equally compelling. Known as the Central Dogma of molecular biology, it stated that each gene in living organisms, from humans to bacteria, carries the information needed to construct one protein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteins are the cogs and the motors that drive the function of cells and, ultimately, organisms. In the 1960s, scientists discovered that a gene that produces one type of protein in one organism would produce a remarkably similar protein in another. The similarity between the insulin produced by humans and by pigs is what once made pig insulin a life-saving treatment for diabetics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The scientists who invented recombinant DNA in 1973 built their innovation on this mechanistic, “one gene, one protein” principle. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Because donor genes could be associated with specific functions, with discrete properties and clear boundaries, scientists then believed that a gene from any organism could fit neatly and predictably into a larger design ­ one that products and companies could be built around, and that could be protected by intellectual-property laws. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This presumption, now disputed, is what one molecular biologist calls “the industrial gene.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The industrial gene is one that can be defined, owned, tracked, proven acceptably safe, proven to have uniform effect, sold and recalled,” said Jack Heinemann, a professor of molecular biology in the School of Biological Sciences at the University of Canterbury in New Zealand and director of its Center for Integrated Research in Biosafety. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the United States, the Patent and Trademark Office allows genes to be patented on the basis of this uniform effect or function. In fact, it defines a gene in these terms, as an ordered sequence of DNA “that encodes a specific functional product.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2005, a study showed that more than 4,000 human genes had already been patented in the United States alone. And this is but a small fraction of the total number of patented plant, animal and microbial genes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the context of the consortium’s findings, this definition now raises some fundamental questions about the defensibility of those patents.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If genes are only one component of how a genome functions, for example, will infringement claims be subject to dispute when another crucial component of the network is claimed by someone else? Might owners of gene patents also find themselves liable for unintended collateral damage caused by the network effects of the genes they own? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And, just as important, will these not-yet-understood components of gene function tarnish the appeal of the market for biotech investors, who prefer their intellectual property claims to be unambiguous and indisputable? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While no one has yet challenged the legal basis for gene patents, the biotech industry itself has long since acknowledged the science behind the question. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The genome is enormously complex, and the only thing we can say about it with certainty is how much more we have left to learn,” wrote Barbara A. Caulfield, executive vice president and general counsel at the biotech pioneer Affymetrix, in a 2002 article on Law.com called “Why We Hate Gene Patents.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We’re learning that many diseases are caused not by the action of single genes, but by the interplay among multiple genes,” Ms. Caulfield said. She noted that just before she wrote her article, “scientists announced that they had decoded the genetic structures of one of the most virulent forms of malaria and that it may involve interactions among as many as 500 genes.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Even more important than patent laws are safety issues raised by the consortium’s findings. Evidence of a networked genome shatters the scientific basis for virtually every official risk assessment of today’s commercial biotech products, from genetically engineered crops to pharmaceuticals. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The real worry for us has always been that the commercial agenda for biotech may be premature, based on what we have long known was an incomplete understanding of genetics,” said Professor Heinemann, who writes and teaches extensively on biosafety issues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Because gene patents and the genetic engineering process itself are both defined in terms of genes acting independently,” he said, “regulators may be unaware of the potential impacts arising from these network effects.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yet to date, every attempt to challenge safety claims for biotech products has been categorically dismissed, or derided as unscientific. A 2004 round table on the safety of biotech food, sponsored by the Pew Initiative on Food and Biotechnology, provided a typical example: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Both theory and experience confirm the extraordinary predictability and safety of gene-splicing technology and its products,” said Dr. Henry I. Miller, a fellow at the Hoover Institution who represented the pro-biotech position. Dr. Miller was the founding director of the Office of Biotechnology at the Food and Drug Administration, and presided over the approval of the first biotech food in 1992.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Now that the consortium’s findings have cast the validity of that theory into question, it may be time for the biotech industry to re-examine the more subtle effects of its products, and to share what it knows about them with regulators and other scientists.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is not the first time it has been asked to do so. A 2004 editorial in the journal Nature Genetics beseeched academic and corporate researchers to start releasing their proprietary data to reviewers, so it might receive the kind of scrutiny required of credible science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACCORDING to Professor Heinemann, many biotech companies already conduct detailed genetic studies of their products that profile the expression of proteins and other elements. But they are not required to report most of this data to regulators, so they do not. Thus vast stores of important research information sit idle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Something that is front and center in the biosafety community in New Zealand now is whether companies should be required to submit their gene-profiling data for hazard identification,” Professor Heinemann said. With no such reporting requirements, companies and regulators alike will continue to “blind themselves to network effects,” he said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Nature Genetics editorial, titled “Good Citizenship, or Good Business?,” presented its argument as a choice for the industry to make. Given the significance of these new findings, it is a distinction without a difference. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denise Caruso is executive director of the Hybrid Vigor Institute, which studies collaborative problem-solving. E-mail: dcaruso@nytimes.com.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1294335142641997332?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nytimes.com/2007/07/01/business/yourmoney/01frame.html' title='A Challenge to Gene Theory, a Tougher Look at Biotech'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1294335142641997332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1294335142641997332&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1294335142641997332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1294335142641997332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/07/challenge-to-gene-theory-tougher-look.html' title='A Challenge to Gene Theory, a Tougher Look at Biotech'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-568251246148043348</id><published>2007-06-15T12:42:00.000-03:00</published><updated>2007-06-15T12:43:28.548-03:00</updated><title type='text'>EUA encampam projeto de brasileiros para "livro genético" de eucalipto</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:100%;"&gt;Da Folha Online&lt;/span&gt;        &lt;p style="line-height: 100%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;" &gt;       &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;" &gt;Um projeto para o seqüenciamento na íntegra do genoma        do eucalipto, que nasceu por iniciativa de um grupo de pesquisa        brasileiro, acaba de ser aprovado pelo Joint Genome Institute, uma        verdadeira usina de soletrar genomas ligada ao Departamento de Energia do        governo dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em três anos, o mundo conhecerá todo o livro        genético do eucalipto, planta que ganha cada vez mais importância por        causa de sua utilidade energética. A iniciativa, além do Brasil, conta com        grupos da África do Sul e da Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O interessante é que o        exemplar da planta escolhido para o seqüenciamento é de São Paulo, da        Companhia Suzano de Papel e Celulose", disse à Folha o pesquisador Dario        Grattapaglia, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, o líder do        projeto de pesquisa pelo lado do Brasil. O eucalipto é nativo da        Austrália.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;Todo o trabalho computacional de anotação e de montagem \n      do genoma será feito nos Estados Unidos. Os dados serão públicos e vão ser \n      colocados na internet. &amp;quot;Isso será muito bom. Com as ferramentas genéticas \n      que já temos, conseguiremos nos manter na liderança desse campo de \n      pesquisas&amp;quot;, diz o cientista da Embrapa.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;Dentro da classificação dos \n      botânicos, o eucalipto é um gênero que agrupa mais de 700 espécies. Apenas \n      20 são plantadas. &amp;quot;O nosso estudo é sobre o eucalipto tropical, o \n      Eucalyptus grandis&amp;quot;, disse o pesquisador.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;O projeto organizado pelo \n      Brasil concorreu com outros 120 que foram apresentados num único ano, na \n      chamada referente a 2008, para o instituto americano. O fato de o \n      eucalipto entrar na lista das iniciativas aprovadas - ele não foi o único \n      - tem tudo a ver com o interesse americano pelo setor industrial atrelado \n      ao vegetal.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;&amp;quot;Existem várias empresas americanas atuando no Brasil. \n      Essa planta é importante porque hoje, além do papel e da celulose, ela é \n      usada como fonte de energia, por exemplo, como combustível vegetal na \n      produção de aço&amp;quot;, explica Grattapaglia. &amp;quot;Outra aplicação é que, no caso \n      das plantações, o eucalipto pode ser usado em projetos de seqüestro de \n      carbono&amp;quot;.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\u003cstrong\&gt;Dados em falta - \u003c/strong\&gt;O Brasil tem dois \n      grupos de pesquisa que já seqüenciaram o genoma do eucalipto. No entanto, \n      apenas as chamadas ESTs (seqüências que expressam proteínas) foram \n      soletradas. Grattapaglia considera essencial, agora, que todo o genoma \n      seja conhecido.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;Tanto o grupo paulista, financiado pela Fapesp - \n      Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, quanto o federal - \n      liderado por Grattapaglia, que contou com recursos do Ministério de \n      Ciência e Tecnologia - encerraram seus trabalhos com menos de 10% do \n      genoma da planta decifrado.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;&amp;quot;No nosso caso, mais importante do que \n      o seqüenciamento em si foi a rede de pesquisa que nós montamos no país. \n      Com ela, conseguimos apresentar esse projeto aos americanos&amp;quot;.",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o trabalho computacional de anotação e de montagem        do genoma será feito nos Estados Unidos. Os dados serão públicos e vão ser        colocados na internet. "Isso será muito bom. Com as ferramentas genéticas        que já temos, conseguiremos nos manter na liderança desse campo de        pesquisas", diz o cientista da Embrapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da classificação dos        botânicos, o eucalipto é um gênero que agrupa mais de 700 espécies. Apenas        20 são plantadas. "O nosso estudo é sobre o eucalipto tropical, o        Eucalyptus grandis", disse o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto organizado pelo        Brasil concorreu com outros 120 que foram apresentados num único ano, na        chamada referente a 2008, para o instituto americano. O fato de o        eucalipto entrar na lista das iniciativas aprovadas - ele não foi o único        - tem tudo a ver com o interesse americano pelo setor industrial atrelado        ao vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Existem várias empresas americanas atuando no Brasil.        Essa planta é importante porque hoje, além do papel e da celulose, ela é        usada como fonte de energia, por exemplo, como combustível vegetal na        produção de aço", explica Grattapaglia. "Outra aplicação é que, no caso        das plantações, o eucalipto pode ser usado em projetos de seqüestro de        carbono".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dados em falta - &lt;/strong&gt;O Brasil tem dois        grupos de pesquisa que já seqüenciaram o genoma do eucalipto. No entanto,        apenas as chamadas ESTs (seqüências que expressam proteínas) foram        soletradas. Grattapaglia considera essencial, agora, que todo o genoma        seja conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o grupo paulista, financiado pela Fapesp -        Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, quanto o federal -        liderado por Grattapaglia, que contou com recursos do Ministério de        Ciência e Tecnologia - encerraram seus trabalhos com menos de 10% do        genoma da planta decifrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No nosso caso, mais importante do que        o seqüenciamento em si foi a rede de pesquisa que nós montamos no país.        Com ela, conseguimos apresentar esse projeto aos americanos".&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;O \n      grupo paulista, trabalhando sozinho, vem obtendo alguns resultados \n      positivos com as seqüências já obtidas.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;O negócio do eucalipto \n      movimenta no Brasil algo ao redor dos R$ 80 bilhões, aproximadamente 4% do \n      PIB nacional. (Folha \nOnline)\u003c/div\&gt;\u003c/font\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\u003c/tbody\&gt;\u003c/table\&gt;\u003c/div\&gt;\u003c/div\&gt;\n",0] ); D(["ce"]);  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O        grupo paulista, trabalhando sozinho, vem obtendo alguns resultados        positivos com as seqüências já obtidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio do eucalipto        movimenta no Brasil algo ao redor dos R$ 80 bilhões, aproximadamente 4% do        PIB nacional. (Folha  Online)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-568251246148043348?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&amp;id=31754' title='EUA encampam projeto de brasileiros para &quot;livro genético&quot; de eucalipto'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/568251246148043348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=568251246148043348&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/568251246148043348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/568251246148043348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/eua-encampam-projeto-de-brasileiros.html' title='EUA encampam projeto de brasileiros para &quot;livro genético&quot; de eucalipto'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6842775682021095573</id><published>2007-06-15T12:36:00.001-03:00</published><updated>2007-06-15T12:36:49.196-03:00</updated><title type='text'>Genetically modified food: No more secrets</title><content type='html'>Do: New Democratic Party, 12 June 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;People want to know what's in their food, says NDP MP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OTTAWA - Alex Atamanenko (BC Southern Interior) tabled a private member's bill today that will bring transparency to the use of genetically modified foods. His bill will require the mandatory labelling of Genetically Modified Organisms (GMOs) in food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Year after year the results of public opinion polls overwhelmingly demonstrate that over 80% of Canadians want products containing genetically modified organisms to be labelled," said the NDP Agriculture Critic. "People should have the right to make informed choices about the food they purchase to feed their families.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In April 2004 the Canadian government adopted a standard of voluntary labelling, claiming to have confidence that companies would voluntarily label GM food products in response to consumer demand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I would point out to the government that after three years of voluntary labelling there is yet to be a single label indicating the presence of genetically modified organisms,' said Atamanenko.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to Atamanenko, the government and their partners in the Biotech industry have long claimed it would be far too expensive to implement such a labelling system, pegging the cost to Quebec alone at $150 - $200 million. A recent study commissioned by Quebec's Department of Agriculture estimates that in Quebec the cost would be $28 million per year for industry and $1.7 million for the Quebec government. "Considering that the people of Quebec spent $28B in food expenditures, a labelling cost of approximately 0.1 percent of that amount seems very reasonable," said Atamanenko. It is estimated that up to 70% of processed foods sitting on grocery store shelves may contain GMOs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Over 40 other countries require mandatory labelling of foods that contain genetically modified organisms (GMOs) including the European Union, Japan, China, Australia and New Zealand. In these countries there was no impact on consumers when labelling requirements were implemented because businesses adopted innovations in management and marketing to absorb the supplemental costs. "Why is it that we can offer documentation for non-GMO products we export into countries that don't allow these products, but we can't offer the same to Canadian consumers?" demanded Atamanenko.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The NDP Agriculture Critic was joined by Eric Darier from Greenpeace.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6842775682021095573?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ndp.ca/page/5437' title='Genetically modified food: No more secrets'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6842775682021095573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6842775682021095573&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6842775682021095573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6842775682021095573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/genetically-modified-food-no-more.html' title='Genetically modified food: No more secrets'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2887010650189651442</id><published>2007-06-12T10:24:00.000-03:00</published><updated>2007-06-12T10:25:26.090-03:00</updated><title type='text'>Novos estudos expõem danos do glifosato</title><content type='html'>Por Stephen Leahy para o IPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos científicos somam provas do impacto na saúde humana e animal do herbicida Roundup, usado para eliminar plantações de coca na Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TORONTO, 11 de junho (Tierramérica).- A fumigação aérea, financiada pelos Estados Unidos, de plantações colombianas de coca perto da fronteira com o Equador, afetou severamente o DNA da população local, revelaram cientistas da Pontifícia Universidade Católica do Equador, em Quito. Mostras de sangue de 24 equatorianos, que vivem a uma distância de até três quilômetros da fronteira setentrional, apresentaram aberrações de cromossomos entre 600% e 800% superiores aos das pessoas que vivem a 80 quilômetros, afirma o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os moradores da fronteira examinados estiveram expostos ao herbicida comum glifosato – que a empresa norte-americana Monsanto patenteou sob o nome de Roundup – pelas aspersões aéreas ordenadas por Bogotá a partir de 2000, como parte do Plano Colômbia antidrogas e contra-insurgente financiado por Washington. Os equatorianos apresentaram imediatamente dores intestinais e vômitos, diarréia, dores de cabeça, tonturas, aturdimento, ardor nos olhos ou na pele, visão embaçada, dificuldade para respirar e brotoeja, diz o estudo, que será publicado na revista científica brasileira Genetics and Molecular Biology, da Sociedade Brasileira de Genética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o dano encontrado no DNA (ácido desoxirribonuclêico) das pessoas analisadas pode ativar o desenvolvimento de câncer e outras anomalias que provocam aborto espontâneo, segundo o pesquisador César Paz y Miño, diretor de Genética Molecular Humana na Universidade Católica do Equador e principal autor da pesquisa. Em geral, todas as pessoas apresentam algum grau de dano genético por exposição a radiação ultravioleta, poluição do ar ou produtos tóxicos, entre outros fatores. Contudo, dos 24 analisados, nenhum fumava, tomava bebida alcoólica ou remédios não prescritos, nem empregava em seu trabalho herbicidas ou pesticidas que pudessem ter causado o problema observado, disse Paz y Miño ao Terramérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concentração de Roundup, 20 vezes superior ao máximo recomendado pelas normas norte-americanas, pode ser a razão de seu efeito genotóxico (capaz de causar mutação genética) nos indivíduos expostos, acrescentou o cientista. As amostras de sangue foram tomadas pelo médico espanhol Adolfo Maldonado, da não-governamental Ação Ecológica, que desde o início da década estuda problemas sanitários, econômicos e sociais de populações equatorianas afetadas pelas fumigações feitas pela Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2000, Washington financia as fumigações colombianas de coca, matéria-prima da cocaína, da qual a Colômbia é primeiro produtor mundial, e nos últimos três anos gastou mais de US$ 1,3 bilhão no combate ao narcotráfico. No ano passado, a Direção Antinarcóticos da Policia Nacional Colombiana fumigou 171.613 hectares de coca e papoula, segundo o Informe sobre a Estratégia Internacional de Controle de Narcóticos, divulgado em março pelo Departamento de Estado norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aspersões aumentam a cada ano, desde 2000. Em 2006, foram 24% superiores às do ano anterior. Três unidades de fumigação aérea, financiadas e operadas por Washington, trabalham em tempo integral na Colômbia, e uma quarta entrou em operação em 2006, diz o Informe. A aspersão “segue rígidas medidas ambientais, controladas por várias agências do governo da Colômbia”, afirma. Quanto a problemas sanitários, “o Instituto Nacional Colombiano de Saúde não verificou um único caso de efeitos adversos para a saúde humana vinculados à fumigação com glifosato”, assegura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz y Miño refuta essa afirmação. Além de seu estudo, pesquisas da Universidade de Los Andes e da Universidade Nacional da Colômbia “dão conta de dano causado pelas fumigações aéreas nos colombianos”, afirmou. Desde 1994, vários estudos mostram impactos do Roundup nas pessoas e na natureza, acrescentou o cientista. O Roundup é uma mistura de glifosato e outros produtos que aumentam a penetração do herbicida ou estimulam seus efeitos tóxicos. Somente o glifosato – ingrediente ativo – foi completamente testado pelas autoridades norte-americanas quanto aos seus impactos sanitários e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, cientistas franceses, liderados por Gilles-Eric Seralin, afirmaram que algumas horas de exposição ao Roundup, a uma concentração dez vezes menor do que a encontrada no uso agrícola, eram tóxicas para células da placenta humana. Em maio, Seralin informou sobre novas descobertas, segundo as quais, mesmo diluído até dez mil vezes, o Roundup alterava a produção hormonal das células placentárias. “Este trabalho pode ajudar a compreender melhor os abortos espontâneos, nascimentos prematuros e malformações sexuais em recém-nascidos”, disse Seralin em um comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril deste ano, danos no DNA foram documentados por cientistas turcos da Universidade de Mersin. Mesmo em concentrações de cinco a 15 partes por milhão, o Roundup afetou o material genético dos peixes, afirmaram. “Não há dúvidas de que as fumigações estão matando os anfíbios na Colômbia”, disse Rick Relyea, biólogo da Universidade de Pittsburgh, dos Estados Unidos. Em 2005, Relyea documentou que o Roundup era letal para as rãs. Mais de 90% dos girinos morreram após serem expostos a pequenas doses de polioxietil amina (POEA), parte da fórmula do Roundup que ajuda o glifosato a penetrar nas folhas das plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiências com rãs norte-americanas mostraram que “mais de 80% dos adultos expostos ao Roundup em proporções normais morreram em um dia”. Não há dados sobre os impactos da fumigação em anfíbios colombianos. Essas descobertas levaram o congresso dos Estados Unidos a exigir, em 2006, garantias de que os mangues colombianos não seriam fumigados, disse Relyea ao Terramérica. Entretanto, a maioria das rãs vive em pequenos pântanos que não são facilmente detectáveis do ar, e muitas espécies se encontram em árvores e pastagens, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Roundup é o herbicida mais usado no mundo, pode ser um fator que explique a drástica diminuição das populações de rãs, mas não há provas concludentes, afirmou Relyea. Por outro lado, são claras as evidências do efeito das fumigações na fronteira equatoriana, assegurou Paz y Miño. Foram documentados destruição de cultivos legais, morte de gado, animais domésticos e peixes, além dos impactos na saúde humana. Seu grupo de pesquisas está terminando uma nova série de estudos sobre os efeitos do glifosato, apenas com o POEA, em insetos e células humanas cultivadas in vitro. “Posso adiantar que estamos encontrando dano genético”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O autor é correspondente da IPS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2887010650189651442?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&amp;idnews=250' title='Novos estudos expõem danos do glifosato'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2887010650189651442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2887010650189651442&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2887010650189651442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2887010650189651442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/novos-estudos-expem-danos-do-glifosato.html' title='Novos estudos expõem danos do glifosato'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1038554081199002137</id><published>2007-06-05T16:29:00.000-03:00</published><updated>2007-06-05T16:35:17.971-03:00</updated><title type='text'>O milho Liberty Link</title><content type='html'>A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) aprovou em meados de maio a primeira variedade comercial de milho transgênico - o milho Liberty Link da Bayer. Em um processo cheio de controvérsias e irregularidades, sem regras claras para esse tipo de liberação, a Comissão mostrou que não tem qualquer compromisso com o meio ambiente e nem com a população brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse não é o ponto final na história: a decisão ainda precisa passar pelo CNBS (Conselho Nacional de Biossegurança), composto por 11 ministros. O CNBS pode, entre outras coisas, exigir que a Bayer faça os estudos de impacto ambiental, que nunca foram pedidos pela CTNBio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O milho é um dos três cereais mais consumidos pelos brasileiros e muitas vezes é o único alimento do dia. Ele está presente em quase tudo o que comemos atualmente, e o plantio em larga escala pode ter impactos muito sérios. Além dos danos ao meio ambiente, como o aumento do uso de agrotóxicos, a perda de biodiversidade e a contaminação genética (como já foi ilustrado no &lt;a href="http://www.greenpeace.org.br/transgenicos/pdf/relatorio_contaminacao_lores.pdf"&gt;Relatório de Contaminação&lt;/a&gt;), a liberação do milho transgênico pode trazer graves conseqüências econômicas para os agricultores e pode acabar com nossa opção por alimentos saudáveis e livres de modificações genéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há tempo! Envie agora mesmo uma mensagem para os 11 ministros do CNBS e exija que eles revejam a decisão da CTNBio de liberar o milho da Bayer.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&amp;id=7994"&gt;Greenpeace&lt;/a&gt; - 04/06/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1038554081199002137?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&amp;id=7994' title='O milho Liberty Link'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1038554081199002137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1038554081199002137&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1038554081199002137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1038554081199002137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/o-milho-liberty-link.html' title='O milho Liberty Link'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-636353178341755437</id><published>2007-06-02T15:03:00.000-03:00</published><updated>2007-06-02T15:04:20.134-03:00</updated><title type='text'>Bill to Ban Terminator Introduced in Canada</title><content type='html'>A bill to prohibit field testing and commercialization of Terminator seed technology was introduced in the Canadian Parliament today. Terminator refers to plants that are genetically engineered to render sterile seeds at harvest - a technology that aims to maximize seed industry profits by preventing farmers from re-planting harvested seed. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Canada needs to pass this bill into law because genetic seed sterilization is dangerous and blatantly anti-farmer - suicide seeds threaten to intensify corporate control over Canadian agriculture and offer no benefits for farmers," said Colleen Ross of the National Farmers Union.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Initially developed by the US Department of Agriculture and multinational seed companies, "suicide seeds" have not been commercialized anywhere in the world due to an avalanche of opposition from farmers, indigenous peoples, civil society and some governments. In 2000, the United Nations Convention on Biological Diversity recommended a de facto moratorium on field-testing and commercial sale of Terminator seeds; the moratorium was re-affirmed in 2006. India and Brazil have already passed national laws to prohibit the technology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Canada has led a behind-the-scenes push to undermine the United Nations moratorium," points out Pat Mooney, Executive Director of the Ottawa-based ETC Group, "so it's time the Canadian Government listened to the people."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Researchers are continuing to develop and win patents on Terminator &lt;br /&gt;because seed sterility is simply too lucrative for industry to abandon," said Lucy Sharratt of the Canadian Biotechnology Action Network. "A national law to prohibit the technology is the only way to insure that Terminator is never commercialized in Canada. The Government of Canada must show its commitment to the international&lt;br /&gt;community and not bow to industry pressure," said Sharratt. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The full text of the Canadian bill will be available here on June 1: &lt;br /&gt;www.banterminator.org/canada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For further information:&lt;br /&gt;Lucy Sharratt, Coordinator, Canadian Biotechnology Action Network,&lt;br /&gt;tel: +1 613 241 2267 email: coordinator@cban.ca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hope Shand, ETC Group, tel: +1 919 960 5223   email: hope@etcgroup.org&lt;br /&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;Ban Terminator Action Alerts Canada &lt;br /&gt;contact@banterminator.org&lt;br /&gt;http://www.banterminator.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-636353178341755437?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/636353178341755437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=636353178341755437&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/636353178341755437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/636353178341755437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/bill-to-ban-terminator-introduced-in.html' title='Bill to Ban Terminator Introduced in Canada'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-774591232835576558</id><published>2007-06-02T14:31:00.001-03:00</published><updated>2007-06-02T14:31:52.251-03:00</updated><title type='text'>Tribunal de Justiça suspende ordem para reintegrar fazenda da Syngenta</title><content type='html'>TJ suspende ordem para reintegrar fazenda da Syngenta&lt;br /&gt;Pela decisão anterior, a multa começaria a valer na quinta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Bem Paraná &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desembargador Paulo Roberto Hapner, do Tribunal de Justiça do Paraná, concedeu nesta sexta-feira (18) liminar ao Governo do Estado suspendendo a ordem de reintegração de posse da fazenda da multinacional suíça Syngenta Seeds, uma área de 127 hectares localizada no município de Santa Teresa do Oeste, no Oeste do Paraná. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reintegração de posse havia sido concedida à Syngenta pela juíza Vanessa de Souza Camargo, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, no último dia 25 de abril. Ela estabeleceu uma multa diária de R$ 50 mil ao Governo do Estado em caso de não cumprimento da ordem judicial. A multa começaria a valer nesta quinta-feira (17). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em seu agravo de instrumento, o Governo do Estado, através da Procuradoria Geral do Estado , alegou que a juíza da 4ª Vara da Fazenda Pública não tinha competência para dar ordem de desocupação da fazenda. Portanto, a competência sobre a matéria é da Comarca de Cascavel", argumentou Jozélia Nogueira Broliani, procuradora-geral do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo foi encaminhado pelo desembargador Paulo Roberto Hapner para o colegiado da 17ª Câmara Cível de Curitiba, para nova apreciação, em data ainda a ser determinada. Mas a procuradora do Estado não acredita que a decisão do desembargador seja reformulada. "Entretanto, acreditamos que a empresa poderá refazer o pedido de reintegração de posse no Fórum de Cascavel", completou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro de Agroecologia - O Governo do Paraná decidiu desapropriar a área de 127 hectares para instalar um centro de agroecologia. A Syngenta plantava soja e milho transgênicos na estação de pesquisas, o que desrespeita a lei brasileira, pois a fazenda fica dentro da zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu. Estudos apontam que plantações de transgênicos estão contaminando de forma irreversível as lavouras convencionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Syngenta já foi multada em R$ 1 milhão em março do 2006 pelo Ibama, que constatou o plantio de transgênico na estação de pesquisas, que fica na zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu, uma faixa de dez quilômetros contada a partir dos limites da reserva. A multinacional ignorou a autuação do Ibama. Não recorreu da decisão nem pagou a multa. Por causa do plantio irregular de transgênicos, a estação de pesquisas foi invadida por integrantes da Via Campesina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março de 2006 o Ibama fez uma vistoria na vizinhança do Parque Nacional do Iguaçu e constatou o plantio de transgênicos em outras 13 propriedades, além da Syngenta. Todas foram multadas. Os proprietários de 13 fazendas recorreram e a Justiça Federal confirmou as multas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desapropriação da estação de pesquisas da Syngenta baseia-se em critérios técnicos. O decreto estadual 7.487/06, que trata da desapropriação da fazenda, deixa claro os fundamentos jurídicos da medida. O decreto cita o artigo 23 da Constituição Federal, que outorga aos Estados competência para proteger as paisagens naturais notáveis e o meio ambiente, combater a poluição em qualquer de suas formas e preservar as florestas, a fauna e a flora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a área foi identificada tecnicamente pela Secretaria da Agricultura como o local ideal para instalar o centro de agroecologia, cuja criação e atribuições foram aprovados pela Assembléia Legislativa em dezembro do ano passado. Como qualquer desapropriação, ela implica no pagamento da justa indenização pelo governo estadual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-774591232835576558?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.assuntosdecuritiba.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=84' title='Tribunal de Justiça suspende ordem para reintegrar fazenda da Syngenta'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/774591232835576558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=774591232835576558&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/774591232835576558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/774591232835576558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/tribunal-de-justia-suspende-ordem-para.html' title='Tribunal de Justiça suspende ordem para reintegrar fazenda da Syngenta'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-842933420695201024</id><published>2007-06-01T12:58:00.000-03:00</published><updated>2007-06-01T13:00:04.907-03:00</updated><title type='text'>Dedo Duro</title><content type='html'>Scientists with Ties to Industry&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="420"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td class="integtext" colspan="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td colspan="1"&gt;&lt;span class="arial18"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:#5dbfec;"&gt;Search for:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td colspan="1"&gt;    &lt;form action="/cgi-bin/integrity.cgi" method="post" onsubmit="return validateForm()" name="form1"&gt;    &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="400"&gt;    &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td colspan="4"&gt;&lt;input name="search_string" size="45" maxlength="45" type="text"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td colspan="4" height="5"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="5" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td height="1"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="1" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td height="1"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="1" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td height="1"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="1" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td height="1"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="1" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td width="100"&gt;&lt;input checked="checked" name="criteria" value="name" type="radio"&gt;&lt;nobr&gt;Last Name&lt;/nobr&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="100"&gt;&lt;input name="criteria" value="topic" type="radio"&gt;Topic&lt;/td&gt;&lt;td width="100"&gt;&lt;input name="criteria" value="university" type="radio"&gt;University&lt;/td&gt;&lt;td width="100"&gt;&lt;input name="criteria" value="company" type="radio"&gt;Company&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td colspan="4" height="35"&gt;&lt;img src="http://www.cspinet.org/images/spacer.gif" alt="" border="0" height="35" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;    &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td class="arial14" colspan="4"&gt;&lt;input value="Search" type="submit"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;/form&gt; In addition to this database, you may want to look though our &lt;a href="http://www.cspinet.org/integrity/corp_funding.html"&gt;list of Non-Profit Organizations with Ties to Industry&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-842933420695201024?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cspinet.org/integrity/search.html' title='Dedo Duro'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/842933420695201024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=842933420695201024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/842933420695201024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/842933420695201024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/06/dedo-duro.html' title='Dedo Duro'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3662709835328973946</id><published>2007-05-24T14:43:00.000-03:00</published><updated>2007-05-24T14:45:27.969-03:00</updated><title type='text'>Médica sai da CTNBio atirando</title><content type='html'>Por MARCELO LEITE para o blgue Ciencia em Dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lia Geraldo da Silva Augusto, médica sanitarista, especialista em meio ambiente e pesquisadora-titular da Fiocruz, renunciou à condição de membro da CTNBio, aquela comissão de biossegurança - segundo ela, de biotecnologia - que é técnica antes de ser nacional. Saiu atirando, como se pode ler na &lt;a href="http://cienciaemdia.zip.net/biotecnologias/"&gt;carta&lt;/a&gt; que divulgou, datada de 17 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faço aqui juízo de valor, mas chamo a atenção para a carta porque raramente se tem acesso a uma perspectiva diversa daquela que se apresenta como consensual na comunidade científica (pró-transgênicos, ou melhor, pró-CTNBio). Tomei o cuidado de fazer contato com Lia Giraldo para confirmar a autenticidade da carta, que havia recebido por e-mail, e aproveitei para lhe perguntar se lamentava ter integrado a comissão e se tinha sugestões de aperfeiçoamento institucional, para fazer avançar essa cansativa querela dos transgênicos. Eis sua resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta corresponde àquela que enviei à CTNBio. Sou uma servidora pública, desempenhei diversos papéis e nunca abri mão de princípios éticos sustentados por conhecimentos técnicos e científicos na condução de minhas ações profissionais. Não há arrependimento por ter participado nessa comissão, ao contrário, fiquei honrada de ter recebido a confiança do movimento social. Só lamento ter que sair dela, pois não quero legitimar processos nos quais a nossa posição de membros altamente qualificados não é considerada. As razões estão bem colocadas na carta, a CTNBio não tem estrutura para assumir as atribuições que a lei lhe confere. Retirar dos órgãos reguladores o papel de analisar os pedidos e transferir para uma comissão de pares não foi um caminho adequado. O CNBS (Conselho Nacional de Biossegurança) já seria suficiente para examinar as questões de oportunidade econômica e social da liberação comercial dos transgênicos. A CTNBio  precisa ser uma comissão de biossegurança no sentido estrito da palavra, e não uma comissão de defesa da biotecnologia, como tem sido. Não quero fazer de conta que estamos aprovando solicitações após uma análise profunda do ponto de vista da biossegurança para deixar a sociedade tranqüila. Isso não é verdade! Alguns poucos se interessam por apresentar questões relacionadas com análise de risco, mas são votos vencidos, sempre. Portanto minhas sugestões são que a CTNBio seja composta por técnicos qualificados, concursados, dentro das estruturas já existentes dos órgãos reguladores, ou dentro de um órgão com estrutura adequada para fazer essas análises. Técnicos que tenham perenidade e que possam ser passíveis de responsabilidade por seu trabalho. Os pareceres não podem ser por votação, como em um mercado de leilão. É uma vergonha o que se passa dentro da CTNBio. Se o TCU fizesse uma avaliação séria da CTNBio, para verificar se ela cumpre o papel que lhe foi conferido, acredito que mostraria diversas outras falhas no rito processual, em sua instrução, no cumprimento de prazos etc., além dos vícios nas votações, entre outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3662709835328973946?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cienciaemdia.zip.net/biotecnologias/' title='Médica sai da CTNBio atirando'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3662709835328973946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3662709835328973946&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3662709835328973946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3662709835328973946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/mdica-sai-da-ctnbio-atirando.html' title='Médica sai da CTNBio atirando'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6744135909513834543</id><published>2007-05-23T19:08:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T19:13:37.691-03:00</updated><title type='text'>UCS Comments to USDA on Eucalyptus Field Trial</title><content type='html'>May 21 2007&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.ucsusa.org/food_and_environment/genetic_engineering/ucs-comments-to-usda-on-eucalyptus.html" target="_blank"&gt;http://www.ucsusa.org/food_and_environment/genetic_engineering/ucs-comments-to-usda-on-eucalyptus.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Download pdf version&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.ucsusa.org/jump.jsp?itemID=32705294" target="_blank"&gt;http://www.ucsusa.org/jump.jsp?itemID=32705294&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Submitted via Federal eRulemaking Portal: Docket No. APHIS-2007-0027&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To whom it may concern:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Union of Concerned Scientists (UCS) appreciates the opportunity to comment on the environmental assessment (EA) prepared by the Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS) for a proposed field test of genetically engineered (GE) hybrid eucalyptus.[1] The trees in this proposed field test contain two unidentified cold-tolerance genes, an undisclosed gene for reduced flower development, and an undisclosed selectable marker, under permit application 06-325-111r. The permit would allow growth and flowering for three years, after which the applicant would be allowed to request an extension of the permit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UCS, the leading science-based nonprofit working for a healthy environment and a safer world, combines independent scientific research and citizen action to develop innovative, practical solutions and secure responsible changes in government policy, corporate practices, and consumer choices. A major goal of UCS's Food and Environment Program is to strengthen the regulatory system that applies to products of agricultural biotechnology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significance of Proposed Trial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This proposed field test is important for several reasons.&lt;br /&gt;• As the first test we are aware of to allow flowering and possible seed development in a GE forest tree species, it will set precedents for risk assessment.&lt;br /&gt;• Forest trees are relatively undomesticated, and as such are capable of surviving and spreading in suitable environments without human assistance. They differ in this respect from most crop plants, which do not thrive in the environment without human cultivation. Therefore, forest tree species pose a risk of gene flow beyond the test site by outcrossing or seed escape.&lt;br /&gt;• Because they are often important members of ecosystems, they may have far-ranging impacts if they escape and spread.&lt;br /&gt;• Finally, as an introduced species, this GE hybrid may have the capacity to become invasive, thereby seriously disrupting native ecosystems, as has been the case with several other eucalyptus species introduced into California.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inadequacies in APHIS's Environmental Assessment&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS has concluded in its EA that the proposed field test "…should not present a risk of introduction and dissemination of a plant pest and should not have a significant impact on the quality of the human environment" (EA, p. 5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UCS disagrees with APHIS's risk assessment for two reasons. First, the types of genes involved could facilitate gene flow and spread of these transgenic trees into the environment, and second, APHIS has not supported its conclusions about gene flow or environmental impact with substantive data. Instead of data, APHIS bases its conclusions largely on poorly supported inference and selective interpretation of information about eucalyptus species. Although APHIS proposes several conditions to prevent gene flow, these conditions are inadequate to ensure that gene flow will not occur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We are particularly troubled that APHIS seems to have neglected admonishments from recent federal lawsuits that criticized the agency for lax assessment of gene flow risks. APHIS also continues to ignore the assessment of the National Research Council (NRC) of the National Academy of Sciences, which criticized the agency for lack of rigor in its risk assessments.[2] The NRC criticized APHIS for frequently concluding that the absence of risk data meant that no risk existed. The NRC pointed out that the absence of evidence about a risk is not the same as evidence of the absence of a risk. In other words, when data about a risk are lacking, it is improper to conclude, as APHIS continues to do, that the risk is insignificant. In continuing to draw conclusions of no risk based on little or no data, APHIS has not fulfilled its responsibilities under the National Environmental Protection Act (NEPA) to take a "hard look" at the risks from the proposed field test.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We also are disappointed that APHIS has allowed the applicant to declare the identity of the genes to be confidential business information (CBI) without providing any reasons for doing so. It is not possible for the public to provide completely informed comments, and thus fulfill the purpose of these comments, when critical information such as gene names is withheld.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is especially difficult to understand how a selectable marker gene that APHIS acknowledges has been used in several commercialized transgenic crops could be claimed as CBI. Risk from different markers can differ substantially. For example, an herbicide-tolerance marker could reduce the ability to control escaped GE eucalyptus, while resistance to an antibiotic like kanamycin would not. Use of a glyphosate-tolerance gene as a marker would carry even greater risk, because glyphosate is widely used to control invasive plants – especially in and near wetlands.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Based on these reasons and our detailed assessment below, UCS recommends that the proposed field tests not be allowed, or at least the trees not be allowed to flower, until data are acquired that absolve the field test of significant risk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UCS Analysis of the Risk of Escape of Transgenic Eucalyptus Beyond the Test Plot&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribution of Cold-Tolerance Genes to Invasiveness or Other Environmental Harm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS concludes that cold-tolerance genes are "not expected" to alter the weediness of the trees. This claim is made suspect by APHIS admission that susceptibility to cold limits the establishment of these trees in most of the southern United States. APHIS arrives at its conclusion by claiming that the cold-tolerance genes would not be expected to affect (enhance) the reproductive biology of the trees, and thereby overcome "difficulty" that these trees have in becoming established without human intervention.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, there is no accepted definition of invasiveness that requires such traits to "…affect the reproductive biology such as seed production or vegetative reproduction capabilities" (EA, p. 14), as APHIS suggests. Predictions about invasiveness based on a few characteristics of an introduced species are not reliable. On the other hand, some species of Eucalyptus are invasive in the United States, and several others have become established. The fact that several Eucalyptus species have been able to grow in the wild in the United States should dictate a more careful analysis by APHIS. APHIS cites no data on the competitiveness of this hybrid with native flora in Alabama, nor any references in the scientific literature that supports its contention that these hybrids would not be competitive or invasive in Alabama if they were to survive the cold.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA notes that "The species that ArborGen wishes to allow to flower under this permit have not been categorized as invasive..." (EA, p.10). However, in so stating, APHIS provides no discussion about how and where the parent species have been tested for invasiveness, or where these species have been grown, and for how long. Without this information, APHIS's position is unsupported by needed data. Moreover, it is unclear whether any pertinent data exist to support it. Furthermore, general discussion about Eucalyptus species is inadequate, because invasiveness may be dependent on the specific characteristics of the biotic and abiotic environment where a species is grown. For example, most invasive species are not invasive in their native environments, and it is only when introduced to new environments that they become invasive. It is unsupportable for APHIS to dismiss the possibility that this hybrid could become invasive if it could survive the cold without performing a thorough analysis of its competitiveness. All that is known is that one barrier to possible invasiveness or establishment would be removed by the addition of the cold-tolerance genes, i.e., the current inability to survive the cold.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS is setting too narrow a standard for potential environmental harm by focusing only on the possible invasiveness of GE eucalyptus.  Transgenic cold-tolerant Eucalyptus would not necessarily have to become invasive or noxious, as the EA seems to imply, to potentially harm the environment under NEPA. The establishment of these transgenic plants, which could be virtually permanent or very expensive to eliminate if not detected quickly, could harm the environment by other means, without becoming invasive. For example, many native herbivores may be unable to consume the foliage of these trees, and thus the displacement of native trees by Eucalyptus would cause herbivores to lose food sources. Other herbivores may be harmed by consuming this foliage. Alternatively, some native herbivores may be selectively favored by their ability to feed on Eucalyptus foliage, and thereby increase to undesirable levels. The presence of permanently established transgenic plants in the environment may also be considered harmful under NEPA, as held in a recent federal court ruling concerning genetically engineered creeping bentgrass.[a] A proper assessment of harm pursuant to NEPA must include analyses of all reasonably foreseeable potential environmental impacts.[b]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS discusses whether the transgenes may produce toxic substances, and concludes otherwise, without providing any supporting data. APHIS fails to consider that the trees themselves, independent of transgenes, could be harmful, and that the transgenes could directly facilitate the establishment of possibly harmful tree species in Alabama. In preparing this EA, APHIS did not take a "hard look" at the potential impacts of the approval, as it must to comply with NEPA.[c]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is at least one precedent for cold tolerance as a contributor to invasiveness. In Britain, the introduced Rhododendron, R. ponticum, is a destructively invasive species whose range is believed to have been enhanced by acquiring cold tolerance from another introduced Rhododendron species.[3],[4] R. ponticum comes from the Iberian Peninsula and is not well adapted to the colder climate of Britain, especially some of the colder regions of the British Isles. R. ponticum has been shown to have acquired genes from the cold-tolerant species, R. catawbiense. Hybrid R. ponticum now causes destruction of native heath ecosystems,[5] with mitigation costing millions of dollars. Despite these data, there is no evaluation in the EA of cold tolerance contributing to invasiveness or harm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispersal and Establishment of GE Hybrid Eucalyptus Seed&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA claims that production of seeds, dispersal of seeds, and establishment of transgenic plants beyond the test site are highly unlikely, and therefore there is no significant risk of gene flow or escape. None of these arguments is supported by data, without which they are inadequate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS claims that Eucalyptus has a high level of self-incompatibility, which it expects to significantly limit crossing, and therefore seed production, within the test plot. However, self-compatibility is highly dependant on the specific clone, with fertility levels varying substantially. For example, Pound et al. note that self incompatibility in three individual E. globulus trees (the species in which most of this work has been done) varied from 76% to 100%.[6] Without data showing the actual level of self-compatibility in the transgenic clone to be grown in the proposed field test, APHIS's claim has no basis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS also refers to unpublished "preliminary experiments" conducted by the applicant in which self-pollinated seed obtained from "this genotype…had abnormal morphology and failed to germinate" (EA, p. 11).[d] These experimental data are also inadequate because they fail to disclose the number of seeds tested. Without the number of tested seed, it is impossible to determine the level of viability. Unless a large number of seeds were tested, there can be no confidence that the viability is low enough to ensure that gene flow is highly unlikely. For example, the several hundred trees of the proposed test may produce millions of seeds (since the level of self-incompatibility is not disclosed, we simply do not know how many). In that case, even low levels of seed viability could result in establishment outside the test plot if such seeds escaped.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS notes that Eucalyptus seed is "...very light and small..." but claims that it is "not adapted to wind dispersal" and therefore is expected to "generally" be confined to a radius of about twice the height of the tree (EA, p. 11-12). This assessment relies on references that are not cited as accounting for the effect of high wind speeds on dispersal. Strong winds, such as produced by storms, while not a daily occurrence, are also not rare over a period of several years. It is surprising that APHIS is not considering possible seed dispersal by strong winds because such an event is suspected of causing gene flow of transgenic creeping bentgrass beyond field trial confinement boundaries in Oregon, in addition to cross pollination.[7] It was noted that three of nine escaped transgenic creeping bentgrass plants were likely to be from dispersed seed, with one site 0.4 kilometers from the edge of the control district, and 1.4 kilometers from the nearest creeping bentgrass test plot. Creeping bentgrass seed is also not classically and specifically adapted to wind dispersal, but clearly may be dispersed over significant distances by strong wind. Although not as small as creeping bentgrass seed, the parent Eucalyptus species of the hybrid clone are reported to have seed of about 200,000 to over 300,000 per pound. Seed of that size launched from a tree canopy into a high wind could very likely be dispersed far beyond the 100-meter boundary of the field test. Instead of the limited and inadequate data presented about seed dispersal, APHIS should determine how far the seed from these trees could actually be dispersed by strong winds, and how often storms producing high winds may occur in Baldwin County, Alabama, during the period of seed set. There were 10 tropical storms or hurricanes in southern Alabama, including Baldwin County, between 1995 and 2002. There were also 108 tornado events and 180 severe thunderstorms in Baldwin County between 1950 and 2003.[8] According to the National Oceanic and Atmospheric Administration Coastal Services Center, "The central Gulf of Mexico [which includes Baldwin County] is one of the more hurricane vulnerable locations along the coastline of the United States."[9]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finally, the EA claims that it is very difficult for Eucalyptus trees to become established by seed, and that they need bare mineral soil (i.e., disturbed soil) to be able to germinate and compete. APHIS argues that, therefore, it is highly unlikely that any seed escaping from the test site could become established. However, establishment in the wild of naturally occurring hybrids of introduced Eucalyptus and an indigenous species has been observed.[10] The APHIS assessment is apparently based on general Eucalyptus references rather than data about the specific hybrids of this test, and therefore it is not clear that this information is applicable. More important is that seed is a normal route of dispersal for Eucalyptus species in the wild. Where adequate sites are available, seedlings may become established and competitive. Disturbed sites including roadsides, field margins, and drainage ditches are not uncommon in rural farming areas such as Baldwin County. Once again, APHIS seems to be ignoring lessons from the Oregon creeping bentgrass field test that led to gene flow. In that case, one of the primary reasons for choosing the site of the so-called "control district" in Central Oregon, in addition to removal from turfgrass seed production areas, was that the semi-arid area around that site was said to be unsuitable for creeping bentgrass establishment, and therefore gene flow. In fact, the many disturbed sites in the creeping bentgrass control district that were suitable for establishment allowed transgenic creeping bentgrass to escape into the environment.[11]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA also does not consider the possibility that the hybrids may have transgressive properties relevant to establishment. Although hybrids often have phenotypic traits between the values of the two parents, transgressive traits that exceed either parent are not uncommon.[12] In fact, this property has led to the evolution of new species that grow where neither parent is competitive. Unless transgressiveness is specifically considered and addressed, it cannot be ruled out. Generalizations based only the parent species or on other species of Eucalyptus therefore cannot substitute for data on this hybrid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gene Flow by Cross Pollination with Ornamental Eucalyptus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA dismisses the risk of gene flow between the field test trees and Eucalyptus outside the proposed test site. APHIS claims that there are no "significant plantings" of cold-tolerant species of Eucalyptus in Alabama, that ArborGen has determined that there are no eucalyptus trees within 500 meters of the test site, and that the literature about the genus suggests that 300-meter isolation is sufficient to prevent outcrossing. Furthermore, APHIS notes that several cold-tolerant species are in different taxonomic sections of Eucalyptus, and therefore unlikely to cross with the test species and produce viable and fertile offspring. APHIS also claims that differences in anthesis between the test trees and other species would mitigate crossing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The pollen flow isolation distance cited in the EA is inadequate. Literature on adequate isolation distances is in a state of flux for several reasons, especially because previous standards and measurement techniques, and limited data, are often insufficient to accurately determine pollen flow frequencies, particularly under different ambient conditions.[13] For example, contrary to the data cited in the EA, a recent paper on Eucalyptus nitens demonstrated significant cross pollination at 300 meters (0.7%), with similar levels at the limit of measurement (1.6 kilometers).[14] These levels would, for example, be unacceptable even for most conventional seed purity standards. Several other studies revealed out-crossing between E. grandis and E. urophilla at 800 meters and possible hybridization between two other species at 6 kilometers.[15] The 500-meter zone checked by ArborGen is therefore inadequate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA notes the lack of "significant" plantings of Eucalyptus in Alabama and cites the U.S. Plants Database for support. However, this database does not claim to be comprehensive and would not account for most ornamental plantings. Therefore, there can be no assurance that plantings of Eucalyptus do not occur within pollination distance of the proposed test site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The EA claims that gene flow between field test trees and cold-tolerant Eucalyptus that may be growing in Alabama is unlikely because they are not closely related. The EA suggests that this is demonstrated by the grouping if the different species in different taxonomic sections. Although inter-sectional crosses are often less successful than inter-series crosses, as the EA notes, some inter-sectional crosses may nonetheless produce normal seedlings. In particular, species in some different sections in the subgenus Symphyomytrus often form successful crosses. This subgenus contains most of the cold-tolerant species noted in the EA (E. cinerea, E. gunnii, E. neglecta, E. nova-angelica, and E. macarthurii), which are in the section Maidenaria. Species in Maidenaria often can be successfully crossed with species in the section that contain the trees of the field test, Transversaria.[16] For example, successful crosses between one of the parent species of the field test hybrid, E. grandis, and one of the cold-tolerant species, E. gunnii, have been accomplished. The progeny varied from low viability to vigorous. Therefore, contrary to the EA's assertion, there is a reasonable chance that cold-tolerant Eucalyptus species that may be grown in Alabama could form viable crosses with the field test trees, allowing gene flow to occur. Without data specifically excluding this possibility, the EA has no solid basis to show that gene flow is unlikely.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furthermore, low F1 progeny fertility is not uncommon in crosses between different species in many plant families, but it is often not an absolute barrier to successful hybridization and introgression.[17] Without considerably more experimental data on crosses between the proposed field test trees and possible local Eucalyptus plants, it cannot be said with confidence that outcrossing and establishment in the environment could not occur. More data would also be needed to determine how much overlap of anthesis may occur, which can only be determined by knowing specifically about species that may be in the area. Once again, the EA has supplied insufficient data to have confidence that gene flow is unlikely.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finally, the suggestion that only larger (commercial) plantings of Eucalyptus in the region would be “significant” is incorrect. Larger plantings may be more likely to be pollinated by nearby trees, rather than by trees from a more distant field test. On the other hand, a small number of isolated trees may be more likely to receive pollen from a field test because there is less nearby pollen for the test trees to compete with. In addition, to the extent that the local trees are self-incompatible, they may favor outcrossing with field test pollen, depending on the mechanism of incompatibility.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For all of these reasons, APHIS’s analysis of the possibility of transgene escape by outcrossing is inadequate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UCS Conclusion and Recommendation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APHIS makes many poorly supported inferences and assumptions in its EA that, when carefully considered, reveal a weak and inadequate risk assessment. The data and reasoning used by APHIS do not adequately assess the possibility of gene flow, and therefore do not constitute the "hard look" required under NEPA to ensure the protection of the environment. The EA also does not fulfill the recommendations of the NRC for performing rigorous risk assessments, because APHIS continues to prepare EAs with insufficient data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UCS recommends that APHIS deny a permit to ArborGen until the company submits sufficient data for a rigorous risk assessment and the agency prepares a new EA that takes a "hard look" at risks based on the new data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thank you for your consideration of these comments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincerely,&lt;br /&gt;Doug Gurian-Sherman, Ph.D.&lt;br /&gt;Senior Scientist&lt;br /&gt;Food and Environment Program&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[a] See International Center for Technology Assessment v. Johanns, 473 F. Supp. 2d 9 (D. D.C. 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[b] See 40 C.F.R. 1502.4, 1508.8, 1508.18 &amp; 1508.25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[c] See, e.g., Save the Yaak v. Block, 840 F. 2d 714, 717 (9th Cir. 1988).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[d] APHIS fails to say whether they are referring to the clone genotype, or the specific GE genotypes of the proposed field test.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;References&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Federal Register, vol. 22, April 20, 2007, p. 19, 876-19877.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] National Research Council, "Environmental Effects of Transgenic Plants: the Scope and Adequacy of Regulation," 2002, National Academy Press, Washington, D.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Milne, RI, and Abbott, RJ. 2000. Origin and evolution of invasive naturalized material of Rhododendron ponticum L. in the British Isles, Molecular Ecology 9:541-556.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Ellstrand, NC, "Dangerous Liaisons? When Cultivated Plants Mate with Their Wild Relatives," 2003, The Johns Hopkins University Press, Baltimore, MD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] Mitchell, RJ, et al. 2000. Estimates of nutrient removal during heathland restoration on successful sites in Dorset, southern England. Biological Conservation 95:233-246.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] Pound, LM, et al. 2002. Early ovule development following self- and cross-pollinations in Eucalyptus globulus Labill. ssp. globulus. Annals of Botany 89:613-620.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[7] Reichman, JR, et al. 2006. Establishment of transgenic herbicide-resistant creeping bentgrass (Agrostis stolonifera L.) in non-agronomic habitats. Molecular Ecology 15(13):4243-4255.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[8] Baldwin County, Alabama, "Natural Hazards Mitigation Plan," June 30, 2004, Tables 4.3, 4.4, and 4.6. Online (pdf).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[9] National Oceanic and Atmospheric Administration Coastal Services Center. 1989. Tri-State Hurricane Property Loss and Contingency Planning Study, Phase I, Alabama, Florida and Mississippi. Executive summary, p. ES-3. Online (pdf).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[10] Reichman, JR, et al. 2006, op. cit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[11] Barbour, RC, et al. 2003. Gene flow between introduced and native Eucalyptus: exotic hybrids are establishing in the wild. Australian J. Botany 51(4):429-439.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[12] Riesberg, LH, et al. 1999. Transgressive segregation, adaptation, and speciation. Heredity 83(4):363-372.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[13] Gurian-Sherman, D, "Contaminating the Wild? Gene Flow from Experimental Field Trials of Genetically Engineered Crops to Related Wild Plants," 2006, Center for Food Safety, Washington, D.C. Online (pdf).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[14] Barbour, RC, et al. 2005. Pollen dispersal from exotic eucalypt plantations. Conservation Genetics 6(2):253-257.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[15] Junghans, et al., 1998, and Ashton, DH, and Sandiford, LM, 1988, cited in Potts, BM, et al., "Genetic Pollution from Farm Forestry: Using Eucalypt Species and Hybrids," 2001, RIRDC Publication No. 01/114.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[16] Potts, BM, et al., "Genetic Pollution from Farm Forestry: Using Eucalypt Species and Hybrids," op. cit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[17] Ellstrand, NC, "Dangerous Liaisons…" op. cit.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6744135909513834543?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6744135909513834543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6744135909513834543&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6744135909513834543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6744135909513834543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/ucs-comments-to-usda-on-eucalyptus.html' title='UCS Comments to USDA on Eucalyptus Field Trial'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8083272933317665608</id><published>2007-05-18T20:12:00.000-03:00</published><updated>2007-05-18T20:13:20.095-03:00</updated><title type='text'>Milho é primeiro transgênico aprovado</title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;Por Fábio de Castro &lt;p&gt; Agência FAPESP – A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou, na quarta-feira (16/5), a liberação comercial do milho geneticamente modificado Liberty Link, da empresa Bayer, que é resistente ao herbicida glufosinato de amônio. De acordo com especialistas, a liberação deverá abrir caminho para uma aprovação mais rápida dos próximos organismos geneticamente modificados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aprovado com 17 votos favoráveis, quatro contrários e um com pedido de diligência, o milho da Bayer é o primeiro organismo geneticamente modificado aprovado desde que começou a vigorar a Lei de Biossegurança, em 2005. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Alda Lerayer, a decisão representa um passo fundamental para fazer avançar a biotecnologia no Brasil. Para ela, a aprovação abre caminho para os outros dez pedidos de liberação comercial que aguardam votação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Sem dúvida, a decisão deverá ajudar a acelerar futuras aprovações. O próximo item a ser avaliado pela CTNBio é um milho de outra empresa que já passou pelas subcomissões e também deverá ser aprovado. A comissão conseguiu se desvencilhar dos principais instrumentos de bloqueio utilizados pelos opositores”, disse Alda à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Magda Zanoni, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) e representa o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) entre os 27 membros titulares da CTNBio, também destaca que a decisão deverá facilitar novas liberações, mas critica os processos da comissão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A não ser que haja uma forte resistência dos pequenos agricultores, o precedente está aberto para uma liberação de todos os pedidos. O problema é que votamos a liberação comercial do milho sem análise dos riscos à saúde e sem protocolos de impactos ambientais. O princípio de precaução e a análise de riscos deveriam ser os pontos centrais da liberação, mas não foi o que vimos”, disse à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; As duas especialistas concordam em um ponto em especial: a liberação foi possível graças à medida provisória sancionada em março pelo presidente da República, que reduziu o quórum da CTNBio para aprovação de transgênicos de 18 para 14 integrantes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Alda, a redução do quórum foi uma medida acertada do governo, por acelerar as aprovações. “Isso é fundamental, porque a iniciativa privada não iria investir em um produto sem poder ter alguma idéia de quando ele poderia entrar no mercado. A agilidade também será criticamente importante para investimentos em melhoramentos de plantas para produção de biodiesel e etanol.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Magda, a redução do quórum teve o objetivo de garantir que não haja chance de contestar a liberação comercial de produtos. “A redução nasceu de uma enorme pressão, no Congresso Nacional, dos lobbies das multinacionais, que têm uma liberação rápida com o mínimo de votos possível. A ala preocupada com os riscos ambientais é minoritária e, mesmo com o quórum de dois terços, raramente tínhamos alguma vitória”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Início do plantio&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Alda, o processo de aprovação do milho transgênico foi excessivamente longo devido a atrasos provocados por movimentos sociais e por membros da própria CTNBio. “Mesmo com aprovação dos subcomitês, com todas as avaliações feitas mostrando que o milho era seguro em termos de saúde e meio ambiente, havia pedidos repetidos de diligências, com o objetivo deliberado de bloquear o processo”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Magda, no entanto, sustenta que, para acelerar a aprovação, a comissão usou o expediente do deferimento com condicionalidades, que libera o produto antes de ter todas as instruções normativas prontas. “Só depois da liberação comercial é que a comissão vai definir as obrigações da empresa, definindo exigências de relatórios e análises de riscos. Mas, como já há liberação comercial, não teremos instrumentos de pressão para exigir que a empresa cumpra sua obrigação”, ressaltou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo Alda, o ministro da Ciência e Tecnologia deverá assinar a aprovação do milho transgênico em 15 dias. Em seguida, um conselho de 11 ministros congregados na Casa Civil decidirá se o milho poderá começar a ser plantado no Brasil. O ministro da Agricultura fará então o registro da nova variedade. “O processo todo deverá durar o resto do ano. A comercialização do milho deverá começar a ocorrer no segundo semestre de 2008”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na opinião de Magda, o conselho de Ministros ainda poderá rediscutir a aprovação. “O conselho pode travar uma discussão mais concreta e abrangente, avaliando o que significa essa liberação para o pequeno agricultor, que, no momento em que tenta se beneficiar das diversas políticas públicas em seu benefício, ficará na iminência da necessidade de pagar royalties de sementes patenteadas.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alda aponta que a aprovação será efetivada sem maiores sobressaltos: “Achamos que não haverá surpresas, pois a posição do governo é favorável à adoção da biotecnologia no país. A única alternativa para voltar atrás na decisão seria por procedimento jurídico, o que está sendo tentado. Mas não há respaldo e acredito que não haverá anulação”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Ministério Público Federal quer impugnar a liberação com o argumento de que a sessão de aprovação não teria cumprido o artigo 34 da Lei de Biossegurança. De acordo com esse artigo, os integrantes da CTNBio deveriam, antes de fazer os pareceres sobre o milho da Bayer, considerar e opinar sobre dados discutidos durante audiência pública realizada pela comissão no dia 22 de março.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8083272933317665608?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7158' title='Milho é primeiro transgênico aprovado'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8083272933317665608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8083272933317665608&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8083272933317665608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8083272933317665608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/milho-primeiro-transgnico-aprovado.html' title='Milho é primeiro transgênico aprovado'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2225734866275455390</id><published>2007-05-18T20:06:00.000-03:00</published><updated>2007-05-18T20:08:34.152-03:00</updated><title type='text'>Roundup exposure may affect human reproduction and fetal development - new study</title><content type='html'>From:GM WATCH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Effects of the herbicide Roundup on human embryonic cells - Press release&lt;br /&gt;2.Time- and Dose-Dependent Effects of Roundup on Human Embryonic and Placental Cells - Abstract&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTE: A research group (CRIIGEN) at the University of Caen, France, has published a study on the previously unknown toxic effects of Roundup on human embryonic cells. Roundup is the Monsanto-developed herbicide in use worldwide, including on GMOs for food and feed. Item 2 is the Abstract of the new study. Item 1 is CRIIGEN's press release. Read the full report at&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.springerlink.com/content/d13171q7k863l446/fulltext.html" target="_blank"&gt;http://www.springerlink.com&lt;wbr&gt;/content/d13171q7k863l446&lt;wbr&gt;/fulltext.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXTRACTS: The cytotoxic, and potentially endocrine-disrupting effects of Roundup are thus amplified with time. Taken together, these data suggest that Roundup exposure may affect human reproduction and fetal development in case of contamination. Chemical mixtures in formulations appear to be underestimated regarding their toxic or hormonal impact. (item 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...the herbicide Roundup, as sold on the market, is far more toxic than the product which is known and approved to be its active ingredient: glyphosate. The gaps in European legislation to study the effects of mixtures and hormonal disruptions are underlined. (item 1)&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;1.Committee for Independent Research&lt;br /&gt;and Information on Genetic Engineering&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.criigen.org/" target="_blank"&gt;www.criigen.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Press Release CRIIGEN - May 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Effects of the herbicide Roundup on human embryonic cells&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Seralini's group (1), in the University of Caen, France, just published a study on the previously unknown toxic effects of Roundup on human embryonic cells.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roundup is the major herbicide in use worldwide, including on GMOs for food and feed. The embryonic cells are from a line cultivated in the laboratory and their use does not necessitate embryo destruction. The group wanted to confirm and detail the understanding of the effects already observed on placental cells, as published by Seralini's group in 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Following comparison, it appears that embryonic cells are far more sensitive. The deleterious results of Roundup are noticed at very week doses (the product sold in stores is diluted up to 10,000 times). Sensitivity is confirmed in particular for the disruption of sexual hormones at non toxic levels, especially on fresh placental extracts. The maximal&lt;br /&gt;active dilutions correspond to less than the residues in discussion to be authorized in GMO feed in the United States.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is evidenced that the herbicide Roundup, as sold on the market, is far more toxic than the product which is known and approved to be its active ingredient: glyphosate. The gaps in European legislation to study the effects of mixtures and hormonal disruptions are underlined.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This work may be of help in better understating the problems of miscarriages, premature births or sexual malformations of babies, in particular in agricultural workers families.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The paper published on line first (1) on the website of the journal « Archives of Environmental Contamination and Toxicology » directed by Dr. Doerge from the Food and Drug Administration (FDA) in USA, will appear in the July 2007 issue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This work is funded by the Human Earth Foundation, the Denis Guichard Foundation, the&lt;br /&gt;CRIIGEN and the Regional Council of Basse-Normandie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contact : Pr Gilles-Eric Séralini, Biochemistry, Institute of Biology, University of Caen,&lt;br /&gt;Esplanade de la Paix, 14032 Caen, France. Telephone: 33(0)2-31-56-56-84. Fax: 33(0)2-31-&lt;br /&gt;56-53-20. Corinne Lepage President of CRIIGEN. E-mail: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:criigen@unicaen.fr"&gt;criigen@unicaen.fr&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;(1) Time and Dose-Dependent Effects of Roundup on Human Embryonic and Placental Cells by Nora Benachour, Herbert Sipahutar, Safa Moslemi, Celine Gasnier, Carine Travert, Gilles-Eric Seralini.&lt;br /&gt;(&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.springerlink.com/content/d13171q7k863l446/fulltext.html" target="_blank"&gt;http://www.springerlink.com&lt;wbr&gt;/content/d13171q7k863l446&lt;wbr&gt;/fulltext.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;2.Archives of Environmental Contamination and Toxicology&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.springerlink.com/content/d13171q7k863l446/fulltext.html" target="_blank"&gt;http://www.springerlink.com&lt;wbr&gt;/content/d13171q7k863l446&lt;wbr&gt;/fulltext.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Time- and Dose-Dependent Effects of Roundup on Human Embryonic and Placental Cells&lt;br /&gt;N. Benachour1, H. Sipahutar2, S. Moslemi3, C. Gasnier1, C. Travert1 and G. E. Seralini1, 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)  Laboratoire Estrogenes et Reproduction, USC-INRA, IBFA, Universite de Caen, Caen, France&lt;br /&gt;(2)  Department of Biology, State University of Medan, Medan, Indonesia&lt;br /&gt;(3)  Laboratoire de Biochimie du Tissu Conjonctif, EA3214, CHU Cote de Nacre, Caen, France&lt;br /&gt;(4)  Laboratoire de Biochimie, EA2608-USC INRA, IBFA, Universite de Caen, Esplanade de Paix, 14032 Caen, France&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G. E. Seralini&lt;br /&gt;Email: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:criigen@unicaen.fr"&gt;criigen@unicaen.fr&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Received: 25 July 2006  Accepted: 20 November 2006  Published online: 4 May 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abstract  Roundup® is the major herbicide used worldwide, in particular on genetically modified plants that have been designed to tolerate it. We have tested the toxicity and endocrine disruption potential of Roundup (Bioforce®) on human embryonic 293 and placental-derived JEG3 cells, but also on normal human placenta and equine testis. The cell lines have proven to be suitable to estimate hormonal activity and toxicity of pollutants. The median lethal dose (LD50) of Roundup with embryonic cells is 0.3% within 1 h in serum-free medium, and it decreases to reach 0.06% (containing among other compounds 1.27 mM glyphosate) after 72 h in the presence of serum. In these conditions, the embryonic cells appear to be 2–4 times more sensitive than the placental ones. In all instances, Roundup (generally used in agriculture at 1–2%, i.e., with 21–42 mM glyphosate) is more efficient than its active ingredient, glyphosate, suggesting a synergistic effect provoked by the adjuvants present in Roundup. We demonstrated that serum-free cultures, even on a short-term basis (1 h), reveal the xenobiotic impacts that are visible 1–2 days later in serum. We also document at lower non-overtly toxic doses, from 0.01% (with 210 &amp;#956;M glyphosate) in 24 h, that Roundup is an aromatase disruptor. The direct inhibition is temperature-dependent and is confirmed in different tissues and species (cell lines from placenta or embryonic kidney, equine testicular, or human fresh placental extracts). Furthermore, glyphosate acts directly as a partial inactivator on microsomal aromatase, independently of its acidity, and in a dose-dependent manner. The cytotoxic, and potentially endocrine-disrupting effects of Roundup are thus amplified with time. Taken together, these data suggest that Roundup exposure may affect human reproduction and fetal development in case of contamination. Chemical mixtures in formulations appear to be underestimated regarding their toxic or hormonal impact.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2225734866275455390?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.gmwatch.org/' title='Roundup exposure may affect human reproduction and fetal development - new study'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2225734866275455390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2225734866275455390&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2225734866275455390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2225734866275455390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/roundup-exposure-may-affect-human.html' title='Roundup exposure may affect human reproduction and fetal development - new study'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7228445406627796525</id><published>2007-05-13T18:14:00.000-03:00</published><updated>2007-05-13T18:16:18.544-03:00</updated><title type='text'>Environmental warning on biofuels</title><content type='html'>From BBC at Sunday, 13 May 2007, 04:38 GMT 05:38 UK &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The drive to switch over to biofuels could lead to rising food prices and deforestation, a report has warned. &lt;br /&gt;The government and EU have said by the year 2020 they want 10% of all fuel in cars to come from biofuels. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But a study by the Co-op Insurance Society suggests achieving this could have a severe environmental impact. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It comes days after a UN report with similar warnings said that biofuels are more effective when used for heat and power, rather than in transport. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biofuels can be anything made with vegetable matter that burns. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They are seen as a potential solution to climate change because they can reduce emissions of greenhouse gases. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Radical effects' &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Co-op report claims there is a future for biofuels, but current targets for growing so much fuel could have unintended consequences, BBC correspondent Damian Kahya says. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Dieter Helm, a senior advisor to the British government, told the BBC: "The sort of targets being set for biofuels will have quite radical effects on agriculture and therefore will have very substantial consequences for food prices and agriculture more generally." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report says that around nine per cent of the world's agricultural land may be needed to replace just 10% of the world's transport fuels. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This means the production of biofuels could lead to a decrease in land available for food production in countries where famine already exists. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"People are felling rainforests to plant crops to grow energy fuels, biofuels," Professor Helm said. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Think of the energy involved in felling those rainforests. Think about the damage to the climate being done by the loss of those trees. Think about the ploughing and the cultivation of fields. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Think about the transport of those fuels, and you start to realise the carbon imprints are about much more than simply what happens to grow in a particular field at a particular point in time."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7228445406627796525?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/6650743.stm' title='Environmental warning on biofuels'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7228445406627796525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7228445406627796525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7228445406627796525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7228445406627796525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/environmental-warning-on-biofuels.html' title='Environmental warning on biofuels'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3567348120645161655</id><published>2007-05-05T11:41:00.001-03:00</published><updated>2007-05-05T11:41:42.929-03:00</updated><title type='text'>Cresce apetite por novos combustíveis</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Jornal VALOR,  3 de maio 2007&lt;br /&gt;Mônica Scaramuzzo e Cibelle Bouças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvo de sigilosas pesquisas nos Estados Unidos, o etanol celulósico, considerado a jóia da coroa de uma nova geração de biocombustíveis que em breve começará a chegar ao mercado, está em franco desenvolvimento também no Brasil. Uma planta-piloto para a fabricação deste tipo de álcool, que no caso será produzido a partir da lignocelulose - sistema de quebra de enzimas de celulose do bagaço da cana - deverá começar a ser operada pela Petrobras no país ainda no primeiro semestre deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estatal não é a única com trabalhos nesta frente no Brasil, mas como ainda não há resultados práticos sobre o uso da alternativa em larga escala, nem nos EUA, por aqui a ordem também é evitar barulho, até para evitar espionagem industrial. "É a corrida do ouro da era moderna. Quem sair na frente, vai se dar bem", diz Tadeu Andrade, diretor do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) - outro que está debruçado em pesquisas "confidenciais" na mesma linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Petrobras, os estudos ganharam fôlego em 2004. Por meio do Cenpes, seu centro de pesquisas, a estatal desenvolve a rota tecnológica de aproveitamento de resíduos agroindustriais (bagaço) em parceiras com as universidades federais do Rio de Janeiro, de Brasília e do Amazonas. Esta "rota tecnológica" consiste na quebra das moléculas de celulose e de hemiceluloses em açúcares, que então passam a ser fermentados por fungos.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nA planta-piloto que começará a operar até junho ficará nas instalações do\nCenpes. O projeto está em fase de pesquisa, e logo passará à etapa de\najuste tecnológico fino. A expectativa é produzir em escala industrial a\npartir de 2008, segundo Sillas Oliva Filho, gerente de comércio de álcool\nda Petrobras. Nesta rota tecnológica, o Cenpes já depositou duas patentes\nenvolvendo tecnologias inovadoras. E, segundo Oliva, o centro vem\navançando na produtividade do processo, com aumento para cerca de 220\nlitros de etanol por tonelada de bagaço. O aporte nessa frente faz parte\ndo montante total de R$ 40 milhões por ano que o Cenpes investe em\nbiocombustíveis.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nEstima-se que, apesar de terem crescido, os investimentos na área no\nBrasil ainda representem menos de 5% do total aplicado nos EUA, que já\nsupera US$ 500 milhões por ano. No caso do CTC (mantido por quase 150\nusinas do país), Andrade informa que o trabalho também é na direção da\nquebra de celuloses. Ele explica que a quebra de celulose para a produção\nde álcool pode ser feita com qualquer matéria-prima vegetal - o que na\nprática, abre um variado leque de opções, do bagaço até lascas de\nmadeira. Mas, no Brasil, a vantagem é mesmo o bagaço, devido à oferta\nabundante.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nMozart Schmitt de Queiroz, gerente de desenvolvimento energético da\nPetrobras, lembra que a estatal já fez álcool a partir da mandioca entre\n1978 e 1983 e produz, até hoje, álcool de babaçu no Maranhão. Ele diz que\noutras fontes em análise para a produção de etanol celulósico são as\ntortas de mamona, pinhão-manso e soja. A base da &amp;quot;torta&amp;quot; é o\nfarelo produzido no processo de esmagamento da baga para a extração de\nóleo. Segundo Queiroz, a expectativa da Petrobras é implantar a primeira\nusina-piloto de fabricação do etanol ligno-celulósico a partir de outras\nmatérias-primas em 2010.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nEm trilha paralela, a Votorantim Novos Negócios anunciou, na semana\npassada, a criação da Biocel, empresa que terá uma usina de etanol a\npartir do material celulósico da cana. A nova unidade receberá aporte\nentre US$ 30 milhões a US$ 40 milhões e deverá entrar em operação também\nem 2010.",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta-piloto que começará a operar até junho ficará nas instalações do Cenpes. O projeto está em fase de pesquisa, e logo passará à etapa de ajuste tecnológico fino. A expectativa é produzir em escala industrial a partir de 2008, segundo Sillas Oliva Filho, gerente de comércio de álcool da Petrobras. Nesta rota tecnológica, o Cenpes já depositou duas patentes envolvendo tecnologias inovadoras. E, segundo Oliva, o centro vem avançando na produtividade do processo, com aumento para cerca de 220 litros de etanol por tonelada de bagaço. O aporte nessa frente faz parte do montante total de R$ 40 milhões por ano que o Cenpes investe em biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que, apesar de terem crescido, os investimentos na área no Brasil ainda representem menos de 5% do total aplicado nos EUA, que já supera US$ 500 milhões por ano. No caso do CTC (mantido por quase 150 usinas do país), Andrade informa que o trabalho também é na direção da quebra de celuloses. Ele explica que a quebra de celulose para a produção de álcool pode ser feita com qualquer matéria-prima vegetal - o que na prática, abre um variado leque de opções, do bagaço até lascas de madeira. Mas, no Brasil, a vantagem é mesmo o bagaço, devido à oferta abundante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mozart Schmitt de Queiroz, gerente de desenvolvimento energético da Petrobras, lembra que a estatal já fez álcool a partir da mandioca entre 1978 e 1983 e produz, até hoje, álcool de babaçu no Maranhão. Ele diz que outras fontes em análise para a produção de etanol celulósico são as tortas de mamona, pinhão-manso e soja. A base da "torta" é o farelo produzido no processo de esmagamento da baga para a extração de óleo. Segundo Queiroz, a expectativa da Petrobras é implantar a primeira usina-piloto de fabricação do etanol ligno-celulósico a partir de outras matérias-primas em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em trilha paralela, a Votorantim Novos Negócios anunciou, na semana passada, a criação da Biocel, empresa que terá uma usina de etanol a partir do material celulósico da cana. A nova unidade receberá aporte entre US$ 30 milhões a US$ 40 milhões e deverá entrar em operação também em 2010.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nOutra que está na corrida é a americana Alltech. Com atividades no\nBrasil, a múlti pesquisa nos EUA e no México, o uso da enzima Alzyme SSF\n(Solid State Fermentation) para a produção de etanol ligno-celulósico.\nConforme Ari Fischer, gerente-geral do braço brasileiro do grupo,\ntrata-se de uma tecnologia adotada pelos chineses há quatro mil anos para\nfermentar grãos, conhecida como &amp;quot;koji&amp;quot;. Fischer diz que a\nempresa pesquisa a levedura há cinco anos e consegui, em laboratório,\nelevar a produção de álcool a partir do milho de 378 litros para 643\nlitros por tonelada de matéria-prima. Segundo ele, em breve haverá testes\nno Brasil.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAlém do etanol celulósico, o uso de tecnologias mais simples seguem no\nalvo de diversos institutos de pesquisas e de empresas. Como já informou\no Valor, a Imcopa, por exemplo, produz desde 2006 álcool a partir do\nmelaço obtido no esmagamento de soja em Araucária (PR). A empresa produz\n10 mil litros de álcool por dia, e está construindo outra unidade na\ncidade para chegar a 70 mil litros.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nE, ainda na corrida do ouro, o próprio CTC, em parceria com Dedini e\nFundação de Amparo Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), trabalha em\num técnica denominada Dedini Hidrólise Rápida (DHR), que permite a\nprodução de álcool por meio do bagaço de cana-de-açúcar na rota hidrólise\nácida - outra técnica que permite o reaproveitamento do bagaço para a\nprodução de álcool.\u003cbr\&gt;\n\u003c/font\&gt;\u003c/div\&gt;\n\n\n______________________________\u003cWBR\&gt;___________________\nEndereco da lista: \u003ca href\u003d\"mailto:constrgn@listas.ufrj.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;constrgn@listas.ufrj.br\u003c/a\&gt;\nAdministrador:       \u003ca href\u003d\"mailto:owner-constrgn@listas.ufrj.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;owner-constrgn@listas.ufrj.br\u003c/a\&gt;\nHomePage:           \u003ca href\u003d\"http://www.ufrj.br/consumo/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;http://www.ufrj.br/consumo/\u003c/a\&gt;\nPromoção:            Lab de Consumo&amp;Saude -  FacFarm-UFRJ\nApoio:                    NCE-UFRJ\n______________________________",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra que está na corrida é a americana Alltech. Com atividades no Brasil, a múlti pesquisa nos EUA e no México, o uso da enzima Alzyme SSF (Solid State Fermentation) para a produção de etanol ligno-celulósico. Conforme Ari Fischer, gerente-geral do braço brasileiro do grupo, trata-se de uma tecnologia adotada pelos chineses há quatro mil anos para fermentar grãos, conhecida como "koji". Fischer diz que a empresa pesquisa a levedura há cinco anos e consegui, em laboratório, elevar a produção de álcool a partir do milho de 378 litros para 643 litros por tonelada de matéria-prima. Segundo ele, em breve haverá testes no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do etanol celulósico, o uso de tecnologias mais simples seguem no alvo de diversos institutos de pesquisas e de empresas. Como já informou o Valor, a Imcopa, por exemplo, produz desde 2006 álcool a partir do melaço obtido no esmagamento de soja em Araucária (PR). A empresa produz 10 mil litros de álcool por dia, e está construindo outra unidade na cidade para chegar a 70 mil litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ainda na corrida do ouro, o próprio CTC, em parceria com Dedini e Fundação de Amparo Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), trabalha em um técnica denominada Dedini Hidrólise Rápida (DHR), que permite a produção de álcool por meio do bagaço de cana-de-açúcar na rota hidrólise ácida - outra técnica que permite o reaproveitamento do bagaço para a produção de álcool.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3567348120645161655?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3567348120645161655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3567348120645161655&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3567348120645161655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3567348120645161655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/cresce-apetite-por-novos-combustveis.html' title='Cresce apetite por novos combustíveis'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-5997456904631690303</id><published>2007-05-05T11:38:00.000-03:00</published><updated>2007-05-05T11:39:13.017-03:00</updated><title type='text'>Árvores transgênicas: ameaça à biodiversidade</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil de Fato, 25/04/2007&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadora dos Estados Unidos alerta que o Brasil está na mira de empresas que desenvolvem árvores geneticamente modificadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Tatiana Merlino, da redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução de árvores geneticamente modificadas (GM) nas plantações de monocultura poderá destruir a biodiversidade, contaminar a água e o solo, piorar o aquecimento global, causar impactos sociais e culturais e ameaçar a saúde das comunidades rurais. Esse é o alerta de Anne Petermann, co-diretora do Global Justice Ecology Project (Projeto de Justiça Global Ecológica). Em visita ao Brasil, a estadunidense denuncia as conseqüências dessa opção: “essas árvores têm o potencial de mudar radicalmente e permanentemente as florestas do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, o Brasil está nos planos da estadunidense ArborGem – líder mundial em pesquisas de desenvolvimento de árvores geneticamente modificadas – que pretende plantar as espécies GM no país em dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Brasil de Fato, a pesquisadora, que está coordenando uma campanha internacional contra as árvores GM, descreve a crescente resistência em todo o mundo às plantações de eucalipto e afirma que estas árvores estão sendo cultivadas experimentalmente nos EUA, no Brasil e no Chile, e que podem comprometer a saúde das florestas nativas e ameaçar as comunidades das florestas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora, que participou de um seminário sobre os impactos da monocultura do eucalipto realizado de 18 a 20 de abril na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, SP, compara os planos da ArborGen às ações da Aracruz Celulose, que tem destruído florestas nativas e tomado terras indígenas para suas plantações de eucalipto.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBrasil de Fato- Qual é a situação da monocultura de árvores geneticamente\nmodificadas nos Estados Unidos?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne Petermann - Nas últimas décadas, as empresas de papel desmataram\nrapidamente as florestas nativas no Sul dos EUA e as substituíram por\nplantações estéreis de pinus que agora representam quase um de cada cinco\nhectares na região e 15% das terras dos Estados Unidos. No entanto, o\nplano para os próximos dez anos é de começar a plantar eucaliptos com\ntolerância ao frio. São eucaliptos geneticamente modificados que podem\nsobreviver ao inverno e podem ser colocados no sudeste dos Estados\nUnidos.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF- Quais são os impactos dessas monoculturas para o meio ambiente e para\nas comunidades locais?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne- Os impactos são muito similares aos que nós vemos na América\nLatina. Em decorrência da monocultura, o corte e plantio das árvores é\nmuito mecanizado e usa pouca mão-de-obra, e assim há escassos empregos.\nHá uma ampla área de terra ocupada por essa plantações, o que resulta em\naltas taxas de pobreza na sua região. Ou as pessoas têm que partir porque\nnão têm como sobreviver, ou vivem lá de maneira muito precária. Há também\nmuitos problemas de contaminação das plantações, que são afetadas pelos\npesticidas que entram na água, além dos problemas de saúde.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF- Qual o plano das empresas para as árvores geneticamente\nmodificadas?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne- Uma análise das principais pesquisas sobre árvores geneticamente\nmodificadas que estão sendo desenvolvidas atualmente mostra que elas têm\nos seguintes objetivos: resistência a herbicidas, insetos, esterilidade\nde árvores, menor conteúdo de lignina e maior conteúdo de celulose,\nresistência ao frio. No entanto, nenhuma dessas características pode ser\nvista como benéfica para a diversidade biológica global das florestas,\nque necessita de espécies de flora, insetos, flores e sementes, madeira\nresistente a fortes ventos, árvores e plantas adaptadas a ambientes\nlocais, solos intactos e água suficiente. Além disso, as plantações de\nárvores GM se instalarão onde hoje existem florestas biologicamente\ndiversas, seguindo a tendência das plantações de monoculturas que tem\nsubstituído florestas nativas no mundo inteiro. Isto tudo indica que\nárvores GM não são benéficas para a diversidade biológica global das\nflorestas. As modificações genéticas estão sendo desenvolvidas por\nmotivos industriais e não ambientais e, se liberadas, resultarão em\nplantações industriais com baixa diversidade, e desaparição de outros\norganismos vivos, reduzindo efetivamente a diversidade biológica de\nflorestas.",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil de Fato- Qual é a situação da monocultura de árvores geneticamente modificadas nos Estados Unidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne Petermann - Nas últimas décadas, as empresas de papel desmataram rapidamente as florestas nativas no Sul dos EUA e as substituíram por plantações estéreis de pinus que agora representam quase um de cada cinco hectares na região e 15% das terras dos Estados Unidos. No entanto, o plano para os próximos dez anos é de começar a plantar eucaliptos com tolerância ao frio. São eucaliptos geneticamente modificados que podem sobreviver ao inverno e podem ser colocados no sudeste dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF- Quais são os impactos dessas monoculturas para o meio ambiente e para as comunidades locais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne- Os impactos são muito similares aos que nós vemos na América Latina. Em decorrência da monocultura, o corte e plantio das árvores é muito mecanizado e usa pouca mão-de-obra, e assim há escassos empregos. Há uma ampla área de terra ocupada por essa plantações, o que resulta em altas taxas de pobreza na sua região. Ou as pessoas têm que partir porque não têm como sobreviver, ou vivem lá de maneira muito precária. Há também muitos problemas de contaminação das plantações, que são afetadas pelos pesticidas que entram na água, além dos problemas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF- Qual o plano das empresas para as árvores geneticamente modificadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne- Uma análise das principais pesquisas sobre árvores geneticamente modificadas que estão sendo desenvolvidas atualmente mostra que elas têm os seguintes objetivos: resistência a herbicidas, insetos, esterilidade de árvores, menor conteúdo de lignina e maior conteúdo de celulose, resistência ao frio. No entanto, nenhuma dessas características pode ser vista como benéfica para a diversidade biológica global das florestas, que necessita de espécies de flora, insetos, flores e sementes, madeira resistente a fortes ventos, árvores e plantas adaptadas a ambientes locais, solos intactos e água suficiente. Além disso, as plantações de árvores GM se instalarão onde hoje existem florestas biologicamente diversas, seguindo a tendência das plantações de monoculturas que tem substituído florestas nativas no mundo inteiro. Isto tudo indica que árvores GM não são benéficas para a diversidade biológica global das florestas. As modificações genéticas estão sendo desenvolvidas por motivos industriais e não ambientais e, se liberadas, resultarão em plantações industriais com baixa diversidade, e desaparição de outros organismos vivos, reduzindo efetivamente a diversidade biológica de florestas.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF- Quais são os argumentos utilizados pelas empresas para defender a\nplantação?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne - O argumento utilizado pelas empresas é o de que com as árvores\ngeneticamente modificadas não precisaremos cortar árvores nativas, mesmo\nque a história mostre que isso é mentira, porque substituem as vegetações\noriginais para colocar as plantações no lugar. As empresas também dizem\nque essas árvores são viáveis porque são modificadas para matar insetos,\npor exemplo. Elas não iriam precisar de pesticidas e assim menos químicos\nseriam aplicados. Mas isso também não é verdade. Primeiro, porque a\nárvore geneticamente modificada em si é um pesticida, cada célula tem um\nveneno dentro dela que vai entrando no solo, o pólen espalha o pesticida,\ne quando as pessoas inalam, pode causar problemas de saúde. Além disso,\ncomo é um pesticida que mata insetos que se aproximam das árvores, esses\ninsetos podem ganhar resistência muito rapidamente. Assim, em algumas\ngerações, as árvores deixam de matar os insetos, os pesticidas acabam\nsendo inúteis, e há a necessidade de se utilizar mais e mais tóxicos. É\num ciclo vicioso.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF - Há perspectivas dos impactos que podem decorrer desse\nplantio?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne- As principais ameaças são a substituição da diversidade das\nflorestas por monoculturas de árvores GM. Isto já acontece com\nmonoculturas convencionais de árvores, como eucaliptos e pinus, e não\nexiste razão para acreditar que isso seria diferente com árvores GM. Ao\ncontrário, corporações como a ArborGen apontaram que a celulose obtida\ndas plantações pode trazer lucros consideravelmente mais altos do que os\nde monoculturas convencionais, indicando que as corporações pretendem\nrapidamente implementar plantações de árvores GM em grande escala. Outra\nameaça é a contaminação de árvores de espécies relacionadas. O pólen das\nárvores pode viajar longas distâncias e pode contaminar árvores tanto da\nmesma espécie quanto de outras espécies relacionadas em regiões e países\ninteiros. Isso significaria que as árvores nativas podem adquirir as\ncaracterísticas de GM.",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF- Quais são os argumentos utilizados pelas empresas para defender a plantação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne - O argumento utilizado pelas empresas é o de que com as árvores geneticamente modificadas não precisaremos cortar árvores nativas, mesmo que a história mostre que isso é mentira, porque substituem as vegetações originais para colocar as plantações no lugar. As empresas também dizem que essas árvores são viáveis porque são modificadas para matar insetos, por exemplo. Elas não iriam precisar de pesticidas e assim menos químicos seriam aplicados. Mas isso também não é verdade. Primeiro, porque a árvore geneticamente modificada em si é um pesticida, cada célula tem um veneno dentro dela que vai entrando no solo, o pólen espalha o pesticida, e quando as pessoas inalam, pode causar problemas de saúde. Além disso, como é um pesticida que mata insetos que se aproximam das árvores, esses insetos podem ganhar resistência muito rapidamente. Assim, em algumas gerações, as árvores deixam de matar os insetos, os pesticidas acabam sendo inúteis, e há a necessidade de se utilizar mais e mais tóxicos. É um ciclo vicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF - Há perspectivas dos impactos que podem decorrer desse plantio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne- As principais ameaças são a substituição da diversidade das florestas por monoculturas de árvores GM. Isto já acontece com monoculturas convencionais de árvores, como eucaliptos e pinus, e não existe razão para acreditar que isso seria diferente com árvores GM. Ao contrário, corporações como a ArborGen apontaram que a celulose obtida das plantações pode trazer lucros consideravelmente mais altos do que os de monoculturas convencionais, indicando que as corporações pretendem rapidamente implementar plantações de árvores GM em grande escala. Outra ameaça é a contaminação de árvores de espécies relacionadas. O pólen das árvores pode viajar longas distâncias e pode contaminar árvores tanto da mesma espécie quanto de outras espécies relacionadas em regiões e países inteiros. Isso significaria que as árvores nativas podem adquirir as características de GM.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF - Há pesquisas científicas que tratem do assunto?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne- Uma das maiores críticas do movimento ambiental contra as árvores\nGM é que os estudos sobre os impactos são absolutamente insuficientes,\nnão tratam seriamente dos impactos sociais ou para o meio ambiente. As\nempresas tentam argumentar que os impactos seriam os mesmos decorrentes\nda agricultura geneticamente modificada. Mas árvores não são como outras\nplantas, elas vivem por centenas de anos, passam por muitas mudanças\nbiológicas. As pesquisas fazem projeções para 10, 15 anos no máximo, mas\nnão temos como saber o que essas árvores estarão em 20, 30, 50 ou 100\nanos. Afirma-se que pode transformar essas árvores estéreis e assim elas\nnão vão contaminar outras árvores, mas não pode se garantir que as\nárvores ficarão estéreis por décadas. No entanto, temos que deixar claro\nque mesmo incompleta, a ciência mostra que a tecnologia poderia resultar\nna extinção de espécies de flora e fauna da floresta com sérios impactos\nnegativos sobre a biodiversidade.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF - Então não é possível saber o tamanho da ameaça que elas\nrepresentam?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne- Para nós, a questão é: nós sabemos que há uma ameaça, mas\ndesconhecemos seu tamanho. Os problemas causados pelas árvores\ngeneticamente modificadas podem ser extremamente severos. Por exemplo, os\ninsetos que são atingidos pelos pesticidas são as lagartas que alimentam\nos pássaros. Se os pássaros não têm alimento, ou comem essas lagartas\nenvenenadas é muito ruim, e assim os impactos continuam. A ArborGen,\nmaior companhia de árvores geneticamente modificadas do mundo, trabalha\nem parceria com a International Paper, que tem terras no Brasil, nos\nEstados Unidos e em muitos lugares do mundo, a MeadWestvaco sediada nos\nEstados Unidos e Rubicon sediada na Nova Zelândia. Eles não quiseram\nfazer os testes de plantação das árvores geneticamente modificadas na\nNova Zelândia e, então, resolveram fazer no Brasil.\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF - Para quando são os planos para o Brasil?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne -Três empresas do setor da celulose estão desenvolvendo pesquisas de\nárvores geneticamente modificadas: Aracruz Celulose, Suzano e\nInternational Paper através da ArborGen. A Aracruz, em 1998, foi a\nprimeira companhia a receber autorização da Comissão Técnica Nacional de\nBiossegurança (CTNBio) para testes de laboratório. A Suzano está\nfinanciando pesquisas com objetivo de diminuir a lignina e aumentar o\nconteúdo da celulose além de estar interessada em produzir uma árvore de\neucalipto resistente à seca. Já a Internacional Paper é sócia da\nArborGen. A Aracruz, a Suzano e a Internacional Paper estão envolvidas em\npesquisas geneticamente modificadas porque acham que podem obter mais\nlucro com isso. Para o Brasil eles planejam plantar essas árvores nos\npróximos dois anos. O escritório da ArborGen é em Campinas (SP), e como\ngeralmente a unidade é planejada para ficar perto de onde ocorrerá o\ntrabalho de campo, tudo indica que as pesquisas de campo devem ser ali\nperto. No Chile e Argentina há planos para plantar pinus que resistem à\ninsetos, já que esse tipo de árvore é mais tolerantes ao frio.",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF - Há pesquisas científicas que tratem do assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne- Uma das maiores críticas do movimento ambiental contra as árvores GM é que os estudos sobre os impactos são absolutamente insuficientes, não tratam seriamente dos impactos sociais ou para o meio ambiente. As empresas tentam argumentar que os impactos seriam os mesmos decorrentes da agricultura geneticamente modificada. Mas árvores não são como outras plantas, elas vivem por centenas de anos, passam por muitas mudanças biológicas. As pesquisas fazem projeções para 10, 15 anos no máximo, mas não temos como saber o que essas árvores estarão em 20, 30, 50 ou 100 anos. Afirma-se que pode transformar essas árvores estéreis e assim elas não vão contaminar outras árvores, mas não pode se garantir que as árvores ficarão estéreis por décadas. No entanto, temos que deixar claro que mesmo incompleta, a ciência mostra que a tecnologia poderia resultar na extinção de espécies de flora e fauna da floresta com sérios impactos negativos sobre a biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF - Então não é possível saber o tamanho da ameaça que elas representam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne- Para nós, a questão é: nós sabemos que há uma ameaça, mas desconhecemos seu tamanho. Os problemas causados pelas árvores geneticamente modificadas podem ser extremamente severos. Por exemplo, os insetos que são atingidos pelos pesticidas são as lagartas que alimentam os pássaros. Se os pássaros não têm alimento, ou comem essas lagartas envenenadas é muito ruim, e assim os impactos continuam. A ArborGen, maior companhia de árvores geneticamente modificadas do mundo, trabalha em parceria com a International Paper, que tem terras no Brasil, nos Estados Unidos e em muitos lugares do mundo, a MeadWestvaco sediada nos Estados Unidos e Rubicon sediada na Nova Zelândia. Eles não quiseram fazer os testes de plantação das árvores geneticamente modificadas na Nova Zelândia e, então, resolveram fazer no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF - Para quando são os planos para o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne -Três empresas do setor da celulose estão desenvolvendo pesquisas de árvores geneticamente modificadas: Aracruz Celulose, Suzano e International Paper através da ArborGen. A Aracruz, em 1998, foi a primeira companhia a receber autorização da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para testes de laboratório. A Suzano está financiando pesquisas com objetivo de diminuir a lignina e aumentar o conteúdo da celulose além de estar interessada em produzir uma árvore de eucalipto resistente à seca. Já a Internacional Paper é sócia da ArborGen. A Aracruz, a Suzano e a Internacional Paper estão envolvidas em pesquisas geneticamente modificadas porque acham que podem obter mais lucro com isso. Para o Brasil eles planejam plantar essas árvores nos próximos dois anos. O escritório da ArborGen é em Campinas (SP), e como geralmente a unidade é planejada para ficar perto de onde ocorrerá o trabalho de campo, tudo indica que as pesquisas de campo devem ser ali perto. No Chile e Argentina há planos para plantar pinus que resistem à insetos, já que esse tipo de árvore é mais tolerantes ao frio.&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nBF- Como as organizações estão mobilizadas para lutar contra\nisso?\u003cbr\&gt;\u003cbr\&gt;\nAnne - Há uma campanha internacional contra as árvores geneticamente\nmodificadas, uma aliança de grupos de todo o mundo. Nos Estados Unidos e\nCanadá, são 13 grupos, além de contarmos com os índios Mapuche do Chile e\ncom a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase),\ndo Brasil. Estamos trabalhando por meio das Nações Unidas tentando banir\nglobalmente essa tecnologia. A convenção das Nações Unidas para\nbiodiversidade biológica será em maio do ano que vem na Alemanha e\ntratará do tema das árvores geneticamente modificadas. Os países não\npodem ignorar isso, e vamos fazer muita pressão para que isso não\naconteça. Durante o encontro que aconteceu em Curitiba (COP/MOP), em\n2006, avisamos os países do perigo potencial que as árvores GM\nrepresentam. Do mesmo jeito que precisamos de uma monitoria em relação à\nquestão do terminator, precisamos de uma monitoria às árvores. \u003cbr\&gt;\n\u003c/font\&gt;\u003c/div\&gt;\n\n\n______________________________\u003cWBR\&gt;___________________\nEndereco da lista: \u003ca href\u003d\"mailto:constrgn@listas.ufrj.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;constrgn@listas.ufrj.br\u003c/a\&gt;\nAdministrador:       \u003ca href\u003d\"mailto:owner-constrgn@listas.ufrj.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;owner-constrgn@listas.ufrj.br\u003c/a\&gt;\nHomePage:           \u003ca href\u003d\"http://www.ufrj.br/consumo/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;http://www.ufrj.br/consumo/\u003c/a\&gt;\nPromoção:            Lab de Consumo&amp;Saude -  FacFarm-UFRJ\nApoio:                    NCE-UFRJ\n______________________________\u003cWBR\&gt;___________________\nPara sair do grupo mail para &amp;quot;\u003ca href\u003d\"mailto:majordomo@listas.ufrj.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;majordomo@listas.ufrj.br\u003c/a\&gt;&amp;quot; somente\ncom esse texto no corpo da mensagem:\nunsubscribe constrgn\n\n",0] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BF- Como as organizações estão mobilizadas para lutar contra isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne - Há uma campanha internacional contra as árvores geneticamente modificadas, uma aliança de grupos de todo o mundo. Nos Estados Unidos e Canadá, são 13 grupos, além de contarmos com os índios Mapuche do Chile e com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), do Brasil. Estamos trabalhando por meio das Nações Unidas tentando banir globalmente essa tecnologia. A convenção das Nações Unidas para biodiversidade biológica será em maio do ano que vem na Alemanha e tratará do tema das árvores geneticamente modificadas. Os países não podem ignorar isso, e vamos fazer muita pressão para que isso não aconteça. Durante o encontro que aconteceu em Curitiba (COP/MOP), em 2006, avisamos os países do perigo potencial que as árvores GM representam. Do mesmo jeito que precisamos de uma monitoria em relação à questão do terminator, precisamos de uma monitoria às árvores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-5997456904631690303?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/entrevistas/arvores-transgenicas-ameaca-a-biodiversidade' title='Árvores transgênicas: ameaça à biodiversidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/5997456904631690303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=5997456904631690303&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5997456904631690303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5997456904631690303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/rvores-transgnicas-ameaa-biodiversidade.html' title='Árvores transgênicas: ameaça à biodiversidade'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-5128417931554162536</id><published>2007-05-05T11:34:00.000-03:00</published><updated>2007-05-05T11:35:46.939-03:00</updated><title type='text'>Environmental groups condemn IPCC call for large scale biofuels as a climate disaster in the making</title><content type='html'>4th May 2007&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.gmwatch.org/" target="_blank"&gt;http://www.gmwatch.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joint press release by Global Forest Coalition, Biofuelwatch, Global Justice Ecology Project, Grupo de Reflexion Rural (Argentina), Rettet den Regenwald e.V., Econexus, Munlochy Vigil, and Noah (Friends of the Earth Denmark), Corporate Europe Observatory, and Gaia Foundation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-for immediate release -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Environmental groups condemn IPCC call for large scale biofuels as a climate disaster in the making&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The IPCC Assessment Report Four has made a compelling case on what global warming means to the planet this century.  It is the IPCC's strongest warning yet that drastic cuts in carbon emissions are vital if we are to avoid a catastrophic acceleration of climate change. Environmental groups are, however, deeply concerned that the IPCC's Summary for Policy Makers on climate mitigation, released earlier today, includes a recommendation for large-scale expansion of biofuels from monocultures, including from GM crops, even though monoculture expansion is a driving force behind the destruction of rainforests and other carbon sinks and reservoirs, thus accelerating climate change.  The IPCC also recommend the expansion of large-scale agroforestry monoculture plantations.  These plantations, which will include GM trees, are similarly linked to ecosystem destruction.  Monoculture expansion is a major threat to the livelihoods and food sovereignty of communities many of which are already bearing the brunt of climate change disasters caused largely by the fossil fuel emissions of industrialised countries.&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr /\&gt;Almuth Ernsting of Biofuelwatch stated: &amp;quot;It is already clear that the burgeoning demand for biofuels that has been created to reduce greenhouse gas emissions is actually increasing them by deforestation in the tropics and accelerating climate change. So far, only 1% of global transport fuel comes from biofuels, yet already biofuels cause steep rises in grain and vegetable oil prices, threatening the food security of poor people and spurring agricultural expansion into forests and grasslands, on which we depend for a stable climate&amp;quot;.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;The IPCC recommend second generation GM biofuels, which are widely believed to be at least 10-15 years away from commercialisation.  There are serious concerns about the risks involved in technologies which will rely heavily on GM microbes and fungi for the refining process, as well as GM crops and trees.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Mayer Hillman, senior fellow emeritus at Policy Studies Institute said: &amp;quot;There is an inherent and acutely serious problem within the report. On the one hand, it leaves us in no doubt to how vital conservation of the planet’s ecosystems and carbon sinks are to averting the worst predictions made in the previous sections of the report. On the other, it proposes the large scale use of the biosphere to satisfy demand in the transport and energy sectors.&amp;quot;   Simone Lovera, managing coordinator of the Global Forest Coalition, a worldwide coalition of NGOs and Indigenous Peoples Organizations added: &amp;quot;It is difficult to see how an emphasis on protecting rainforests and curbing deforestation is compatible with using biofuels as a solution to climate change when there are no policy instruments that guarantee biofuel expansion without accelerating deforestation.&amp;quot;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;The IPCC report would appear to suggest that the climate can be stabilised at a safe level without reducing growth.  The signatories to the press release believe that only large-scale reductions in energy use in the industrial nations, together with investment in sustainable forms of  renewable energy, such as wind and solar power, can avoid the worst impacts of climate change.\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;Almuth Ernsting of Biofuelwatch stated: "It is already clear that the burgeoning demand for biofuels that has been created to reduce greenhouse gas emissions is actually increasing them by deforestation in the tropics and accelerating climate change. So far, only 1% of global transport fuel comes from biofuels, yet already biofuels cause steep rises in grain and vegetable oil prices, threatening the food security of poor people and spurring agricultural expansion into forests and grasslands, on which we depend for a stable climate".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The IPCC recommend second generation GM biofuels, which are widely believed to be at least 10-15 years away from commercialisation.  There are serious concerns about the risks involved in technologies which will rely heavily on GM microbes and fungi for the refining process, as well as GM crops and trees.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mayer Hillman, senior fellow emeritus at Policy Studies Institute said: "There is an inherent and acutely serious problem within the report. On the one hand, it leaves us in no doubt to how vital conservation of the planet’s ecosystems and carbon sinks are to averting the worst predictions made in the previous sections of the report. On the other, it proposes the large scale use of the biosphere to satisfy demand in the transport and energy sectors."   Simone Lovera, managing coordinator of the Global Forest Coalition, a worldwide coalition of NGOs and Indigenous Peoples Organizations added: "It is difficult to see how an emphasis on protecting rainforests and curbing deforestation is compatible with using biofuels as a solution to climate change when there are no policy instruments that guarantee biofuel expansion without accelerating deforestation."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The IPCC report would appear to suggest that the climate can be stabilised at a safe level without reducing growth.  The signatories to the press release believe that only large-scale reductions in energy use in the industrial nations, together with investment in sustainable forms of  renewable energy, such as wind and solar power, can avoid the worst impacts of climate change.&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr /\&gt;Contacts:\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Almuth Ernsting, Biofuelwatch, UK: +44 –(0)1224 324797 (mornings and evenings); 01224 553195 (afternoons).\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Simone Lovera, Global Forest Coalition (Paraguay office) +595-(0)21-663654 (English, Spanish and Dutch)\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Anthony Jackson, Munlochy Vigil, UK +44-1381-610740\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Helena Paul, Econexus,, UK +44-(0)20 7431 4357\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Notes to Editors:\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;1. For details of the signatory organisations see:\u003cbr /\&gt;Global Forest Coalition: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.wrm.org.uy/gfc\" target\u003d_blank\&gt;www.wrm.org.uy/gfc\u003c/a\&gt; ; Biofuelwatch: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.biofuelwatch.org.uk\" target\u003d_blank\&gt;www.biofuelwatch.org.uk\u003c/a\&gt;;  Global Justice Ecology Project: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.globaljusticeecology.org\" target\u003d_blank\&gt;www.globaljusticeecology.org\u003c/a\&gt; ; Grupo de Reflexion Rural: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.grr.org.ar\" target\u003d_blank\&gt;www.grr.org.ar\u003c/a\&gt; ; Rettet den Regenwald e.V.: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.regenwald.org\" target\u003d_blank\&gt;www.regenwald.org\u003c/a\&gt; ; Econexus: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.econexus.info\" target\u003d_blank\&gt;www.econexus.info\u003c/a\&gt;; Munlochy Vigil: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.munlochygmvigil.org.uk\" target\u003d_blank\&gt;www.munlochygmvigil.org.uk\u003c/a\&gt; ; Noah: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.noah.dk/english.html\" target\u003d_blank\&gt;www.noah.dk/english.html\u003c/a\&gt; ; Corporate Europe Observatory: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.corporateeurope.org\" target\u003d_blank\&gt;www.corporateeurope.org\u003c/a\&gt; ; Gaia Foundation: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.gaiafoundation.org/\" target\u003d_blank\&gt;http://www.gaiafoundation.org/\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;Contacts:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almuth Ernsting, Biofuelwatch, UK: +44 –(0)1224 324797 (mornings and evenings); 01224 553195 (afternoons).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone Lovera, Global Forest Coalition (Paraguay office) +595-(0)21-663654 (English, Spanish and Dutch)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anthony Jackson, Munlochy Vigil, UK +44-1381-610740&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Paul, Econexus,, UK +44-(0)20 7431 4357&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notes to Editors:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. For details of the signatory organisations see:&lt;br /&gt;Global Forest Coalition: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.wrm.org.uy/gfc" target="_blank"&gt;www.wrm.org.uy/gfc&lt;/a&gt; ; Biofuelwatch: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.biofuelwatch.org.uk/" target="_blank"&gt;www.biofuelwatch.org.uk&lt;/a&gt;;  Global Justice Ecology Project: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.globaljusticeecology.org/" target="_blank"&gt;www.globaljusticeecology.org&lt;/a&gt; ; Grupo de Reflexion Rural: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.grr.org.ar/" target="_blank"&gt;www.grr.org.ar&lt;/a&gt; ; Rettet den Regenwald e.V.: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.regenwald.org/" target="_blank"&gt;www.regenwald.org&lt;/a&gt; ; Econexus: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.econexus.info/" target="_blank"&gt;www.econexus.info&lt;/a&gt;; Munlochy Vigil: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.munlochygmvigil.org.uk/" target="_blank"&gt;www.munlochygmvigil.org.uk&lt;/a&gt; ; Noah: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.noah.dk/english.html" target="_blank"&gt;www.noah.dk/english.html&lt;/a&gt; ; Corporate Europe Observatory: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.corporateeurope.org/" target="_blank"&gt;www.corporateeurope.org&lt;/a&gt; ; Gaia Foundation: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.gaiafoundation.org/" target="_blank"&gt;http://www.gaiafoundation.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr /\&gt;2. Indonesia’s biofuel plans, are set to expand Palm Oil production 43-fold [\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/33lb7r\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/33lb7r\u003c/a\&gt;] and threaten most of that country’s remaining rainforests and peatlands.  If those plans are implemented, up to 50 billion tonnes of carbon are likely to be released into the atmosphere.  This is the equivalent of over six years of global fossil fuel burning would clearly stand in the way of our common objective of stabilizing the climate before feedback mechanisms make this impossible.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;3. NASA have shown that the rate of Amazon deforestation directly correlates with the world market price of soya [\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/2pfga4\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/2pfga4\u003c/a\&gt;]  That price is expected to rise sharply as demand for soya biodiesel grows. Soya expansion is linked to deforestation not just in the Amazon but also elsewhere, including the Pantanal, South America’s Atlantic Forest and a portion of the Paranaense forest in Paraguay and North of Argentina. In Argentina, more than 500000 ht of forest land were converted to soya plantations between 1998 to 2002 [\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/28upep\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/28upep\u003c/a\&gt;].\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;4. Governments like the Brazilian government claim that they will only expand on degraded lands. The Brazilian National Agro-energy Plan has qualified no less than 200 million hectares of Brazilian territory as &amp;quot;degraded&amp;quot; and thus suitable for the expansion of biofuel monocultures. However, most of these so-called &amp;quot;degraded&amp;quot;  lands are either biologically rich dry forest or grassland ecosystems that form the livelihood basis of Indigenous Peoples and other local communities, or lands that are used for cattle ranching or small-scale subsistence farming. If these lands are taken over by biofuel plantations, cattle ranches and small farms will be forced to move further into the Amazon and Atlantic forests and other precious ecosystems, causing accelerated deforestation.\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;2. Indonesia’s biofuel plans, are set to expand Palm Oil production 43-fold [&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/33lb7r" target="_blank"&gt;tinyurl.com/33lb7r&lt;/a&gt;] and threaten most of that country’s remaining rainforests and peatlands.  If those plans are implemented, up to 50 billion tonnes of carbon are likely to be released into the atmosphere.  This is the equivalent of over six years of global fossil fuel burning would clearly stand in the way of our common objective of stabilizing the climate before feedback mechanisms make this impossible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. NASA have shown that the rate of Amazon deforestation directly correlates with the world market price of soya [&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/2pfga4" target="_blank"&gt;tinyurl.com/2pfga4&lt;/a&gt;]  That price is expected to rise sharply as demand for soya biodiesel grows. Soya expansion is linked to deforestation not just in the Amazon but also elsewhere, including the Pantanal, South America’s Atlantic Forest and a portion of the Paranaense forest in Paraguay and North of Argentina. In Argentina, more than 500000 ht of forest land were converted to soya plantations between 1998 to 2002 [&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/28upep" target="_blank"&gt;tinyurl.com/28upep&lt;/a&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Governments like the Brazilian government claim that they will only expand on degraded lands. The Brazilian National Agro-energy Plan has qualified no less than 200 million hectares of Brazilian territory as "degraded" and thus suitable for the expansion of biofuel monocultures. However, most of these so-called "degraded"  lands are either biologically rich dry forest or grassland ecosystems that form the livelihood basis of Indigenous Peoples and other local communities, or lands that are used for cattle ranching or small-scale subsistence farming. If these lands are taken over by biofuel plantations, cattle ranches and small farms will be forced to move further into the Amazon and Atlantic forests and other precious ecosystems, causing accelerated deforestation.&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr /\&gt;5. From The UN Millennium Ecosystem Assessment Report:\u003cbr /\&gt;&amp;quot;human actions are depleting Earth\'s natural capital, putting such strain on the environment that the ability of the planet\'s ecosystems to sustain future generations can no longer be taken for granted. At the same time, the assessment shows that with appropriate actions it is possible to reverse the degradation of many ecosystem services over the next 50 years, but the changes in policy and practice required are substantial and not currently underway.&amp;quot; &amp;quot;Although individual ecosystem services have been assessed previously, the finding that 60% of a group of 24 ecosystem services examined by the MA are being degraded is the first comprehensive audit of the status of Earth’s natural capital.&amp;quot;\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.maweb.org/en/Article.aspx?id\u003d58\" target\u003d_blank\&gt;http://www.maweb.org/en\u003cwbr /\&gt;/Article.aspx?id\u003d58\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;6. The main GM crops (soya, maize and oilseed rape) are already being used for biofuels, leading to competition between food/animal feed and fuel production, notably with maize in the US.  There is strong evidence [\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/35o36j\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/35o36j\u003c/a\&gt;] of the genetically modified RR soya undermining food sovereignty and security in Argentina and being linked to accelerated deforestation and biodiversity losses, including in the Gran Chaco forest, which remained fairly intact prior to the advent of GM soya.  GM soya depends on widespread use of pesticides, which encourages herbicide-resistant weeds.  For further information about the negative impacts of GM crops, including cross pollination and GM contamination, see \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.econexus.info\" target\u003d_blank\&gt;www.econexus.info\u003c/a\&gt; and \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.gmfreeze.org\" target\u003d_blank\&gt;www.gmfreeze.org\u003c/a\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;5. From The UN Millennium Ecosystem Assessment Report:&lt;br /&gt;"human actions are depleting Earth's natural capital, putting such strain on the environment that the ability of the planet's ecosystems to sustain future generations can no longer be taken for granted. At the same time, the assessment shows that with appropriate actions it is possible to reverse the degradation of many ecosystem services over the next 50 years, but the changes in policy and practice required are substantial and not currently underway." "Although individual ecosystem services have been assessed previously, the finding that 60% of a group of 24 ecosystem services examined by the MA are being degraded is the first comprehensive audit of the status of Earth’s natural capital."&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.maweb.org/en/Article.aspx?id=58" target="_blank"&gt;http://www.maweb.org/en&lt;wbr&gt;/Article.aspx?id=58&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. The main GM crops (soya, maize and oilseed rape) are already being used for biofuels, leading to competition between food/animal feed and fuel production, notably with maize in the US.  There is strong evidence [&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/35o36j" target="_blank"&gt;tinyurl.com/35o36j&lt;/a&gt;] of the genetically modified RR soya undermining food sovereignty and security in Argentina and being linked to accelerated deforestation and biodiversity losses, including in the Gran Chaco forest, which remained fairly intact prior to the advent of GM soya.  GM soya depends on widespread use of pesticides, which encourages herbicide-resistant weeds.  For further information about the negative impacts of GM crops, including cross pollination and GM contamination, see &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.econexus.info/" target="_blank"&gt;www.econexus.info&lt;/a&gt; and &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.gmfreeze.org/" target="_blank"&gt;www.gmfreeze.org&lt;/a&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb"," .\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;7. The US Department of Energy website [\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/2phn7z\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/2phn7z\u003c/a\&gt;] details the fundamental barriers to producing cellulosic ethanol which yields more energy than is used in the refining process.  It is not known whether those barriers can ever be overcome.  The aim of cellulosic ethanol research is to create GM plants with reduced lignin, and to create enzymes through GM technologies which can effectively break down cellulose and hemicellulose, fundamental building blocks of plants, on which all higher life forms depend.  No risk assessment has ever been carried out.  For further information, see \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://tinyurl.com/2vhzow\" target\u003d_blank\&gt;tinyurl.com/2vhzow\u003c/a\&gt;.\u003cbr /\&gt;---\u003cbr /\&gt;---\u003cbr /\&gt;2.Biofuels - the next big threat to Africa\u003cbr /\&gt;Teresa Anderson of the Gaia Foundation:\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Dear Friends and Colleagues,\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;This year has seen the beginning of what promises to be the next new large-scale threat to Africa\'s food, land, environment and farmers - Biofuels.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;The reality of Climate Change has now been accepted by world governments and industry, and with it, acceptance that Carbon Dioxide (CO2) from burning fossil fuels is responsible for heating the planet\'s atmosphere and changing weather patterns.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Everyone agrees that CO2 emissions must be reduced, but one of the solutions proposed is likely to create more social and environmental problems, and probably more CO2, than they claim to solve.  As Europe in particular looks to alternatives to fossil fuels such as oil and coal, Biofuels from crops such as maize, sugar, soya and palm oil, are being promoted as the new &amp;quot;green&amp;quot; solution.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;However, Europe does not have enough land to grow its fuel needs.  For example, even if the UK were to turn over all of its land to growing biofuels instead of food, it would need 4 times the amount of land to make enough fuel to meet its current needs.  Europe is therefore looking to Africa to provide the land that will grow the fuel.\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. The US Department of Energy website [&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/2phn7z" target="_blank"&gt;tinyurl.com/2phn7z&lt;/a&gt;] details the fundamental barriers to producing cellulosic ethanol which yields more energy than is used in the refining process.  It is not known whether those barriers can ever be overcome.  The aim of cellulosic ethanol research is to create GM plants with reduced lignin, and to create enzymes through GM technologies which can effectively break down cellulose and hemicellulose, fundamental building blocks of plants, on which all higher life forms depend.  No risk assessment has ever been carried out.  For further information, see &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://tinyurl.com/2vhzow" target="_blank"&gt;tinyurl.com/2vhzow&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-5128417931554162536?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/5128417931554162536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=5128417931554162536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5128417931554162536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/5128417931554162536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/05/environmental-groups-condemn-ipcc-call.html' title='Environmental groups condemn IPCC call for large scale biofuels as a climate disaster in the making'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-796726852949314552</id><published>2007-04-11T12:05:00.000-03:00</published><updated>2007-04-11T12:07:43.728-03:00</updated><title type='text'>Iraq's Superbugs: Our Collateral Damage</title><content type='html'>In These Times, April 5, 2007 - “Health &amp; Science”&lt;br /&gt;By Terry J. Allen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A new superbug—a rare strain of antibiotic-resistant bacteria—is infecting hundreds of wounded Iraq and Afghanistan vets. At first, the administration blamed the Acinetobacter baumannii outbreak on something in Iraq—the soil, the insurgents.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It soon emerged that wherever the bacteria’s origins, “the Pentagon had accidentally invented a machine for accelerating bacterial evolution and was airlifting the pathogens halfway around the world,” writes Steve Silberman in a brilliant article for Wired. Soldiers carried the superbug—loaded with the most genetic upgrades ever found in a single organism—from battlefield hospitals to Walter Reed and VA and civilian facilities across the United States.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While some U.S. medical efforts in Iraq were heroic, others, gave lie to "support our troops” rhetoric. At Ibn Sina Hospital in the Green Zone, the first stop for many wounded Americans, "rainwater dripped into operating rooms and supply closets, and pigeons roosted in the ventilation system," Silberman wrote. "Clean sheets and scrubs were scarce … because the civilian laundry contractor was apparently selling them on the black market."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Battlefield medicine, which relies on routinely dispensing multiple antibiotics in hopes that one will work, unwittingly promotes antibiotic resistance. As the March 2006 column, "Are Hospitals Hazardous to Your Health?," noted, hospitals, filled with weakened patients and open wounds, are breeding grounds for emerging superbugs. Now, collateral damage from Bush’s wars is riding home with the wounded and adding to that already dire threat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terry Allen&lt;br /&gt;phone  802.229.0303&lt;br /&gt;cell       212.691.1145 &lt;br /&gt;www.terryjallen.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-796726852949314552?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.inthesetimes.com/article/3084/gardasil_iraqi_superbugs_amp_radiation/' title='Iraq&apos;s Superbugs: Our Collateral Damage'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/796726852949314552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=796726852949314552&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/796726852949314552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/796726852949314552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/04/iraqs-superbugs-our-collateral-damage.html' title='Iraq&apos;s Superbugs: Our Collateral Damage'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1629342160748487694</id><published>2007-03-24T16:13:00.000-03:00</published><updated>2007-03-24T16:18:49.901-03:00</updated><title type='text'>Biofuels Boom Spurring Deforestation</title><content type='html'>&lt;p&gt;by Stephen Leahy for IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nearly 40,000 hectares of forest vanish every day, driven by the world's growing hunger for timber, pulp and paper, and ironically, new biofuels and carbon credits designed to protect the environment. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;'DEFORESTATION DIESEL' Workers load palm oil fruits onto a lorry at a plantation in Kuala Lumpur March 13, 2007. Vast tracts of forest in Indonesia, Malaysia, Thailand and many other countries have been cleared to grow oil palms. REUTERS/Zainal Abd Halim (MALAYSIA)The irony here is that the growing eagerness to slow climate change by using biofuels and planting millions of trees for carbon credits has resulted in new major causes of deforestation, say activists. And that is making climate change worse because deforestation puts far more greenhouse gases into the atmosphere than the entire world's fleet of cars, trucks, planes, trains and ships combined. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Biofuels are rapidly becoming the main cause of deforestation in countries like Indonesia, Malaysia and Brazil," said Simone Lovera, managing coordinator of the &lt;a href="http://www.wrm.org.uy/GFC/" target="_new"&gt;Global Forest Coalition&lt;/a&gt;, an environmental NGO based in Asunción, Paraguay. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"We call it 'deforestation diesel'," Lovera told IPS. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oil from African palm trees is considered to be one of the best and cheapest sources of biodiesel and energy companies are investing billions into acquiring or developing oil-palm plantations in developing countries. Vast tracts of forest in Indonesia, Malaysia, Thailand and many other countries have been cleared to grow oil palms.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oil palm has become the world's number one fruit crop, well ahead of bananas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Biodiesel offers many environmental benefits over diesel from petroleum, including reductions in air pollutants, but the enormous global thirst means millions more hectares could be converted into monocultures of oil palm.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Getting accurate numbers on how much forest is being lost is very difficult. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The FAO's &lt;a href="http://www.fao.org/docrep/009/a0773e/a0773e00.htm" target="_new"&gt;State of the World's Forests 2007&lt;/a&gt; released last week reports that globally, net forest loss is 20,000 hectares per day -- equivalent to an area twice the size of Paris. However, that number includes plantation forests, which masks the actual extent of tropical deforestation, about 40,000 hectares (ha) per day, says Matti Palo, a forest economics expert who is affiliated with the Tropical Agricultural Research and Higher Education Center (CATIE) in Costa Rica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"The half a million ha per year deforestation of Mexico is covered by the increase of forests in the U.S., for example," Palo told IPS. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;National governments provide all the statistics, and countries like Canada do not produce anything reliable, he said. Canada has claimed no net change in its forests for 15 years despite being the largest producer of pulp and paper. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Canada has a moral responsibility to tell the rest of the world what kind of changes have taken place there," he said. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Plantation forests are nothing like natural or native forests. More akin to a field of maize, plantation forests are hostile environments to nearly every animal, bird and even insects. Such forests have been shown to have a negative impact on the water cycle because non-native, fast-growing trees use high volumes of water. Pesticides are also commonly used to suppress competing growth from other plants and to prevent disease outbreaks, also impacting water quality. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Plantation forests also offer very few employment opportunities, resulting in a net loss of jobs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Plantation forests are a tremendous disaster for biodiversity and local people," Lovera said. Even if farmland or savanna are only used for oil palm or other plantations, it often forces the local people off the land and into nearby forests, including national parks, which they clear to grow crops, pasture animals and collect firewood. That has been the pattern with pulp and timber plantation forests in much of the world, says Lovera. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ethanol is other major biofuel, which is made from maize, sugar cane or other crops. As prices for biofuels climb, more land is cleared to grow the crops. U.S. farmers are switching from soy to maize to meet the ethanol demand. That is having a knock on effect of pushing up soy prices, which is driving the conversion of the Amazon rainforest into soy, she says. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Meanwhile rich countries are starting to plant trees to offset their emissions of carbon dioxide, called carbon sequestration. Most of this planting is taking place in the South in the form of plantations, which are just the latest threat to existing forests. "Europe's carbon credit market could be disastrous," Lovera said. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The multi-billion-euro European carbon market does not permit the use of reforestation projects for carbon credits. But there has been a tremendous surge in private companies offering such credits for tree planting projects. Very little of this money goes to small land holders, she says. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Plantation forests also contain much less carbon, notes Palo, citing a recent study that showed carbon content of plantation forests in some Asian tropical countries was only 45 percent of that in the respective natural forests. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nor has the world community been able to properly account for the value of the enormous volumes of carbon stored in existing forests. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;One recent estimate found that the northern Boreal forest provided 250 billion dollars a year in ecosystem services such as absorbing carbon emissions from the atmosphere and cleaning water. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The good news is that deforestation, even in remote areas, is easily stopped. All it takes is access to some low-cost satellite imagery and governments that actually want to slow or halt deforestation. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Costa Rica has nearly eliminated deforestation by making it illegal to convert forest into farmland, says Lovera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paraguay enacted similar laws in 2004, and then regularly checked satellite images of its forests, sending forestry officials and police to enforce the law where it was being violated. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Deforestation has been reduced by 85 percent in less than two years in the eastern part of the country," Lovera noted. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The other part of the solution is to give control over forests to the local people. This community or model forest concept has proved to be sustainable in many parts of the world. India recently passed a bill returning the bulk of its forests back to local communities for management, she said. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;However, economic interests pushing deforestation in countries like Brazil and Indonesia are so powerful, there may eventually be little natural forest left. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Governments are beginning to realize that their natural forests have enormous value left standing," Lovera said.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; "A moratorium or ban on deforestation is the only way to stop this." &lt;/p&gt;&lt;p&gt;This story is part of a series of features on sustainable development by IPS and IFEJ - International Federation of Environmental Journalists.&lt;br /&gt;© 2007 IPS - Inter Press Service &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1629342160748487694?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.commondreams.org/headlines07/0322-01.htm' title='Biofuels Boom Spurring Deforestation'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1629342160748487694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1629342160748487694&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1629342160748487694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1629342160748487694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/biofuels-boom-spurring-deforestation.html' title='Biofuels Boom Spurring Deforestation'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8972793807378684781</id><published>2007-03-20T13:04:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T13:05:55.419-03:00</updated><title type='text'>Roundup is toxic</title><content type='html'>Cape Times, March 16 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hans Lombard, media spinner for genetically modified crops and agricultural chemicals, provides several fine examples of the nonsense he claims others speak, in his letter "Herbicide safe for soil" (March 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He insists no information exists to indicate that the active ingredients of Roundup, the most widely used herbicide on earth, are either persistent in the soil or dangerous. He asks for peer-reviewed science to disprove him:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Danish government banned the use of Roundup as it was found to have polluted groundwater, backed up by data in the Journal of Environmental Quality (issue 34, 2005). Monsanto, manufacturers of Roundup, attempted to dispel such fears. However it has been demonstrated that the components of Roundup are indeed persistent in ponds and water, having a half-life of nearly three months. The ingredients are also toxic to frogs, fish and other aquatic life, as many other peer-reviewed studies show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The California Pesticide Illness Surveillance Programme found Roundup ranked as the highest cause of pesticide-induced illness or injury to people in California in 1997. It is not only the active ingredient, glyphosate, that is dangerous but also so-called "inert ingredients".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Leitura completa clique no título.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8972793807378684781?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.capetimes.co.za/index.php?fArticleId=3733319' title='Roundup is toxic'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8972793807378684781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8972793807378684781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8972793807378684781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8972793807378684781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/roundup-is-toxic.html' title='Roundup is toxic'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8889686792045187665</id><published>2007-03-20T10:54:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T10:56:05.486-03:00</updated><title type='text'>Oppose GM contamination of organics - Take action</title><content type='html'>Do &lt;strong&gt;GM WATCH daily&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oppose GM contamination of organics - Take action&lt;/strong&gt; from FoE UK:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dear Campaigners,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On 29 March the European Parliament will vote on Proposals for a Council Regulation on Organic Production and Labelling of Organic Products.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As of now the proposed legislation allows for 0.9% GM contamination of organic food without having to inform consumers. They seem to be basically interpreting the GM labelling threshold of 0.9% as the level of acceptable contamination.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We are calling on MEPs to support no GM contamination in organic food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Take action&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Please send a letter to your MEP on Monday 19 March (or as soon as possible thereafter) asking them not to allow contamination of organic food. Simply add the names of individuals and organisations that are interested to the bootom of the attached letter and send it to your MEPs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You can find out who your MEP is, and where to send the letter at:&lt;br /&gt;http://www.europarl.org.uk/uk_meps/MembersMain.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is really important to get our message out to MEPs as this may be one of the last chances we have to protect the organic sector from GM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The vote will be preceded by a discussion on the proposed regulations in parliament on 28 March. The regulation and any amendments will then be finalised at the Agri Council meeting on the 16th and 17th of April.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We will keep you updated on any developments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Best wishes, and thank you for all your help on the campaign.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Hines&lt;br /&gt;Campaign Assistant - Real Food &amp; Farming Team&lt;br /&gt;Friends of the Earth&lt;br /&gt;Leeds Office: 74 Kirkgate, LS2 7DJ&lt;br /&gt;Tel: 0113 242 8153&lt;br /&gt;Fax: 0113 242 8154&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;SAMPLE LETTER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Re: Plenary vote on the Proposal for a Council Regulation on organic production and labelling of organic products&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dear MEP,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the 29th of March the European Parliament will vote on the proposed Council Regulation on organic production and labelling of organic products (COM(2005)0671 – C6-0032/2006 – 2005/0278(CNS)). I am concerned that in its current form, the regulation allows for a 0.9% threshold for the adventitious presence of GMOs in organic food without consumers being told.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setting such a threshold would mean accepting GM contamination in organic food, with severe consequences for consumers and the organic sector. Consumers choose organic products because are grown in a more sustainable way, without the use of pesticides and are completely GMO-free. The organic food sector has demonstrated sustained and continued growth and the retail market for organic products in the UK is worth an estimated GBP1.213 billion pounds.  I am convinced that allowing genetic contamination in organic products will put the survival of the organic sector under threat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is also worrying that the European Commission is interpreting the 0.9% threshold for labelling as a threshold for acceptable contamination. This approach, also used by the UK Government to justify coexistence legislation that routinely allows up to 0.9% GM contamination of non-GM crops has been showed to be, from a legal point of view "fundamentally flawed".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For these reasons I urge you to reject the current text and to support the one adopted unanimously by all political parties at the Environment Committee (Opinion 2005/0278(CNS)), presented to the Agriculture Committee as Amendment 41:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"In this Regulation, the labelling threshold for GMOs as defined in Directive 2001/18/EC of the European Parliament and of the Council of 12 March 2001 on the deliberate release into the environment of genetically modified organisms shall not apply".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We hope that in the interest of organic farming in the UK, of consumers who are increasingly choosing organic products and of people working in the sector you will oppose the inclusion of any genetic contamination threshold in the organic legislation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yours sincerely,&lt;br /&gt;GMwatch.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8889686792045187665?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.gmwatch.org' title='Oppose GM contamination of organics - Take action'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8889686792045187665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8889686792045187665&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8889686792045187665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8889686792045187665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/oppose-gm-contamination-of-organics.html' title='Oppose GM contamination of organics - Take action'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-944219358363971650</id><published>2007-03-16T16:42:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T16:43:29.955-03:00</updated><title type='text'>Transnacionais se apossam da biomassa</title><content type='html'>Por Adriano Benayon&lt;br /&gt;16/3/2007 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tribuna da Imprensa - O que está em andamento é a tomada pelo capital estrangeiro da produção de álcool (etanol) e de outros derivados das plantas. Em suma, da energia da biomassa. Esta já é uma das principais fontes do presente, e não apenas a predominante em futuro próximo. Os que a controlarem terão assegurado posição estratégica privilegiada no poder mundial, reforçada pelos fabulosos ganhos econômicos que dela fluirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças à sua excepcional dotação de território aproveitável, de água e sol, o Brasil tem o potencial de ser o maior produtor mundial dessa energia. Mas, dado o modelo econômico subordinado que se implanta no Brasil há mais de 50 anos, o País caminha para a pior das servidões, pois sua fabulosa dotação de recursos naturais está sendo explorada por transnacionais das potências hegemônicas, prontas para dominar a biomassa, como já dominam a comercialização do agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais fácil para as corporações mundiais que abocanhar a biomassa, uma riqueza muito mais fantástica que o ouro das Minas Gerais no Século XVIII. Isso porque o Brasil é um País aberto ao capital estrangeiro, ao qual pertence a produção industrial e os demais setores da economia. Pior, obtém tudo isso com o nosso dinheiro, que o "governo" submisso lhe transfere como subsídios, ademais dos ganhos que o mercado brasileiro lhe proporciona, remetidos ao exterior por meio de mais de uma dezena de mecanismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo político e econômico subordinado já conduziu o Brasil ao desemprego de 30 milhões de brasileiros, a vergonhosas condições de saúde e de educação, à proliferação do crime organizado, ao definhamento da classe média, à queda contínua dos salários reais, ao sucateamento da infra-estrutura e das Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O País está escancarado para que transnacionais se apoderem do que será o mais estratégico e maior setor da economia mundial. Que restará ao Brasil senão revogar o decreto da Princesa Isabel de 1888, da Abolição da escravatura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser profeta basta entender o presente e as lições do passado. Há casos históricos de reinstituição do regime de servidão por se terem países especializados na produção de matérias-primas destinadas ao comércio mundial. Por exemplo, a Polônia do Século XVIII, uma grande potência no XVII, transformada em exportadora de cereais sob a direção dos comerciantes e banqueiros de Amsterdam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que foi feito no Brasil para facilitar a apropriação da biomassa pelos concentradores mundiais? Alijar os pequenos produtores, por meio de regulamentação instituída por imposição do Banco Mundial, o que fez centralizar a produção em grandes usinas. Assim, a cana-de-açúcar é transportada a grandes distâncias (em caminhões movidos a óleo diesel de petróleo), e o mesmo ocorre com o álcool. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Benayon é doutor em Economia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha, e autor de "Globalização versus Desenvolvimento" benayon@terra.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-944219358363971650?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecodebate.com.br/Principal_vis.asp?cod=4744&amp;cat=' title='Transnacionais se apossam da biomassa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/944219358363971650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=944219358363971650&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/944219358363971650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/944219358363971650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/transnacionais-se-apossam-da-biomassa.html' title='Transnacionais se apossam da biomassa'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7154770435537916323</id><published>2007-03-11T14:13:00.000-03:00</published><updated>2007-03-11T14:22:21.651-03:00</updated><title type='text'>The Bio Da Versity Code</title><content type='html'>Gente boa na área é o pessoal da &lt;a href="http://www.youtube.com/profile?user=FreeRangeStudios"&gt;Free Range Studios&lt;/a&gt; , depois da boa sacada da paródia MeatRix eles não pararam mais. A última é esse filme em flash aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7154770435537916323?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7154770435537916323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7154770435537916323&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7154770435537916323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7154770435537916323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/gente-boa-na-rea-o-pessoal-da-free.html' title='The Bio Da Versity Code'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3994560574170652900</id><published>2007-03-06T14:15:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T14:16:50.877-03:00</updated><title type='text'>Public Health Agency Linked to Chemical Industry</title><content type='html'>Published on Sunday, March 4, 2007 by the &lt;a href="http://www.latimes.com/news/printedition/asection/la-na-chemicals4mar04,1,231568,print.story?coll=la-news-a_section" target="_new"&gt;Los Angeles Times&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Public Health Agency Linked to Chemical IndustryThe work of a federal risk-assessment center is guided by a company with manufacturing ties. Some scientists see bias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by Marla Cone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For nearly a decade, a federal agency has been responsible for assessing the dangers that chemicals pose to reproductive health. But much of the agency's work has been conducted by a private consulting company that has close ties to the chemical industry, including manufacturers of a compound in plastics that has been linked to reproductive damage.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We are unaware of any other instance in which nearly all of the functions of a public health agency have been outsourced to a private entity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard WilesEnvironmental Working GroupIn 1998, the Center for the Evaluation of Risks to Human Reproduction was established within the National Institutes of Health to assess the dangers of chemicals and help determine which ones should be regulated. Sciences International, an Alexandria, Va., consulting firm that has been funded by more than 50 industrial companies, has played a key role in the center's activities, reviewing the risks of chemicals, preparing reports, and helping select members of its scientific review panel and setting their agendas, according to government and company documents.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The company produces the first draft of the center's reports on the risks of chemicals, including a new one on bisphenol A, a widely used compound in polycarbonate plastic food containers, including baby bottles, as well as lining for food cans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The center's work is considered important to public health because people are exposed to hundreds of chemicals that have been shown to skew the reproductive systems of newborn lab animals and could be causing similar damage in humans. Chemical companies and industry groups have staunchly opposed regulation of the compounds and have developed their own research to dispute studies by government and university scientists.&lt;br /&gt;The bisphenol A report, which some scientists say has a pro-industry bias, is a public document scheduled for review by the center's scientific panel on Monday. Employees of Sciences International involved in writing it will preside over the meeting.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sen. Barbara Boxer (D-Calif.) and Rep. Henry A. Waxman (D-Los Angeles) in a Wednesday letter called for an explanation of the company's role and disclosure of its potential conflicts of interest before the panel convenes Monday. Boxer chairs the Senate's environmental committee and Waxman chairs the House's government oversight and reform committee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sciences International executives declined to comment to The Times, referring all questions to the National Institute of Environmental Health Sciences.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Shelby, director of the federal reproductive health center, which is based in North Carolina's Research Triangle Park, also declined to discuss Sciences International.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But Robin Mackar, a spokeswoman for the National Institute of Environmental Health Sciences, which oversees the reproductive center, said Sciences International "has worked for the center since 1998 without any problems" and has participated in reports on 17 chemicals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"These contractors have no decision-making or analytical responsibilities," she said.&lt;br /&gt;But according to company and government websites and Federal Register documents, Sciences International is involved in management and plays a principal scientific investigative role at the federal center. The company has a $5-million contract with the center, according to an NIEHS document.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The most significant project at our firm is the management of the National Toxicology Program's Center for the Evaluation of Risks to Human Reproduction," the Sciences International website says. It says half its clients are from the private sector, but its health studies are independent and it "is proud of its reputation for objective science."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Its current website contains no list of industry clients. But a 2006 version names BASF and Dow Chemical — which manufacture the plastics compound BPA — as well as DuPont, Chevron, ExxonMobil, 3-M, Union Carbide, the National Assn. of Manufacturers, and 45 other manufacturing companies and industry groups.&lt;br /&gt;In 1999, Sciences International represented R.J. Reynolds Tobacco Co. in fighting an Environmental Protection Agency proposal to regulate a pesticide used on tobacco crops. In 2004, its vice president, Dr. Anthony Scialli, who is identified as the federal center's "principal investigator," co-wrote a study with a Dow Chemical Co. researcher on how to extrapolate data from animal tests to humans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition, another Sciences International employee who works at the federal agency, Gloria Jahnke, has collaborated nine times on chemicals research with another company that gets funding from the plastics industry, according to a Times review of medical publications.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sciences International's president boasted about its close collaboration with the federal reproductive health center, as well as the EPA and other federal agencies, in a letter soliciting R.J. Reynolds as a client in 1999.&lt;br /&gt;Signed by company founder Elizabeth Anderson, the letter stated that Sciences International "serves the private sector, including many trade associations, on a wide range of health and risk assessment issues. However, we are different from most other consulting firms in that we also currently serve government agencies," which, the letter said, gives the company "a unique credibility to negotiate with regulators on behalf of our private sector clients."&lt;br /&gt;The role of Sciences International in the federal center's work came to the attention of Environmental Working Group, a nonprofit advocacy group focused on environmental health, last month after some scientists who saw the report on BPA complained that it was biased toward the industry's position that low doses have no effect.&lt;br /&gt;"We are unaware of any other instance in which nearly all of the functions of a public health agency have been outsourced to a private entity," wrote Richard Wiles, the working group's executive director, in a letter to the director of the NIH's National Toxicology Program, which runs the reproductive health center. "Questions about the objectivity and adequacy of this review process and the reviewers must be resolved before a final decision on BPA is reached."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate over BPA is one of the most contentious environmental health issues faced by government and industry. Traces are found in the bodies of nearly all Americans tested, and low levels — similar to amounts that can leach from infant and water bottles — mimic estrogen and have caused genetic changes in animals that lead to prostate cancer, as well as decreased testosterone, low sperm counts and signs of early female puberty, according to more than 100 government-funded studies. About a dozen industry-funded studies found no effects.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fred vom Saal, a University of Missouri-Columbia scientist conducting NIH-funded BPA research, said the draft report written by Sciences International downplays the risks of the plastics chemical and makes critical mistakes.&lt;br /&gt;"It's a combination of inaccurate information and blatant bias as it exists in its draft form," vom Saal said. "They specifically ignore fatal flaws in industry-sponsored publications." He said the 300-page report misrepresented government-funded studies that found effects by inaccurately portraying their findings, and failed to note industry funding of some studies cited.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shelby, the center's director, in a late February memo to the Environmental Working Group, said Sciences International reviews the scientific literature on chemicals and writes the basic reports, but that conclusions are prepared by the center's panel of independent scientists, which "serves to minimize or eliminate any bias that might possibly be introduced by the contractor."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shelby wrote that there are no requirements for Sciences International or other contractors to disclose financial conflicts of interest.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mackar, of the National Institute of Environmental Health Sciences, said the chemical reviews are "all open and public" and "we're confident in our scientific panel."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But Vom Saal said that although the scientific panel includes many good, independent scientists, "none of them have expertise with this chemical."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Federal Register document describing the center's creation in 1998 said scientists from Sciences International and the center "constitute a core committee" that "selects the expert panel membership and establishes the meeting agenda."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2007 Los Angeles Times&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3994560574170652900?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.commondreams.org/headlines07/0304-02.htm' title='Public Health Agency Linked to Chemical Industry'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3994560574170652900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3994560574170652900&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3994560574170652900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3994560574170652900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/03/public-health-agency-linked-to-chemical.html' title='Public Health Agency Linked to Chemical Industry'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3618254702143179906</id><published>2007-02-22T18:52:00.000-02:00</published><updated>2007-02-22T18:54:19.124-02:00</updated><title type='text'>Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.</title><content type='html'>Traduzido por Clarissa Taguchi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado na quarta-feira, fevereiro 21, 2007 pelo Inter Press Service &lt;br /&gt;Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária. &lt;br /&gt;por Stephen Leahy&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As fazendas industriais são responsáveis pela gripe aviária e pelas emissões dos gáses do efeito estufa, agora muito mais que as emitidas por carros e veículos utilitários (SUVs em inglês), de acordo com relatório liberado na segunda-feira. &lt;br /&gt;Sessenta por cento da produção de animais para alimentação no mundo, incluindo a galinha e o porco criados em “operações de confinamento para alimentação” (CAFOs em inglês), ocorrem agora nos países em desenvolvimento. Ou o zoneamento e subsídios não regulados incentivam este tipo de operação, ou as fazendas industriais estão se movendo mais perto das áreas urbanas principais da China, Bangladesh, Índia e em muitos países da África, de acordo com o relatório “Vital Signs 2007-2008” do Worldwatch Institute . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não haja nenhuma prova científica definitiva, tais fazendas são provavelmente a origem da gripe aviaria e continuarão a ser responsáveis pelos novos focos de contaminação, segundo a autora do relatório, Danielle Nierenberg, uma associada do departamento de pesquisa do Worldwatch. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Laos, 42 dos 45 focos de contaminação na primavera de 2004 ocorreram em fazendas industriais, e 38 estavam no capital, Vientiane. Na Nigéria, os primeiros focos da gripe aviária foram encontrados em uma operação industrial. Dessa fazenda, espalhou-se por 46.000 pássaros e até outras 30 fazendas industriais, e a seguir rapidamente aos rebanhos vizinhos de quintal, forçando fazendeiros, já pobres, a matar suas galinhas, Nierenberg escreve no relatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O crescimento de fazendas industriais nos países em desenvolvimento está sendo dirigido pelo fato de que há mais pessoas nas cidades que têm mais dinheiro para comprar carne,” ela disse ao IPS em uma entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantar a renda, as populações e a demanda para a carne resultaram na população global de aves domésticas que quadruplicaram desde os anos 60 a aproximadamente 18 bilhão pássaros, hoje. Uma vez que no geral, as aves eram produzidas em pequenas granjas ou em quintais e agora, a maioria de aves criadas são mantidas em grandes rebanhos com números além de cem mil aves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condicionando 100.000 galinhas em uma única fábrica para produzir carne a baixo custo cria também a atmosfera perfeita para a propagação da doença. Por essa razão, sistemas desse tipo, com criação intensiva de animais exigem na Europa e América do Norte, o uso de grandes volumes de antibióticos em galinhas, porcos e até vacas, para o controle de doenças. Este uso difundido de antibióticos criou bactérias que são agora resistentes aos antibióticos e impondo, contudo, uma outra ameaça à saúde humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gripe aviária é causada por um vírus, mas que tem estado por muito tempo em pássaros selvagens e domésticos, sendo normalmente inofensivos aos seres humanos. Em 2003, uma variação mortal chamada H5N1, tem matado até agora 167 pessoas de acordo com a Organização Mundial de Saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último mês, a Inglaterra experimentou seu primeiro foco de H5N1 em uma imensa fazenda de peru com 160.000 pássaros e um galpão de processamento de carne. Acredita-se que a carne que tenha infectado os pássaros possa ter sido trazida para dentro das fazendas da fábrica por uma companhia da Hungria, de acordo com oficiais britânicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira, os oficiais Russos de saúde confirmaram um foco H5N1 em cinco regiões diferentes em torno de Moscou. Os oficiais de lá responsabilizaram os pássaros selvagens migratórios, mesmo que fosse no meio do inverno da Rússia. Já a agência de notícias Novosti da Rússia, disse que os cientistas seguiram a fonte do vírus até um mercado do animais de estimação em Moscou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (FAO) em Roma e a OMS responsabilizaram também os pássaros e rebanhos selvagens de quintal pela propagação do vírus. Em conseqüência, pelo menos 15 nações restringiram ou proibiram a produção caseira ou não-industrial de aves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso pode trazer mais danos do que benefícios, disse Nierenberg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos dos estimados 800 milhão fazendeiros urbanos no mundo, que tem plantio e produção de animais para subsistência, para o transporte, como fonte de renda foram almejados injustiçadamente,” ela disse. “A importância socioeconomica dos animais domésticos para os  pobres do mundo não pode ser ultrapassada”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma evidência crescente demonstrando que há outros vetores da doença. Nenhum pássaro selvagem foi detectado com o vírus na Europa ou África este inverno, contudo houveram fontes de contaminação na Nigéria, Egipto e Europa. O comércio ilegal e impróprio de aves domésticas pode ser a razão para estes focos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossa pesquisa mostra que o comércio global de aves e as aves migratórias estão envolvidos na propagação do H5N1,” disse Peter Daszak, diretor executivo do Consortium do Conservation Medicine em Nova York, e um perito na propagação de doenças em animais selvagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de um grande número de pássaros que estão sendo criados juntos, o comércio internacional de aves criadas e os pássaros migratórios são uma receita perfeita para a propagação global da doença, disse Daszak em uma entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, há um “jogo de culpa que vai em” entre as fazendas-fábrica e os pássaros migratórios como fonte de H5N1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As doenças novas são um dos custos do desenvolvimento e crescimento,” disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daszak e os colegas documentaram a ascensão de várias doenças tais como Ebola, gripe aviária, BSE, CJD, HIV/AIDS, e H5N1. Eles acreditam que isso é resultado da mudança ambiental, causada quase sempre por seres humanos. Porque os seres humanos compartilham tantos patógenos com os animais, que o impacto humano em controlar as doenças dos animais selvagens ameaça por sua vez a saúde pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos de nós subestimamos o poder do comércio,” disse Samuel Jutzi, diretor da produção animal e saúde da FAO, ao Herald Internacional Tribune na última semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O setor de produção de aves é o a mais globalizado na agricultura,” disse Jutzi. “Há um deslocamento incrível desde pintinhos até outros produtos.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma patogênica do H5N1 não se desenvolve geralmente em pássaros ou em aves domésticas selvagens ou de quintal porque suas populações são muito espalhadas e diversas, disse Cathy Holtslander, organizadora do projeto Beyond Factory Farming Coalition, uma ONG Canadense. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos concentrando números enormes de animais em espaços pequenos, alimentando-os com o alimento mais barato possível, centralizando e acelerando seu crescimento – além de processar, e de distribuir o produto extensamente em torno do mundo, a receita perfeita para a doença se espalhar, disse Holtslander ao IPS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números de crescimento da criação de animais em torno do mundo são responsáveis para 18 por cento de emissões de gases de efeito estufa globais (como medido no equivalente do dióxido de carbono), de acordo com a FAO. Não é apenas methane e manure -- a FAO mostra que nossas transformações no uso de terras como o desmatamento para expanssão de pastos e para o plantio especialmente de cultivos para alimentação desses animais, fazem grande diferença. Como também fazem o uso da energia para produzir fertilizantes, para fazer funcionar abatedouros e fábricas de processamento de carne, além do bombardeamento  de água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As emissões já ultrapassam o setor do transportes no mundo, e o números de animais de criação estão aumentando rapidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas pobres do mundo necessitam provavelmente de mais carne, mas nós na América do Norte e na Europa devemos comer muito menos,” disse Nierenberg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seria melhor e mais saudável obter carne de sistemas menores e locais de produção. As fazendas industriais fornecem a carne mais barata somente porque os custos reais em termos de poluição do ar e da água, as condições terríveis de trabalho e o confinamento e sofrimento de animais não são calculados e assim por diante, ela disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A infra-estrutura dos ESTADOS UNIDOS mal pode controlar os problemas causados por fazendas industriais,” Nierenberg disse. “Eu não sei como podem direcionar isso a países em desenvolvimento.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço IPS-Inter de imprensa © 2007 Todos os direitos reservados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3618254702143179906?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.commondreams.org/headlines07/0221-03.htm' title='Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3618254702143179906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3618254702143179906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3618254702143179906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3618254702143179906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/relatrio-culpa-fazendas-industriais.html' title='Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7866232232250575830</id><published>2007-02-22T16:27:00.000-02:00</published><updated>2007-02-22T16:28:40.359-02:00</updated><title type='text'>Biodiversidade: O livro da vida em código de barras</title><content type='html'>Por Stephen Leahy, da IPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toronto, 21/02/2007 – Especialistas descobriram 50 novas espécies de aves após a primeira mostra genética de quase todas as 690 conhecidas na América do Norte. O processo foi possível graças a uma nova técnica de análise que demora apenas três horas e custa US$ 5. Um processo semelhante de análise do DNA (ácido desoxirribonuclêico) acrescentou seis às 87 espécies já registradas de morcegos na guiana. O olho e o ouvido humanos quase não distinguem as novas espécies além daquelas que já tem conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a análise genética mostra que o DNA de diversas variedades evoluíram por caminhos diferentes há milhões de anos, segundo pesquisas publicadas no domingo pela revista científica britânica Molecular Ecology Notes (Notas de Ecologia Molecular). “O código de barras do DNA transformará os esforços para a proteção e conservação da biodiversidade mundial”, disse à IPS Paul Herbert, do Instituto de Biodiversidade de Ontário, na Universidade de Guehph, no Canadá. “Não se pode proteger o que não se pode identificar”, explicou o cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O habitat do zarapico, uma ave costeira norte-americana, sofre tremenda pressão do setor da construção e pela mudança climática. Agora sabes que, na realidade, está espécie tem duas formas distintas, cujos rastros evolutivos se bifurcaram há 2,5 milhões de anos. “Como é possível desenvolver estratégias para preservar entidades genéticas muito diferentes se não se sabe o que são? Nosso trabalho é encontrar a primeira evidência molecular de algumas dessas divisões”, explicou Herbert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância da proteção e conservação da diversidade biológica está no fato de os organismos vivos desempenharem funções importantes em todos os ecossistemas, como a purificação da água e do ar que todos os seres, incluídos os humanos, dependem para sobreviver. A diversidade de espécies interatuantes é a chave da saúde e resistência dos ecossistemas, segundo os especialistas. Usar o DNA para a identificação das espécies não é uma prática nova, mas, o que Herbert e sua equipe desenvolveram é um mecanismo que padroniza, acelera e barateia a análise. “Três horas e US$ 5 em substâncias químicas” é tudo que se precisa para identificar uma espécie a partir de uma mostra de decido, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DNA, que aparece em todos os seres viventes, é uma molécula complexa que contém todas as instruções genéticas para que um organismo se desenvolva. Não causa surpresa que o DNA de um ser humano seja diferente e mais complexo do que o de um inseto, embora o de um rato sejam semelhante ao de um humano. As diferenças entre os milhões de peças que compõem o DNA de duas distintas espécies animais são muito difíceis de encontrar. Depois de 20 anos de pesquisa e vários outros de testes, Herbert conseguiu identificar a porção de um gene chamado citochrome c oxidase I (COI), que, aparentemente, é o código de barras de todas as espécies animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste avanço, os inspetores aduaneiros e os guardas de parques poderão determinar se um carregamento de peles ou de filés animais procedem de espécies cuja caça é ilegal, disse o especialista. Também os funcionários dos aeroportos poderão identificar os restos das aves que acabam na turbina dos aviões, com desastrosas conseqüências para elas e, em certas ocasiões, também para as aeronaves. Milhares desses “ataques de aves” acontecem a cada ano e poderiam ser evitados identificando os animais e impedindo que façam seus ninhos perto dos aeroportos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova tecnologia já é usada para estabelecer os limites dos parques nacionais de Madagascar e para entender o impacto do desenvolvimento econômico nas selvas amazônicas. E nenhuma dessas aplicações é tão controvertida quanto a descoberta, chocante para os ornitólogos e praticantes de avistamento de aves, de 15 novas espécies em Estados Unidos e Canadá. “Há 15 espécies passadas pro alto, geneticamente diferentes mas que parecem iguais a outras”, disse à IPS um dos autores do estudo divulgado pela Molecular Ecology Notes, Mar,k Stoeckle, da Universidade Rockefeller, de Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o quanto estavam bem estudadas as aves norte-americanas, está descoberta é toda uma surpresa, segundo Stoeckle. “Pode-se usar o DNA por si só para definir uma espécie? Talvez no futuro, mas agora necessitamos da opinião dos especialistas”, acrescentou. Alguns desses especialistas afirmaram anteriormente que está tecnologia ainda não provou ser rigorosa. A identificação e classificação de espécies é o objeto de uma disciplina denominada taxonomia, com uma rica tradição científica de mais de três séculos. De qualquer maneira, as novas análises indicam que “há vários casos de profundas divergências genéticas dentro do que hoje se considera uma espécie única”, afirmou Herbert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora espécies de aves possam parecer muito semelhantes ao olho humano, uma espécie não se parecerá com outra que tenha um “código de barras” diferente. Por outro lado, as novas espécies de aves e morcegos ainda não têm um nome que as diferencie. O assunto é objeto de uma intensa discussão científica. “Se dissermos que a partir de agora o DNA é o único meio para identificar as espécies, se levantaria as penas de alguns pássaros”, observou Herbert. A taxonomia constitui uma tarefa difícil e tediosa e ganhar experiência demora muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stoeckle descobriu há tempos uma centopéia incomum no Parque Central de Nova York. Especialistas na Itália demoraram quatro anos de trabalho para identificar esse espécime como uma nova espécie, tendo sido necessário compará-lo com todas as centopéias antes identificadas. O código de barras do DNA aceleraria muito o processo, disse o cientista. Por outro lado, está nova tecnologia permitiria identificar todos os seres viventes do planeta. Hoje, não estão identificados todos os cerca de 5.500 mamíferos da Terra. Para os biólogos, sem incluir as bactérias e os fungos, deve haver cerca de dois milhões de espécies distintas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbert afirmou que demoraria apenas sete anos criar uma “biblioteca” de códigos de barras de DNA na qual estariam identificadas meio milhão de espécies, incluídos insetos, invertebrados e peixes, a um custo bastante modesto: US$ 100 milhões. Os esforços para financiar o já denominado Sistema de Código de Barras da Vida estão em curso. Está “biblioteca” já catalogou mais de 25 mil espécies. (IPS/Envolverde) &lt;br /&gt;(Envolverde/ IPS)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7866232232250575830?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://envolverde.ig.com.br/?materia=28130#' title='Biodiversidade: O livro da vida em código de barras'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7866232232250575830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7866232232250575830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7866232232250575830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7866232232250575830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/biodiversidade-o-livro-da-vida-em-cdigo.html' title='Biodiversidade: O livro da vida em código de barras'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1027690722469260771</id><published>2007-02-20T16:42:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T16:44:18.285-02:00</updated><title type='text'>Brazil 'bridges the gap' between science and industry</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Marina Ramalho13 February 2007Source: SciDev.Net&lt;br /&gt;[RIO DE JANEIRO] Brazil president Luiz Inácio Lula da Silva last week (8 February) launched a new development policy that aims to make Brazil a world leader in biotechnology within 15 years.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;The policy aims to encourage companies and scientists to approach one another, and establishes initiatives making it attractive for scientists to focus on biotechnological innovation. The policy foresees private and public investment in the biotechnological industry reaching US$4.8 billion over the next ten years.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"We will produce cheaper medicines and vaccines, industrial enzymes, more nutritive foods and we will improve our research", said President Lula at the launching ceremony.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;The policy will cover four priority areas: human health, arable and cattle farming, industry and the environment.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;It will also strengthen already available schemes for long-term funding of innovative companies. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;For example, there is a special program to stimulate the employment of scientists by companies, and one launched to fund innovation research in firms (see &lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readnews&amp;itemid=3238&amp;amp;language=1" target="_self"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Brazilian firms rush for innovation research funds&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Antonio Sergio Martins Mello, secretary of production development at the Development Ministry, told SciDev.Net, "Brazil has 1,700 research groups dedicated to biotechnology. The policy will allow scientific knowledge to reach industry and generate biotechnological products."&lt;br /&gt;Mello said reducing the gap between science institutions and industry is a goal for all research fields, but even more so for biotechnology because there is a lot of scope for improving production methods, and because biotechnology has great potential to accelerate economic growth.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;The government has created a National Biotechnology Committee to coordinate the policy. Its members are drawn from the Civil House of the Republic's Presidency and the ministries of health, science and technology, development, justice, agriculture, cattle breeding and supply, environment, education and agricultural development, as well as other public organisations. The committee will be advised by the Forum of Biotechnology Competitiveness.Related SciDev.Net articles: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;itemid=3266&amp;amp;language=1"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Brazilian gene bank becomes world's seventh largest&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;itemid=3238&amp;amp;language=1"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Brazilian firms rush for innovation research funds&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/Opinions/index.cfm?fuseaction=readOpinions&amp;itemid=571&amp;amp;language=1"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Biofuels: countries advised to follow Brazilian lead&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/dossiers/index.cfm?fuseaction=policybrief&amp;policy=32&amp;amp;dossier=6"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Public-private partnerships in modern biotechnology&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1027690722469260771?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;itemid=3411&amp;language=1' title='Brazil &apos;bridges the gap&apos; between science and industry'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1027690722469260771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1027690722469260771&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1027690722469260771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1027690722469260771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/brazil-bridges-gap-between-science-and.html' title='Brazil &apos;bridges the gap&apos; between science and industry'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3949399488755428834</id><published>2007-02-20T16:34:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T16:41:53.734-02:00</updated><title type='text'>Bird flu update: 19 February 2007 by SciDev</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;19 February 2007Source: SciDev.Net&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Below is a round-up of the key developments on the spread of the bird flu virus (H5N1) and the threat it poses to human health. Each title is a link to the full article.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.who.int/csr/disease/avian_influenza/country/en/index.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Click here to see the latest World Health Organization (WHO) figures of confirmed human cases.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Monday 19 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/L19192771.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Russia confirms bird flu outbreak&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Russian health officials have confirmed that several bird flu outbreaks in domestic poultry around Moscow were caused by the H5N1 strain. No human cases of bird flu have been recorded in the country (Source: Reuters).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Saturday 17 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.cidrap.umn.edu/cidrap/content/influenza/avianflu/news/feb1607egypt.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Egyptian boy tests positive for bird flu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A five-year-old boy from the Nile Delta region has tested positive for the H5N1 virus, according to government officials, and is the 22nd Egyptian to be infected. The case follows the death of a 37-year-old woman in Fayoum, late on Friday (Source: Associated Press).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Friday 16 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/asia-pacific/6369565.stm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Indonesia to share bird flu samples again&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Indonesia will start sending bird flu virus samples to the World Health Organization, after agreeing to a deal ensuring Indonesia and other developing countries have access to any vaccine produced (Source: BBC).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="" href="http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N16331452.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mexico aims for stricter bird flu rules&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mexico is reviewing its animal health rules to reduce the risk of an H5N1 outbreak of bird flu on its poultry farms (Source: Reuters).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Thursday 15 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/JAK298913.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Indonesia wants fair deal on H5N1 vaccine&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Indonesian health minister, Siti Fadilah Supari, has criticised the World Health Organization for allowing commercial drug companies to access Indonesian bird flu samples without their permission (Source: Reuters).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tuesday 13 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://www.iht.com/articles/2007/02/13/news/flu.php" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Illegal poultry trade behind bird flu outbreaks&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Scientists believe most of the bird flu outbreaks so far this year — including those in Nigeria and Egypt — could be traced to illegal or improper trade in poultry rather than wild migrating birds (Source: International Herald Tribune).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="" href="http://www.iht.com/articles/ap/2007/02/13/asia/AS-GEN-Philippines-Bird-Flu.php" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Philippines opens bird flu lab funded by New Zealand&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A US$340,000 bird flu diagnostic laboratory has opened in the Philippines Pampanga province, funded by the New Zealand government (Source: Associated Press).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Monday 12 February 2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="" href="http://today.reuters.com/news/articlenews.aspx?type=scienceNews&amp;storyID=2007-02-13T012838Z_01_N12368386_RTRUKOC_0_US-BIRDFLU-IMMUNITY.xml" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Study suggests it may be possible to develop bird flu immunity&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Research suggests that it may be possible for some people to develop immunity to the H5N1 virus, after studies showed that mice developed a degree of immunity to the related H1N1 virus (Source: Reuters).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Related SciDev.Net articles: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;amp;itemid=3407&amp;language=1"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bird flu update: 12 February 2007&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;amp;itemid=3398&amp;language=1"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Indonesia stops sharing bird flu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;samples&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dossiers: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scidev.net/dossiers/index.cfm?fuseaction=dossierItem&amp;amp;Dossier=24"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bird Flu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3949399488755428834?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readNews&amp;itemid=3420&amp;language=1' title='Bird flu update: 19 February 2007 by SciDev'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3949399488755428834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3949399488755428834&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3949399488755428834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3949399488755428834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/bird-flu-update-19-february-2007-by.html' title='Bird flu update: 19 February 2007 by SciDev'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2309756740531457827</id><published>2007-02-18T10:45:00.001-02:00</published><updated>2007-02-18T10:46:12.257-02:00</updated><title type='text'>Big Biotech is Forcing Farmers to Buy GMO Seeds</title><content type='html'>The Plot Against Mexican Corn &lt;br /&gt;By JOHN ROSS CounterPunch, February 14 2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The "diableros" (hand truck hostlers) from Lagunilla market clustered around La Lupita's Ricos Tacos in the rough and tumble barrio of Tepito were not smiling. "Yesterday these cost me six pesos. Today, it's eight. Tomorrow, who knows, ten?" complained Rodrigo Aldama, 28, pointing at the three greasy tacos on his paper plate, "Vitamin T is rich man's food now." Vitamin T, a staple of urban diet here, includes tacos, tostadas, tamales, tortillas, and most any kind of street food concocted from corn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The steep jump of tortilla prices here this January to as high as 18 pesos a kilo (they were six in November) have unleashed a storm of protest and suspicion. "Someone's getting rich on my 'ricos tacos' but it isn't me" lamented Lupita Perez. Many point fingers at the corn distribution system, which is run by transnationals. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo had another theory: "the tortilla is Mexico but now they want us to eat white bread like the gringos." Others see even more sinister motives behind the sudden spike in tortilla prices which the government of freshman president Felipe Calderon blames on short supply and high prices for white and yellow corn - the opening of the Mexican milpa or corn patch to genetically modified corn. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;World corn prices are currently at an all-time high due to burgeoning interest in ethanol production as a petroleum substitute. In Mexico the price of corn has been pushed upwards by the cost of diesel and petrochemical fertilizers and pesticides despite the fact that Mexico is a major oil producer. Crop failures due to drought, flooding, and even ice storms have contributed to the price surge. But whatever the immediate causes, the dismantlement of government agricultural programs and the brutal impacts of the North American Free Trade Agreement have deepened the crisis in Mexican corn production. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competing with highly subsidized U.S. farmers is driving their Mexican counterparts into bankruptcy. Whereas south of the border, guaranteed prices for farmers' crops is a thing of the past, corporate corn growers north of the Rio Bravo can receive up to $21,000 an acre in subsidies from their government, enabling them to dump their corn over the border at 80% of cost. The impact of this inundation has been to force 6,000,000 farmers and their families here to abandon their plots and leap into the migration stream, according to a 2004 Carnegie Endowment study. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This assault on poor farmers down at the bottom of the food chain will be exacerbated at the end of 2007 when all tariffs on U.S. corn are abolished. Meanwhile President Calderon seeks to tamp down tortilla prices by importing up to 2,000,000 duty-free tons to augment what Mexican farmers can or cannot produce. Such a solution is guaranteed to drive more farmers off the land. Even worse is that much of the new influx of NAFTA corn will be transgenic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A great deal of the 36,000,000 tons of corn Mexico has imported from the U.S. in the past six years is genetically modified - 40% to 60% estimates the environmental group Greenpeace, reasoning that U.S. producers, barred from dealing GMO corn in Europe and Japan are using Mexico as a dumping ground for the grain. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GMO corn began pouring into Mexico in 1998 and by 2001 was being detected in the remote sierras of Oaxaca and Puebla, a region in which maize was first domesticated seven millenniums ago - both BT and Starlink strains (Monsanto and Novartis brands) were found in Oaxaca's Sierra de Juarez in 2001 and 2002. 11 out of 22 corn-growing regions in the two states registered readings of contamination as high as 60% in a 2002 government study that was suppressed by the Secretary of Agriculture. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although Mexico imports millions of tons of transgenic corn, it remains a crime here to plant genetically modified seed. In 1998, the National Biosecurity Commission, an interdisciplinary body that involves the health and agricultural secretariats, declared a moratorium on planting genetically modified corn until its impacts could be determined, and the ban remains in place although under heavy attack from big biotech and agribiz and transnational grain purveyors like the Cargill Corporation which now controls much of Mexican corn distribution. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To keep the industry at bay, the Biosecurity commission now grants permits for "experimental" stations where the grain can be grown under government supervision - the Monsanto corporation is now testing its "YieldGuard" brand corn on hundreds of hectares in Sinaloa state, the most prolific corn-producing state in Mexico. A spillover of YieldGuard in Sinaloa could contaminate a big chunk of the existing corn supply. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despite the prohibitions on planting, there is plenty of transgenic corn tassling up in the Mexican milpas these days. Some of it is accidental. Massive imports of NAFTA corn distributed in rural regions through state-owned Diconsa warehouses threaten vast swatches of the Mexican "campo." Diconsa trucks are old and the roads rough and the GMO corn blows off into the wind contaminating cornfields for miles around.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although more and more licenses are issued every year for experimental planting, producers groups are now threatening to plant GMO corn without government permission - "If the moratorium is not relaxed, we will start planting the transgenic corn in the spring cycle" warns Perfecto Solis, director of the U.S.-Mexican agribusiness giant Corn Products Systems. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despite the prohibitions, big corn growers have been sewing transgenic maize without government permission for years. Roberto Gonzalez Barrera, "El Rey de la Tortilla", whose Maseca-Gruma, now a third owned by the Archer Daniels Midlands conglomerate, rules the corn flour and tortilla market (between 60 and 80%), once boasted that he had thousands of hectares under transgenic corn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maseca-Gruma is indeed a major player in the "transgenization" of the tortilla industry. During the administration of the now-reviled Carlos Salinas (1988-94), Gonzalez Barrera began marketing an instant corn flour mix milled from both genetically modified and natural corn. Taco shells milled and confected by Gruma and marketed by Kraft were found to contain Starlink corn, then not yet authorized for human consumption, resulting in the largest call-back of any transgenically contaminated product in U.S. history.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Maseca mix has largely supplanted the traditional Indian way of preparing corn for tortillas - the "nixtamal" in which the "granos" or kernels are put to soak overnight in a brew whose main ingredient is quicklime. As payback for market domination, the King of the Tortillas flew Salinas into self-exile in his private jet in 1995 after the ex-president's brother was arrested for murder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barrera and his ADM partners and their transnational associates at Cargill-Consolidated Mexico and Mimsa-Corn Products now control the Mexican maize market. It is that monopoly, which has caused the current panic, considers Luis Hernandez Navarro, op-ed editor at La Jornada, the national left daily, and a writer intimately familiar with agricultural issues. When ex-president Ernesto Zedillo (1994-2000) closed down CONASUPO, the state grain distribution system in 1997, the transnationals moved in and have taken control, says Hernandez. "When Mexican corn is in danger so is Mexico" he cautions, echoing the old refrain "no hay pais sin maiz" - there is no country without corn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hernandez and other veteran observers of the Mexican "campo" strongly suspect that the current corn crisis is being manipulated to end the moratorium on planting transgenic corn in Mexico. "The transnationals want to end the moratorium and are using this made-up crisis to pressure the SAGARPA (Agricultural Secretariat) to do away with it" figures investigator Antonio Serratos at the prestigious College of Mexico think tank. "It is part of their strategy for taking control of the entire agricultural sector."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As if to confirm Serratos' hunch, Big Agro is already petitioning the Biosecurity Commission to permit widespread planting in 2007. "Bio-tech is the only solution to growing more corn and keeping the tortilla affordable" advises Jaime Yesaki, director of the National Agriculture and Livestock Council or C.N.A, the principal agri-business federation in the country. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The C.N.A. was joined in its petition to the Secretary of Agriculture to vacate the ban on growing GMO corn by the National Association of Supermarkets and Retail Stores which is controlled by the U.S. transnational Wal-Mart - Wal-Mart is now Mexico's number one retailer of tortillas and other foodstuffs and, with 700 mega-stores, the nation's largest employer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The subtext of the corn conflict is control of the seed market. "We have been patiently waiting to end the moratorium for ten years now" complained Eduardo Perez Pico, director of Monsanto-Mexico, the St. Louis-based conglomerate that dominates world seed markets. "Meanwhile Mexico is falling behind the rest of the world in applying new seed technologies that can better feed its people" the magnate recently told La Jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Mexican geography produces hundreds of varieties of corn that have adapted to the country's myriad bioregions over millenniums. The introduction of transgenic seed will work to homogenize these strains, reasons Dr. Ignacio Chapela, the University of California-Berkeley biologist who was the first to locate GMO contamination here while doing fieldwork in the tiny Oaxaca sierra town of Calpulapan in 2001. "Millions of years of biological history will be lost if transgenic seeds are allowed to be planted in the Mexican milpa" Chapela affirms. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Big Biotech with Monsanto leading the pack wants to replace those millions of years with seeds like the Terminator (named for the action hero governor of California) which goes sterile after one growing cycle and obligates farmers (they sign binding contracts with Monsanto) to buy more, a process Mexican investigator Silvia Ribiero tags "bio-slavery". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corn is not just nutrition and livelihood in Mexico but also culture and religion. Maiz came from the gods and the Aztecs and Mayas nourished those gods with sacrificial victims to keep it coming. The transnational attack on corn stirs passions and paranoias amongst the descendants of Mexico's first peoples. At a meeting of NAFTA scientists a few years back, some with deep ties to Big Biotech, and charged with investigating allegations brought by 17 Mexican NGOs that GMO corn was a threat to the nation's 57 distinct indigenous peoples, an Indian farmer from Oaxaca seized the mic and accused the scientists of practicing genocide by pushing transgenics. "First you killed your own Indians and now you want to kill us!" the farmer shouted angrily.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Zapatistas are Mayans and the Mayans are the People of the Corn. According to their sacred books, the Popul Vuh and the Chilam Balaam, they are actually made from maiz. Manuel, a member of the ecology-agricultural commission at Oventik, the most accessible Zapatista "caracol" or public center in the mountains above San Cristobal de las Casas, venerates these roots. "We are the corn - if it is poisoned so are we" he insisted during this New Year's "Encounter Between the Peoples of the World and the Peoples of the Zapatista Communities" up at the Caracol "Resistance and Rebellion for Humanity." Now the Zapatistas are freezing their seed corn to preserve pure Mayan germ plasma so that there will never be a world without it. You can even purchase the seeds on the World Wide Web. Check out www.schoolsforchiapas.com. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Ross is currently on the road with his latest opus ZAPATISTAS! Making Another World Possible--Chronicles of Resistance 2000-2006. He will be traversing the southwest (February), the south and mid-west (March) and the Atlantic Coast (April) - contact johnross@igc.org for venues and itineraries. These dispatches will continue at ten-day intervals while the Blindman is on the road.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2309756740531457827?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.counterpunch.org/ross02142007.html' title='Big Biotech is Forcing Farmers to Buy GMO Seeds'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2309756740531457827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2309756740531457827&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2309756740531457827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2309756740531457827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/big-biotech-is-forcing-farmers-to-buy_18.html' title='Big Biotech is Forcing Farmers to Buy GMO Seeds'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3674700330175255261</id><published>2007-02-18T10:44:00.000-02:00</published><updated>2007-02-18T10:45:07.496-02:00</updated><title type='text'>Mexico's tortilla crisis and GM corn</title><content type='html'>1.Maseca, Minsa Accused of Using GM Corn &lt;br /&gt;2.Mexican Govt Ignores Corn Culture &lt;br /&gt;3.Mexico's tortilla crisis: harvest of NAFTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(13/2/2007)&lt;br /&gt;GM WATCH comment: The price of corn in Mexico has risen to its highest point in 10 years, reportedly due to a growing demand for the grain from the United States to produce ethanol. The crisis brought on by the massive price hike - from 8 pesos (US$0.73) in December to 14 pesos ($1.20) per kilogram in mid-January - is now being exploited by the GM lobby to push for the introduction of GM corn in Mexico via claims that GM is a panacea for increased corn production. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The three articles below explore diverse aspects of the current crisis, but there is another point to be made - USDA data does not support the claim that GM corn increases production. In fact, it shows that GM crops far from increasing yield potential may even reduce yields. It also shows that GM corn's had a negative economic impact on farms.&lt;br /&gt;http://www.btinternet.com/~nlpwessex/Documents/usdagmeconomics.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In short, we're talking about expensive seeds promoted via marketing hyperbole rather than agronomic delivery. Is that what Mexico needs?&lt;br /&gt;----&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3674700330175255261?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=24199573' title='Mexico&apos;s tortilla crisis and GM corn'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3674700330175255261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3674700330175255261&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3674700330175255261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3674700330175255261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/mexicos-tortilla-crisis-and-gm-corn.html' title='Mexico&apos;s tortilla crisis and GM corn'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2449601667722854307</id><published>2007-02-16T01:00:00.000-02:00</published><updated>2007-02-16T01:02:03.803-02:00</updated><title type='text'>Não deixar de ler:</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Welcome to GM Watch&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"We are confronted with the most powerful technology the world has ever known, and it is being rapidly deployed with almost no thought whatsoever to its consequences."  &lt;br /&gt;Dr Suzanne Wuerthele, U.S. Environmental Protection Agency (EPA) toxicologist&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"All policymakers must be vigilant to the possibility of research data being manipulated by corporate bodies and of scientific colleagues being seduced by the material charms of industry. Trust is no defence against an aggressively deceptive corporate sector." &lt;br /&gt;The Lancet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"We strongly object that the image of the poor and hungry from our countries is being used by giant multinational corporations to push a technology that is neither safe, environmentally friendly nor economically beneficial..." Delegates from 20 African Countries to the Food and Agriculture Organisation of the UN meeting on Plant Genetic Resources&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Certainly, humanity's record for using technology wisely, sensitive to its potential effects on society, on people, on environment is, at best, mixed and hardly encouraging."&lt;br /&gt;Robert Shapiro, when Chief Executive of Monsanto Corporation&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2449601667722854307?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.gmwatch.org/p1temp.asp?pid=1&amp;page=1' title='Não deixar de ler:'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2449601667722854307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2449601667722854307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2449601667722854307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2449601667722854307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/no-deixar-de-ler.html' title='Não deixar de ler:'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7039252295136599303</id><published>2007-02-11T19:16:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T17:22:03.429-02:00</updated><title type='text'>Sociedade de Bioética defende que Comitê Nacional de Biotecnologia resista a lobby de empresas</title><content type='html'>Da Agência Brasil&lt;br /&gt;10/02/2007 - 16:03:22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manipulação de seres vivos pode resultar na cura de doenças graves ou na produção de alimentos mais nutritivos. A biotecnologia, no entanto, também pode ser usada em procedimentos polêmicos como clonagem, células-tronco e alimentos transgênicos. O lançamento da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia pelo governo federal acendeu o debate em torno da ética nas atividades científicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atento a essas questões, o presidente da Sociedade Brasileira de Bioética, José Eduardo de Siqueira afirma que o Brasil tem maturidade para lidar com essas questões, regulamentadas pela Lei de Biossegurança e por uma resolução de 1996 do Conselho Nacional de Saúde. Ele, no entanto, diz que o cuidado, daqui para frente, terá de ser redobrado por causa do maior volume de pesquisas que a nova política pode proporcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Siqueira, o Comitê Nacional de Biotecnologia, criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quinta-feira, terá de ter sensibilidade na hora de liberar financiamentos do governo. "O comitê precisará desenvolver a arte de identificar que riscos cada projeto pode trazer e resistir ao lobby das grandes empresas", salienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siqueira acredita que em algumas áreas, como a de remédios e vacinas, o país precisará aumentar a vigilância. "A precaução deverá ser maior principalmente com as multinacionais, que buscam, nos países em desenvolvimento, cobaias que não conseguiriam nos países de origem, onde a legislação é bastante rígida", adverte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente da Fundação Oswaldo Cruz, que desde 1908 pesquisa vacinas e medicamentos, Paulo Buss acha que o desenvolvimento da biotecnologia não representará estímulo a experimentos científicos ilegais. "O Brasil tem um elevado padrão de respeito à ética tanto nas pesquisas genéticas como para evitar maus-tratos nas experiências com animais", avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Buss, a atuação do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), que&lt;br /&gt;coordena 425 comitês de ética em instituições científicas em todo o país, será suficiente para que os procedimentos científicos sejam respeitados. "Tenho certeza de que o respeito dos pesquisadores à bioética vai continuar", acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprovada pelo Congresso Nacional em março de 2005, a Lei de Biossegurança permite as pesquisas com células-tronco embrionárias e a produção de alimentos transgênicos, mas estabelece regras. No caso das células-tronco (que podem ser usadas para gerar outro órgão), a lei permite o uso de embriões congelados há pelo menos três anos, desde que com autorização expressa dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos alimentos geneticamente modificados, a lei definiu que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CNTBio) deve analisar tecnicamente o pedido para o plantio. A autorização para a venda desses produtos está a cargo de um conselho formado por 11 ministros. Já a clonagem é permitida em animais, mas proibida para seres humanos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7039252295136599303?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=22750' title='Sociedade de Bioética defende que Comitê Nacional de Biotecnologia resista a lobby de empresas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7039252295136599303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7039252295136599303&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7039252295136599303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7039252295136599303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/sociedade-de-biotica-defende-que-comit.html' title='Sociedade de Bioética defende que Comitê Nacional de Biotecnologia resista a lobby de empresas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8305603181264671584</id><published>2007-02-10T11:28:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T22:29:28.235-02:00</updated><title type='text'>Los benefactores de la biotecnología y el biocombustible de la U. de California:</title><content type='html'>&lt;strong&gt;El poder de las grandes finanzas y las malas ideas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Miguel A. Altieri e Eric Holt-Gimenez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para a leitura em inglês clique no título.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con gran alarde, la British Petroleum (BP) acaba de donar una enorme suma para fondos de investigación de la Universidad de California en Berkeley, los Laboratorios Lawrence Livermore y la Universidad de Illinois, a fin de que puedan desarrollar nuevas fuentes de energía: básicamente biotecnología para desarrollar plantaciones que generen biocombustible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La donación se produce en el aniversario del infeliz negocio de Berkeley con la gigante de semillas Novartis para investigación, hace diez años. Sin embargo, con 500 millones de dólares, la donación de la BP representa diez veces más la inversión de Novartis. La presentación visual del anuncio fue inconfundible: el logotipo de la corporación BP está perfectamente alineado con las banderas de la Nación, del Estado y de la Universidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El director ejecutivo y presidente Robert A. Malone dijo que la BP se staba "uniendo a algunos de los mejores talentos mundiales en ciencias e ingeniería para responder a la demanda por energías de bajo contenido de carbono, que estaremos trabajando para mejorar y expandir la producción de energía limpia, renovable, a través del desarrollo de mejores plantaciones". Esta asociación refleja un alineamiento global&lt;br /&gt;corporativo rápido, sin fiscalización, y sin precedentes de las más grandes empresas del mundo en el agro-negocio (ADM, Cargill y Bunge), la biotecnología (Monsanto, Syngenta, Bayer, Dupont), el petróleo (BP, TOTAL, Shell) y las industrias automotrices (Volkswagen, Peugeot, Citroen, Renault, SAAB). Para ellas es una inversión relativamente pequeña, ya que estas empresas se van a apropiar de la pericia académica construida a través de décadas de apoyo gubernamental, lo que se traduce en billones de ganancias para esos socios globales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Esta sería una programación que sólo trae ganancias a la Universidad, al público, al medioambiente y la industria? Difícilmente. Además de sobrecargar la programación de las investigaciones de la Universidad, lo que los científicos que están detrás de este evidente negocio privado omiten mencionar es que la aparente "boca-libre" de combustible basado en plantaciones no puede satisfacer nuestra hambre de energía y que no será gratis, ni saludable desde el punto de vista ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destinar toda la producción actual de maíz y soja de EE UU para la producción de biocombustibles sólo satisfaría el 12% de nuestra demanda de gasolina y el 6% de diesel. El total del área de EE UU para plantaciones alcanza 625.000 millas cuadradas. Para sustituir el consumo de petróleo de EE UU por biocombustible serían necesarias 1.4 millones de millas cuadradas para etanol de maíz y 8.8 millones de millas cuadradas de soja para biodiesel. Se estima que los biocombustibles van a transformar los estados de Iowa y Dakota del Sur en importadores de maíz hacia el 2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El equilibrio energético del biocombustible –la cantidad de energía fósil usada para producir las plantaciones de biomasa comparada con la que será producida– no es nada prometedor. Los investigadores Patzek y Pimentel identifican graves equilibrios negativos de la energía proveniente de biocombustibles. Otros investigadores encuentran un retorno de sólo 1.2 a 1.8 veces para el etanol, en el mejor de los casos, con dudas en relación a biocombustibles basados en celulosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los métodos industriales de producción de maíz y granos de soja dependen de los monocultivos en gran escala. El maíz industrial exige altos niveles de fertilizante químico de nitrógeno (responsable en gran parte de la zona muerta en el Golfo de México) y el herbicida atrazine, un fragmentador endocrino. La soja exige cantidades masivas de herbicida no-selectivo Roundup, que desequilibra la ecología del suelo y produce "súper malezas dañinas". Ambos monocultivos producen una masiva erosión&lt;br /&gt;de la capa superficial del suelo y contaminación del agua superficial y subterránea debido a la evacuación de pesticidas y fertilizantes. Cada galón de etanol absorbe de 3 a 4 galones de agua en la producción de biomasa. La expansión de combustible "en espiga" para áreas más secas en el Centro-Oeste va a reducir el ya perjudicado acuífero Ogallala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uno de los motivos industriales más subrepticios del proyecto de los biocombustibles –y el motivo por el que Monsanto y compañía son actores clave– es la oportunidad de transformar irreversiblemente la agricultura en plantaciones genéticamente modificadas (GMOs en inglés). Actualmente, el 52% del maíz, el 89% de la soja y el 50% de la colza en EE UU son GMOs. La expansión de biocombustibles a través de "maíz programado", genéticamente adaptado para plantas especiales para el procesamiento de etanol, va a remover todas las barreras prácticas para la permanente contaminación de todas las plantaciones no genéticamente modificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, EE UU no puede satisfacer su apetito de energía con biocombustibles. En su reemplazo, los cultivos para combustibles estarán ubicados en los países en vías de desarrollo, sean estas plantaciones en gran escala de caña de azúcar, palmeras que producen aceite y granos de soja, que ya están sustituyendo bosques tropicales primarios y secundarios y pastos en Argentina, Brasil, Colombia, Ecuador y Malasia. La soja ya causó la destrucción de más de 91 millones de acres de bosques y pastos en Brasil, Argentina, Paraguay y Bolivia. Para satisfacer la demanda del mercado mundial, sólo Brasil tendrá que talar 148 millones más de acres de bosque. La reducción de gases que producen el efecto invernadero se pierde, cuando los bosques que captan carbono son talados para dar paso a las plantaciones que producen biocombustibles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A más de esto, centenas de miles de pequeños productores campesinos están siendo desplazados por la expansión de la soja. Muchos más perderán sus tierras debido a los biocombustibles. La expansión de tierras cultivables con plantaciones de maíz amarillo para etanol ya redujo el suplemento del maíz blanco para tortillas en México, provocando un aumento de los precios en un 400%. Eso hizo que los&lt;br /&gt;líderes campesinos presentes en el reciente Foro Social Mundial en Nairobi exigieran: ¡"Nada de tanques llenos cuando todavía hay estómagos vacíos!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con la promoción en gran escala de monocultivos mecanizados, que exigen la introducción de agro-químicos y máquinas, y conforme los bosques que captan carbono sean destruidos para dar paso a las plantaciones para biocombustibles, las emisiones de CO2 aumentarán y no disminuirán. La única manera de parar el calentamiento global es promover la agricultura orgánica en pequeña escala y reducir el uso de todos los combustibles, lo que implica disminuir los patrones de consumo y el desarrollo de&lt;br /&gt;sistemas masivos de transporte público, áreas que la Universidad de California debería estar activamente investigando y en las cuales la BP y los otros asociados en función de los biocombustibles nunca invertirán uno solo centavo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las consecuencias potenciales para el medioambiente y la sociedad del financiamiento de la BP son profundamente perturbadoras. Después del informe de la revisión externa del acuerdo entre la Universidad de California y Novartis, que recomendó que la Universidad no realizase tales acuerdos en el futuro, ¿como se pudo anunciar un negocio tan grande sin un amplia consulta al cuerpo docente de la Universidad?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La universidad ha sido conducida a una asociación corporativa que puede transformar irreversiblemente los sistemas de alimentos y combustibles del planeta y concentrar un enorme poder en las manos de unos pocos socios corporativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe a los ciudadanos de California exigir a la Universidad se responsabilice de investigaciones que verdaderamente apoyen alternativas sostenibles para la presente crisis energética. Un debate público serio sobre este nuevo programa ya debió haberse realizado hace tiempo. (Traducción ALAI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Miguel A. Altieri, Profesor de la Universidad de California en Berkeley&lt;br /&gt;- Eric Holt-Gimenez, Director Ejecutivo, "Food First", Oakland&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8305603181264671584?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.berkeleydailyplanet.com/article.cfm?issue=02-06-07&amp;storyID=26282' title='Los benefactores de la biotecnología y el biocombustible de la U. de California:'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8305603181264671584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8305603181264671584&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8305603181264671584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8305603181264671584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/los-benefactores-de-la-biotecnologa-y.html' title='Los benefactores de la biotecnología y el biocombustible de la U. de California:'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3462533986228591444</id><published>2007-02-09T22:27:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T21:57:48.817-02:00</updated><title type='text'>Decreto deve regular extração de materiais biológicos</title><content type='html'>9/2/2007 &lt;br /&gt;Wellton Máximo, Agência Brasil &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Brasília - Na cerimônia de lançamento da política de biotecnologia, os ministros da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan (ao microfone), da Saúde, Agenor Álvares, e do Meio Ambiente (interino), Claudio Langone.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Brasil - Até o final da próxima semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar decreto que estabelece novos procedimentos para a retirada de material biológico dos vegetais e animais brasileiros. A medida será uma das primeiras ações da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia, que entrou em vigor hoje (8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação foi dada pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudio Langone, após a solenidade de lançamento da nova política governamental para a biotecnologia, no Palácio do Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Langone, o decreto a ser assinado nos próximos dias deve corrigir falhas na lei que, desde 2001, define as regras para os projetos de extração de substâncias da fauna e da flora do país. O principal problema, segundo Langone, é que a atual legislação obriga a assinatura de contratos prévios com o governo federal para a retirada desses materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse item criou um entrave para os investimentos em biotecnologia porque muitos desses projetos não chegam a virar negócios e as empresas não querem se comprometer com antecedência”, comentou o secretário. A nova regulamentação, explicou Langone, vai retirar essa exigência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, segundo Langone, a principal intenção do decreto é valorizar as comunidades tradicionais e os povos indígenas, que devem receber formas de compensação pela utilização desses materiais por indústrias e pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pesquisas mostram que 70% dos medicamentos são feitos de plantas, muitas delas usadas durante séculos pelas populações locais”, explicou Langone. Somente na Amazônia, segundo ele, a medida deve beneficiar 5 milhões de pessoas que fazem parte de povos tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida, disse o secretário, foi acertada em conjunto pelos cinco ministérios que elaboraram a nova política do governo para o desenvolvimento da biotecnologia. Langone acrescentou ainda que a mudança na legislação não deve beneficiar apenas o uso de materiais biológicos para a produção de remédios. “Muitas substâncias usadas em cosméticos e na alimentação, por exemplo, são retiradas das nossas florestas”, ressaltou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;in www.EcoDebate.com.br - 09/02/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3462533986228591444?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecodebate.com.br/Principal_vis.asp?cod=4468&amp;cat=' title='Decreto deve regular extração de materiais biológicos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3462533986228591444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3462533986228591444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3462533986228591444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3462533986228591444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/decreto-deve-regular-extrao-de.html' title='Decreto deve regular extração de materiais biológicos'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6062942647009906297</id><published>2007-02-09T21:56:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T21:54:24.911-02:00</updated><title type='text'>Abra os olhos e feche a boca (Greenpeace)</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b3Ywrc8BOZY"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b3Ywrc8BOZY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda do Greenpeace alertando sobre o risco dos transgênicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6062942647009906297?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=b3Ywrc8BOZY' title='Abra os olhos e feche a boca (Greenpeace)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6062942647009906297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6062942647009906297&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6062942647009906297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6062942647009906297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/abra-os-olhos-e-feche-boca-greenpeace.html' title='Abra os olhos e feche a boca (Greenpeace)'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6255534428881768271</id><published>2007-02-09T21:52:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T21:46:39.856-02:00</updated><title type='text'>Video denúncia lançado pelo Greenpeace Brasil</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VA49s_ngB28"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VA49s_ngB28" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Video denúncia lançado pelo Greenpeace Brasil em outubro de 2005 comprova que os óleos Soya e Liza, líderes no mercado, são fabricados com soja transgênica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6255534428881768271?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=VA49s_ngB28' title='Video denúncia lançado pelo Greenpeace Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6255534428881768271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6255534428881768271&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6255534428881768271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6255534428881768271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/video-denncia-lanado-pelo-greenpeace.html' title='Video denúncia lançado pelo Greenpeace Brasil'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1502958508355106467</id><published>2007-02-09T21:43:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T21:39:10.689-02:00</updated><title type='text'>It's Coming</title><content type='html'>It's Coming&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=N2ceJyNMNyo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1502958508355106467?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=N2ceJyNMNyo' title='It&apos;s Coming'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1502958508355106467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1502958508355106467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1502958508355106467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1502958508355106467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/its-coming.html' title='It&apos;s Coming'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-296259040960693175</id><published>2007-02-09T21:35:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T15:34:17.620-02:00</updated><title type='text'>Riscos dos OGMs à saúde (em francês)</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jsTBXr1mBsM"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jsTBXr1mBsM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a versão integral clique &lt;a href="http://video.google.fr/videoplay?docid=-8996055986353195886"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-296259040960693175?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/296259040960693175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=296259040960693175&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/296259040960693175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/296259040960693175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/riscos-dos-ogms-sade-em-francs.html' title='Riscos dos OGMs à saúde (em francês)'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' 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O consumo energético global é considerado pela revista como “o maior desafio para um futuro sustentável”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os editores da publicação norte-americana ressaltam a dependência mundial dos combustíveis fósseis não-renováveis que foram e continuarão a ser a principal causa da poluição e das mudanças climáticas. “Esses problemas e a crescente escassez das reservas de petróleo tornam cada vez mais urgente a viabilização de energias alternativas”, afirmam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição enfoca alguns dos desafios e esforços necessários “para que a energia sustentável seja mais efetiva em escala suficiente para fazer diferença”. Segundo o editorial, várias das questões fundamentais ligadas ao tema “requerem grandes esforços de pesquisa em áreas que ainda têm pouco investimento”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 22 artigos da seção especial da edição tratam de avanços científicos e de perspectivas em tópicos como energia solar, biocombustíveis, células de hidrogênio, energia fotovoltaica, seqüestro de carbono e produção de combustíveis a partir de microrganismos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos textos, Nathan Lewis, da Divisão de Química do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que a conversão direta da luz do sol, com células de energia solar, em eletricidade ou hidrogênio esbarra nos altos custos, independentemente de sua eficiência intrínseca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mike Himmel, do Departamento de Bioquímica da Universidade do Estado do Colorado, explica como a União Européia planeja produzir um quarto de seus combustíveis a partir de biomassa até 2030. Em outro artigo, Janez Potocnik, diretor de Ciência e Pesquisa da Comissão Européia, discute como os europeus estão estabelecendo metas e alocando recursos para energias alternativas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil em primeiro plano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos destaques do dossiê é o artigo Etanol para um futuro de energia sustentável, de José Goldemberg, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O combustível comum nos postos brasileiros é apontado pela revista em editorial como a “principal alternativa energética viável a curto prazo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o físico Goldemberg, também professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), o destaque para o Brasil na edição da Science mostra que a comunidade científica norte-americana percebeu as vantagens do etanol baseado em cana-de-açúcar em relação ao combustível produzido a partir do milho. A Science é publicada pela Sociedade Norte-Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu não submeti o artigo à apreciação dos editores. Eles entraram em contato e solicitaram a contribuição, o que é raro nesse tipo de publicação. Isso mostra que os norte-americanos se conscientizaram de que o etanol de cana-de-açúcar é um caminho promissor”, disse Goldemberg à Agência FAPESP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldemberg defende que o programa brasileiro, iniciado na década de 1970, seja replicado em outros lugares do mundo. Ele explica que o etanol de cana-de-açúcar é sustentável por consumir, em sua produção, muito menos combustível fóssil que o de milho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além disso, o milho cria uma competição direta entre o uso para alimento e para combustível, o que é um efeito perverso. Com a produção atual de etanol, o preço do milho já subiu, encarecendo o produto inclusive no México, onde é a base da alimentação”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combustível para exportação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Goldemberg, se o modelo brasileiro for replicado em outros países, o Brasil poderá tirar proveito da exportação do produto. “O etanol não contribui para o efeito estufa, por isso os países europeus e o Japão, por exemplo, teriam interesse em importar do Brasil para reduzir suas emissões. No momento há muitas barreiras alfandegárias, mas a necessidade de combater o efeito estufa deverá baixá-las”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu artigo, Goldemberg aponta que a produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil é de 16 bilhões de litros por ano, o que requer cerca de 3 milhões de hectares de terra. “A competição pelo uso da terra para produção de comida e combustível não tem sido substancial: a cana cobre 10% do total de terras cultivadas e 1% das terras disponíveis para agricultura no país. A área total de plantações (para açúcar e etanol) corresponde a 5,6 milhões de hectares”, conta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista afirma que a produção de etanol a partir da cana-de-açúcar pode ser replicada em outros países sem grandes prejuízos para os ecossistemas naturais. Em todo o mundo, cerca de 20 milhões de hectares são usados para plantio de cana-de-açúcar, na maior parte para produção açucareira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A expansão da produção nos moldes do programa brasileiro de etanol, com um acréscimo de 30 milhões de hectares no Brasil e em outros países, seria suficiente para que o etanol substituísse 10% da gasolina usada no mundo. A área corresponde a uma pequena fração dos 2 bilhões de hectares de áreas cultivadas em todo o mundo”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importância ambiental &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldemberg afirma que a expansão do uso do etanol não deverá pressionar o meio ambiente. “Existem amplas possibilidades de expandir sem precisar usar áreas que envolvam degradação. Em São Paulo, a produção de cana-de-açúcar ocorre em áreas já degradadas e ainda há espaço para duplicar ou triplicar a produção usando só essas áreas.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biodiesel, de acordo com o professor, representa perigo ambiental iminente. “O problema é que ele está sendo produzido a partir da soja. É preciso procurar outras culturas, como dendê ou pinhão-bravo. A soja, ao contrário da cana-de-açúcar, é cultivável na Amazônia. Permitir que o programa seja dependente da soja é um grande perigo”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu artigo, Goldemberg destaca que mais de 80% do total da energia utilizada do mundo é proveniente de combustíveis fósseis, que pouco mais de 6% correspondem à energia nuclear e que apenas cerca de 13% vêm de energias renováveis. “Mas boa parte dessa biomassa é usada de maneira não renovável. A grande oportunidade que temos é modernizar o uso de biomassa, e isso é o que está sendo feito com o etanol e o biodiesel”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dossiê pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-39157389967144480?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=6715' title='Energia brasileira para o futuro global'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/39157389967144480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=39157389967144480&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/39157389967144480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/39157389967144480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/energia-brasileira-para-o-futuro-global.html' title='Energia brasileira para o futuro global'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7029854386221855564</id><published>2007-02-09T14:46:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T10:36:57.653-02:00</updated><title type='text'>Decreto presidencial reconhece a importância dos remédios populares e autoriza médicos a prescrever ervas</title><content type='html'>Da Página 20&lt;br /&gt;Rio Branco, 25/01/2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chazinhos e lambedores da vovó que têm livrado gerações dos mal-estares estomacais e problemas respiratórios finalmente começam a ser respeitados e logo, logo poderão até fazer parte da lista de receitas médicas do Sistema Único de Saúde (SUS). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O decreto número 5.813 assinado pelo presidente Lula, que assim criou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápticos, é o reconhecimento oficial de que os remedinhos caseiros de fato funcionam, mas isso ainda vai gerar muita polêmica entre os que defendem a cultura popular e os que querem garantir o mercado dominado pelos grandes laboratórios, até porque saúde é dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com a realização de um levantamento dos remédios tradicionais mais usados pela medicina popular brasileira e quais seriam os males que se acreditava curarem. A partir daí, foram construídas tabelas que passaram pelo crivo da ciência para que cumprissem a exigência de três pontos fundamentais que são a qualidade da matéria-prima, a eficácia no tratamento e a segurança para o paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúde que vem da floresta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especializada na química de produtos naturais, a pesquisadora Ana Cláudia Amaral está em Rio Branco a serviço da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), que em parceria coma Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac) e a Universidade Federal do Acre (Ufac) está ajudando a organizar dois laboratórios que já estão realizando a pesquisa de fitoterápticos e fitocosméticos com plantas e ervas típicos das florestas acreanas. Ela foi uma das pesquisadoras que ajudou a elaborar o projeto do decreto das Políticas Públicas dos Fitoterápticos assinado pelo presidente e que vai entrar em vigor neste mês de fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estes laboratórios vão revolucionar as pesquisas já realizadas aqui no Estado permitindo a realização de descobertas que a gente ainda nem pode imaginar. Isso porque o Brasil, e especialmente a Amazônia, tem uma biodiversidade tão rica que nós ainda não conseguimos estudar nem 2% do que existe, por isso é que todos temos tanta preocupação com a preservação da floresta", explicou a cientista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, o laboratório que acaba de ser construído na Funtac com recursos de emenda parlamentar do senador Sibá Machado vai permitir que os pesquisadores acreanos possam realizar toda a análise de perfil das substâncias extraídas das florestas acreanas. Isso inclui as propriedades físico-químicas e substâncias moleculares dos extratos. &lt;br /&gt;Na lista de 12 plantas apresentadas como prioritárias para o receituário médico inicial a ser liberado pelo SUS, consta, dentre todas as plantas medicinais da Amazônia, apenas a andiroba, fato que vem causando revolta por parte dos defensores do uso dos remédios vegetais na medicina tradicional amazônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns críticos do decreto, a lista restrita contendo plantas que nem podem ser cultivadas nas regiões norte e nordeste acabariam favorecendo os interesses dos grandes laboratórios e empresas produtoras do sul e sudeste brasileiro, ao mesmo tempo em que não leva em consideração a diversidade de climas, ambientes e culturas deste país continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nenhum dos integrantes da equipe estava ligada a qualquer laboratório e a idéia que moveu a equipe, desde o princípio, foi a de que os medicamentos da medicina popular tradicional realmente estavam dando resultado, mas que para serem receitados precisam atender alguns requisitos básicos exigidos pela ciência. O que nos levou a elaborar três listas onde alguns atendem os três requisitos da qualidade, eficácia e segurança, outros apenas parte deles e a maioria precisa ser melhor estudada", afirma Cláudia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela esclareceu que nas demais listas existe uma série de plantas da Amazônia, dentre elas, pelo menos dez do Acre, mas que apesar do uso consagrado pela ´população no tratamento de seus males, ainda não tem seus efeitos benéficos e, possível toxidade devidamente conferido pela ciência. "A Agência Nacional de Vigilância Sanitária são muito rigorosos, mas isso é uma necessidade para garantir a própria segurança de quem for usar esses medicamentos que hoje já são usados na medicina popular". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúde também é cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre em antropologia atuando no Departamento de Ciências da Saúde da Ufac, o professor Estanislau Paulo Klein é um dos mais respeitados instrutores de medicina popular do Acre e dedica boa parte de seu tempo a orientar os trabalhos que são realizados pelas Pastorais da Saúde pertencentes à Igreja Católica e que atuam junto à população da periferia da capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se ao decreto assinado pelo presidente Lula, ele declarou: "Esse é um bom sinal porque abre campo para que o Sistema Único de Saúde permita que seus médicos possam receitar ervas tradicionalmente usadas para curar doenças. O uso dessas plantas pela população é milenar e é reconhecido em boa parte do mundo, mas a ciência ocidental traz em si a ortodoxia da inquisição impondo-se com autoritarismo. Por isso, a maioria dos médicos e outros profissionais em saúde não aceita que um índio, agricultor ou seringueiro dominem saberes que eles não têm". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um terceiro fator ainda mais forte nestes tempos de globalização, segundo Paulo Klein é justamente o interesse dos grandes laboratórios. "Saúde é dinheiro! A alopatia, com seus remédios químicos, é cara e a fitoterapia, com suas ervas, produz remédios eficientes a baixo custo, por isso, ainda que haja uma liberação oficial, é tão necessário limitar ao máximo a lista de ervas permitidas no receituário médico, dando-se preferência àquelas que mais interessam às grandes empresas em prejuízo da população", denuncia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele cita como exemplo o fato de que só a andiroba tenha sido incluída na lista primordial das políticas públicas dos fitoterápticos, enquanto que plantas como a unha de gato, tão abundantes no Acre e em toda a Amazônia é explorada às centenas de toneladas para que a grande indústria extraia seus princípios ativos para transformar em remédios que vão combater as dores musculares e reumáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A carapaúba branca cura mal de mulher e problemas de próstata, o sabugueiro az baixar a febre e desintoxica o corpo, o cumaruzinho tira catarro e melhora o sistema respiratório, o jatobá também faz isso e muito mais. São nossas plantas e ervas que a medicina popular consagrou embora a ciência ainda não reconheça seu valor". &lt;br /&gt;Lembrou que além das ervas, a medicina tradicional acreana usa produtos animais, assim, torrando e moendo o dente do porquinho do mato as índias e ribeirinhas curam a pneumonia de seus filhos. Já o óleo de suri, extraído das larvas do besouro que bota seus ovos no tronco do patauá é um medicamento consagrado contra os problemas respiratórios nas florestas da Bolívia e Peru de onde também vem o sangue de grado que dizem curar até o câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastoral da Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dona de casa Raimunda Silva de Assis é uma das colaboradoras da Pastoral da Saúde que tem seu núcleo na comunidade São João Batista no bairro Plácido de Castro onde com oito companheiras de trabalho cultivam em seus quintais mais de 40 tipos de ervas medicinais. Com elas preparam coletivamente extratos, tinturas, pomadas, lambedores e ungüentos para o uso da comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte das mudas são vendidas todas as sextas-feiras na feira do Tucumã, sábado na feira da Vila Ivonete e domingo na da Rodoviária da Cidade Nova. "A ente não vende remédios porque não temos autorização para isso, mas ensinamos outras donas de casa a prepara-los e vendemos as mudas porque além delas poderem cultivar sua farmácia no quintal, isso ainda ajuda a preservar as plantas e com ela esta cultura que recebemos dos mais antigos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicou que além das ervas cultivadas no quintal, restos de mata ainda existentes na cidade funcionam como verdadeiras farmácias naturais. "Na semana passada mesmo, entramos na mata que fica aqui atrás do nosso bairro, ela é muito rica, então uma amiga que veio do Tucumã para nos ajudar, identificou uma grande quantidade de João Brandim, que eu ainda não conhecia por aqui. Ele é um ótimo remédio para tratar problemas de próstata". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as ervas mais utilizadas pela comunidade estão a arruda para combater dores de cabeça, a pluma para resolver empachamentos e mal estar depois de refeições, a catinga de mulata resolvendo dores de ouvido. "Nas beiras de rio, durante o verão, a gente encontra bastante dipirona, macela e assa-peixe que fazem baixar a febre. Já o cumaruzinho é um santo remédio contra a gripe".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7029854386221855564?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.seiam.ac.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=947&amp;Itemid=85' title='Decreto presidencial reconhece a importância dos remédios populares e autoriza médicos a prescrever ervas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7029854386221855564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7029854386221855564&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7029854386221855564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7029854386221855564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/decreto-presidencial-reconhece.html' title='Decreto presidencial reconhece a importância dos remédios populares e autoriza médicos a prescrever ervas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4605322058000547145</id><published>2007-02-09T10:36:00.001-02:00</published><updated>2007-02-08T21:59:16.711-02:00</updated><title type='text'>National Eating Disorders Week</title><content type='html'>The Ecologist Blog  &lt;br /&gt;Pat Thomas on 08/02/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The key message for National Eating Disorders Awareness Week 2007 – “Be comfortable in your genes. Wear jeans that fit the REAL you.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEDAW, in its 20th year, is gung-ho in its mission to convince the world that eating disorders such as anorexia and bulimia are “serious illnesses, not choices” and that “while environmental factors may pull the trigger, genetics loads the gun.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a word, bollocks. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to research last year in the Archives of General Psychiatry, genetic factors account for around half of the risk of developing anorexia nervosa. Even accepting that this is true (and I’m not sure I DO) what about the other half?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Am I alone in feeling completely frustrated and fed up with groups who grasp at the genetic explanation for every human ill? Is it not ridiculous for instance to assume that the compulsion to kill yourself through starvation and compulsive vomiting is genetic. If so how would the human race survive?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While genetics is the whizzy new science in town, one that makes us believe we are close to unlocking the key to the human condition, evidence for the strength of the influence of genes on any number of diseases, including cancer, is very thin. No one can predict with any certainty how far a person’s genetics will truly influence their health. Humans and the world they inhabit are far too complex to be reduced to that kind of equation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eating disorders are part and parcel of a toxic society - one that encourages addiction and neurosis and then flails around for easy answers for all life’s ills.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Follow the epidemiological evidence and you will know this is true. A decade ago anorexia nervosa was rare outside the developed West. These days it is becoming a common clinical problem among young women in Hong Kong and other high income Asian societies, such as Japan, Singapore, Taiwan, and the Republic of Korea. As the economic liberation and liberalization of these societies has come into full swing, media advertising (the source of so much of our personal discontent) has been deregulated and eating disorders have also appeared in major cities in traditionally low income Asian countries, such as China, India, Malaysia, the Philippines, and Indonesia. Community studies in Hong Kong in 2000 found, for instance, that 3-10% of young women were exhibiting patterns of disordered eating of a magnitude that warranted concern.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Are we to assume that in the 1990s these women’s genes were normal and in the space of a decade they have mutated into something altogether more dangerous and anti-life?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Likewise for years eating disorders overwhelmingly have been the preserve of women, believed to be more vulnerable sex when it comes to media images of stick-thin models and cruel comparisons with friends. But last year UK research published in the British Journal of Health Psychology found that perceived pressure from parents, siblings, friends and the media meant that boys were becoming affected too. Have boys suddenly undergone some rapid genetic morph that makes them more vulnerable to eating disorders?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is ironic that groups like NEDAW insist on pursuing one-size-fits-all explanations. A more sensible view might be to insist we pay serious attention to the bigger picture. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let’s be aware of disorders such as muscle dysmorphic disorder (MDD) a, or ‘bigarexia’, as it has been termed - a disorder affecting mostly men who feel they are too puny and who, compulsively and to the detriment of their health, do everything they can to bulk up.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let’s be aware of the way that mercury poisoning can mimic symptoms of anorexia and start checking sufferers environments (and their mouths) for this ubiquitous environmental poison. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let’s be aware of the link between mineral deficiencies (particularly with regard to zinc) and how they can worsen the symptoms of both anorexia and bulimia. And then let’s start to ask hard questions about the kind of food we eat and the severely mineral-depleted soil we grow it in.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let’s be aware of the often toxic familial environment that children with eating disorders grow up in – environments where the external is valued over the internal and where losing weight is, amongst other things, the source of a much needed sense of achievement, and where it can be used to avoid sexual maturity and deny the reality of sexual abuse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Being aware of these things makes us feel bad (unlike the genetic explanation which makes us feel good in an ‘it’s out of my hands’ sort of way). Yet if we are ever to tackle to increasing problem of body image and disordered eating (of all types, including over-eating) we have got to stop force-feeding ourselves feel good answers.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4605322058000547145?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.theecologist.org/blog_full.asp?blog_detail_id=97' title='National Eating Disorders Week'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4605322058000547145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4605322058000547145&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4605322058000547145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4605322058000547145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/national-eating-disorders-week.html' title='National Eating Disorders Week'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6389713874466714149</id><published>2007-02-08T21:58:00.000-02:00</published><updated>2007-02-08T16:42:58.813-02:00</updated><title type='text'>Relatório pró-transgênico é contestado por associação de agricultura alternativa</title><content type='html'>O estudo da consultoria de empresas do agronegócio Céleres afirmando que o agricultor brasileiro deixou de ganhar com a produção de alimentos transgênicos no país é contestado pelo coordenador do programa de políticas públicas da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (AS-PTA), Jean Marc Von der Weid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, para se ter perda é preciso primeiramente admitir que o produto usado representa mais economia do que o convencional. "Isso não é comprovado. Do ponto de vista de produtividade e custo de produção, os melhores resultados estão nos sistemas convencionais do Mato Grosso, em seguida a soja orgânica de agricultores do Paraná e, em terceiro lugar, a soja transgênica. Além disso, a soja convencional está com prêmio de qualidade e não sofre com restrições do mercado internacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo brasileiro passou a adotar o plantio e a comercialização de soja geneticamente modificada após a publicação de uma medida provisória em 2003. Inicialmente, as sementes eram contrabandeadas da Argentina. Com a ampliação do uso da soja transgênica, a pesquisa aponta que o Brasil se tornou o terceiro maior usuário de biotecnologia agrícola em 2006. “Entre a safra de 2004/05 e a de 2006/07, verificou-se um crescimento absoluto de 6 milhões de hectares, com o total de 11,7 milhões de hectares cultivados com soja GM na última campanha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anderson Galvão, engenheiro responsável pela pesquisa da Céleres, também analisa a situação atual do milho e algodão transgênico. E alerta que se os estudos de biotecnologia, envolvendo os dois produtos, receberem o mesmo tratamento que os da soja, o produtor brasileiro deixará de ganhar na próxima década. Com relação ao milho geneticamente modificado, o brasileiro pode deixar de ganhar US$ 6,9 bilhões. Já o produtor de algodão deixar US$ 2,1 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o representante da AS-PTA, a estimativa foi feita com base em suposições que não se sustentam. “O estudo está sempre supondo que tem um grande ganho de custo e de produtividade que não se manifestaram em lugar nenhum do mundo. Comparando com outros lugares em que foram feitos estudos de forma sistemática, os indicativos são diferentes. No caso do algodão GM, por exemplo, existem estudos da Índia que apontam uma série de problemas do ponto de vista de produção, produtividade e custo". (Monique Maia/ Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6389713874466714149?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&amp;id=29354' title='Relatório pró-transgênico é contestado por associação de agricultura alternativa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6389713874466714149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6389713874466714149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6389713874466714149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6389713874466714149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/relatrio-pr-transgnico-contestado-por.html' title='Relatório pró-transgênico é contestado por associação de agricultura alternativa'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6365501808468159799</id><published>2007-02-08T16:42:00.001-02:00</published><updated>2007-02-08T16:42:03.866-02:00</updated><title type='text'>Falta de definição jurídica atrapalha biotecnologia</title><content type='html'>A produção de alimentos transgênicos no País e a pesquisa tecnológica poderiam ter avançado muito mais se não fosse a falta de definição jurídica sobre o tema, avalia um relatório da consultoria de empresas do agronegócio Céleres. O estudo, encomendado pelo Conselho de Informações Sobre Biotecnologia (CIB), foi divulgado ontem durante uma feira de agronegócios em Cascavel, oeste paranaense.&lt;br /&gt;A empresa compara dados dos três maiores produtores mundiais de transgênico: pela ordem, Estados Unidos, Argentina e Brasil. A produção, segundo a empresa, segue mais ou menos igual nos três países até 1997. A partir deste ano, a produção dos outros dois países dispara na frente do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação da Céleres, a produção brasileira cresceu menos por falta de definição legal. "Em conseqüência do vazio jurídico, a pesquisa ficou parada no Brasil. Enquanto que em outros países a pesquisa avançou, aqui ela ficou praticamente travada por dez anos", disse o autor da pesquisa e conselheiro da CIB, Anderson Galvão. Segundo ele, a fase de pesquisa dura o mesmo tempo praticamente em vários países do mundo. Mas é no período de aprovação e regulamentação que o processo fica mais lento no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No caso da soja, foram quase oito anos de discussão jurídica e institucional. Praticamente, o mesmo tempo que se gasta para fazer uma mesma tecnologia, que é de dez anos. O normal seria dois anos para fazer essa aprovação", defendeu o autor da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa de consultoria Céleres, com base no crescimento dos outros países, faz uma estimativa de quanto poderia crescer a produção de transgênicos no País. De acordo com o estudo, os produtores rurais acumularam na última década US$ 1,5 bilhão com o plantio e comercialização da soja geneticamente modificada. No entanto, os benefícios poderiam contabilizar os US$ 4,6 bilhões, se não fosse a demora na aprovação de projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6365501808468159799?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1395005-EI1434,00.html' title='Falta de definição jurídica atrapalha biotecnologia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6365501808468159799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6365501808468159799&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6365501808468159799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6365501808468159799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/falta-de-definio-jurdica-atrapalha.html' title='Falta de definição jurídica atrapalha biotecnologia'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-3076233315709469964</id><published>2007-02-08T16:41:00.000-02:00</published><updated>2007-02-08T16:41:02.370-02:00</updated><title type='text'>Biotecnologia vai ajudar natureza, diz secretário</title><content type='html'>Em vez de entrar em conflito com o meio ambiente, a Política de Desenvolvimento da Biotecnologia, sancionada hoje pelo governo, será uma grande aliada para a preservação da natureza, segundo o secretário de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Gilney Viana. &lt;br /&gt;» Brasil investirá R$ 1 bi em biotecnologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a questões ambientais foram incorporadas à política governamental para a biotecnologia. "Em muitos casos, as contribuições para o meio ambiente são mais valiosas que os possíveis impactos", explica. "Uma bactéria que consiga despoluir rios pode ser tão útil ou um tipo de plástico que se decompõe mais rápido trará muitos benefícios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viana destacou que a nova política de biotecnologia não está relacionada com os transgênicos. "Essa questão foi regulamentada com a Lei de Biossegurança", comenta. "O Comitê Nacional de Biotecnologia, na verdade, servirá para desenvolver ferramentas que podem trazer benefícios para a indústria e a sociedade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário afirma que os benefícios dessa política também serão sociais. Isso porque o governo pretende modificar a legislação de acesso ao patrimônio genético nacional para favorecer populações locais. Ele cita o caso de uma tribo indígena do Acre que usa a secreção de um tipo sapo para tratar feridas. "A nossa proposta é que o fabricante que pegar essa secreção para produzir vacina destine parte dos lucros a essa comunidade", exemplifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do secretário, a iniciativa será importante para prevenir a biopirataria retirada de materiais do país para o desenvolvimento de medicamentos. Para que isso ocorra, no entanto, Gilney afirma que o governo terá de mudar uma lei de 2001 que regula o acesso ao patrimônio genético. "O comitê também terá o poder de propor alterações no marco regulatório do setor", salienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-3076233315709469964?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1398796-EI1434,00.html' title='Biotecnologia vai ajudar natureza, diz secretário'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/3076233315709469964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=3076233315709469964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3076233315709469964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/3076233315709469964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/biotecnologia-vai-ajudar-natureza-diz.html' title='Biotecnologia vai ajudar natureza, diz secretário'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-429891259005732849</id><published>2007-02-08T16:40:00.000-02:00</published><updated>2007-02-08T16:39:52.309-02:00</updated><title type='text'>O incrível ovo medicinal</title><content type='html'>Scientific American, Fevereiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por David Biello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ovo de galinha tem uma história destacada na medicina. Mesmo hoje em dia, injeta-se o vírus da gripe em milhões deles para fabricar vacinas. Agora, cientistas do instituto Roslin, na Escócia (o mesmo que clonou a ovelha Dolly), produziram um galo geneticamente modificado cujas descendentes fêmeas põem ovos que produzem medicamentos no lugar de uma proteína na clara do ovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helen Sang, do Instituto Roslin, e seus colaboradores usaram lentivírus para introduzir dentro de embriões um gene que ativa a produção de diversas drogas em vez da proteína ovalbumina, que em geral compõe cerca de 54% da clara. Os pesquisadores procuraram entre os frangos resultantes aquele que produzia o novo gene em seu sêmen. Depois, fizeram o cruzamento dele com galinhas normais para produzir novas aves que carregassem o gene inserido e produzissem medicamentos nas claras de seus ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testes com os ovos mostraram que elas podiam produzir o miR24 (anticorpo monoclonal usado no tratamento do melanoma) ou interferon b-1a (proteína do sistema imunológico usada contra esclerose múltipla, entre outros males) dependendo de qual gene fosse inserido. As galinhas produzem de 15 a 50 microgramas de medicamento por milímetro de clara, e embora isso não seja tão eficiente quanto a expressão da ovalbumina, é eficaz o suficiente para permitir a purificação subseqüente para drogas terapêuticas. "Esperávamos que o transgene não fosse tão eficiente quanto o gene endógeno no qual ele foi baseado, pois apenas alguns dos elementos regulatórios foram usados e o transgene pode ter sido inserido no cromossomo numa posição que não favorece a expressão máxima", observa Adrian Sherman, do Roslin, que também participou da pesquisa. "Estou certo de que há potencial para aperfeiçoamento." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ovos de galinha podem ter vantagens sobre outros produtos geneticamente modificados, como leite de cabra. As galinhas são fáceis de criar, produzem numerosos ovos e são baratas de manter. E após criar cinco gerações de aves modificadas, os pesquisadores não observaram nenhum efeito adverso à saúde, de acordo com um artigo publicado online em 15 de janeiro na Proceedings of the National Academy of Sciences USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de as proteínas terapêuticas terem funcionado como esperado em ensaios in vitro, levará anos para que o processo resulte em remédios para consumo humano, dizem os pesquisadores. As galinhas de Roslin somam-se a um esforço semelhante que emprega células tronco desenvolvidas pela Origen Therapeutics. Independentemente de qual "biofábrica" for a primeira a se tornar viável comercialmente, um novo uso medicinal para o venerável ovo está agora evidente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-429891259005732849?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/noticia/noticia_207.html' title='O incrível ovo medicinal'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/429891259005732849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=429891259005732849&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/429891259005732849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/429891259005732849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/o-incrvel-ovo-medicinal.html' title='O incrível ovo medicinal'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1383100031012761549</id><published>2007-02-08T16:39:00.001-02:00</published><updated>2007-02-08T16:34:55.323-02:00</updated><title type='text'>Lula lança política de biotecnologia para atrair investidores</title><content type='html'>ANA PAULA RIBEIRO&lt;br /&gt;da Folha Online, em Brasília&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo determinou uma série de diretrizes para avaliar quais os projetos serão contemplados na chamada 'Política de Desenvolvimento da Biotecnologia', que será lançada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com limitações orçamentárias, o objetivo é atrair investimentos privados para ajudar a desenvolver essa indústria no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa política será focada em quatro áreas: saúde animal, agronegócio e saúde animal; biotecnologia industrial; e biotecnologia ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo avalia que serão destinados a essas quatro áreas R$ 10 bilhões nos próximos quatro anos, sendo que a expectativa é que a iniciativa privada entre com 40% desses recursos. A parcela pública será direcionada pelos ministérios envolvidos, fundos setoriais, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'O Brasil tem um acervo de conhecimento, mas ainda não tem uma indústria. (...) O objetivo é transformar conhecimento em bioprodutos. O Brasil tem que se projetar como um 'player' mundial', disse Antônio Sérgio Mello, secretário de Política Industrial do Ministério do Desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os projetos serão escolhidos pelo Comitê Nacional de Biotecnologia, que será formado pelos ministérios do Desenvolvimento, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Saúde, e Agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o comitê irá estudar quais benefícios cada produto precisará para ser desenvolvido, como uma carência maior na concessão de crédito público, isenção de impostos ou mesmo uma revisão dos critérios da Lei de Licitações (lei 8666).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário acredita que o Brasil tem condições de desenvolver essa área e ser um exportador desses produtos e, com a nova política, fazer uma interação entre a pesquisa acadêmica e a indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vacinas para raiva e meningite e kits de diagnósticos devem ser os primeiros produtos contemplados dentro dessa nova política. Isso porque as pesquisas na área de saúde estão mais avançadas e é mais fácil identificar o que poderá ser produzido pela indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a produção nacional em larga escala, o Brasil deixaria de importar esses produtos. Além disso, para as indústrias, há a garantia de um mercado consumidor a partir das compras governamentais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1383100031012761549?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u114365.shtml' title='Lula lança política de biotecnologia para atrair investidores'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1383100031012761549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1383100031012761549&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1383100031012761549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1383100031012761549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/lula-lana-poltica-de-biotecnologia-para.html' title='Lula lança política de biotecnologia para atrair investidores'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2403324778774258789</id><published>2007-02-08T16:34:00.001-02:00</published><updated>2007-02-06T22:45:06.609-02:00</updated><title type='text'>URUGUAY: MORATORIA PARA NUEVOS TRANSGÉNICOS</title><content type='html'>El gobierno de Uruguay estableció una moratoria de un año y medio que impide aprobar e introducir nuevas variedades de transgénicos. La medida era esperada en los últimos meses, y fue decretada por el presidente Tabaré Vázquez conjuntamente con los ministerios de agricultura, salud, economía y ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el mismo decreto se anuncia el diseño de una política nacional en biotecnología, tanto para el sector agropecuario como en el industrial, salud e investigación básica. Para ese fin se anuncia una comisión de varios ministerios, con participación del sector privado, academia y sociedad civil. Este grupo de trabajo deberá diseñar una política, y sus arreglos institucionales, en temas que van desde las relaciones entre agricultura orgánica y biotecnológica, a los impactos sobre el ambiente y la salud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un comentario más detallado sobre la nueva medida está disponible en nuestro sitio web sobre agropecuaria y desarrollo sostenible: www.agropecuaria.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-2403324778774258789?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/2403324778774258789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=2403324778774258789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2403324778774258789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/2403324778774258789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/uruguay-moratoria-para-nuevos.html' title='URUGUAY: MORATORIA PARA NUEVOS TRANSGÉNICOS'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-1783808494544765741</id><published>2007-02-06T22:44:00.000-02:00</published><updated>2007-02-06T22:45:06.870-02:00</updated><title type='text'>Britain Culls 159,000 Turkeys in Outbreak of H5N1 Bird Flu</title><content type='html'>LONDON, UK, February 5, 2007 (ENS) - Britain's first case of H5N1 avian influenza has been confirmed by government veterinarians. At least 2,500 turkeys died of the disease last week at a farm in Suffolk. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Bernard Matthews farm near Upper Holton held 159,000 turkeys housed in 22 sheds, all of which have now been culled to prevent further spread of the highly pathogenic disease. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Miliband, secretary of state for environment, food and rural affairs, Defra, told the House of Commons today, "At this stage, we do not know how this disease arrived in Suffolk. A full epidemiological report will be produced by our experts as soon as possible and made publicly available." &lt;br /&gt;Turkeys are raised in close quarters in large sheds. (Photo courtesy Farm Sanctuary) &lt;br /&gt;Tests from the Veterinary Laboratories Agency have confirmed that the sample from the turkeys found dead on the farm did contain the H5N1 avian flu virus. &lt;br /&gt;This is the viral strain that has been responsible for 271 human cases of bird flu worldwide and a total of 165 deaths. In addition, hundreds of millions of chickens, ducks and turkeys have been killed by the disease or culled to prevent its spread. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The first sign of the outbreak occured last Tuesday when 55 turkey chicks died and 16 had to be killed because they were sick. At least 185 more died the following day. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The outbreak came to the attention of the government Thursday evening when the farm manager reported to Defra that deaths were taking place in one shed, which contained 7,000 birds, beyond the normal frequency and rate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defra immediately enforced legal restrictions on the farm so that no birds, people or equipment could move off those premises, preventing any possible spread of the disease. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The State Veterinary Service is enforcing a Protection Zone of three kilometers (two miles) and a Surveillance Zone of 10 km (six miles) around the premises where movement restrictions will be imposed and poultry must be isolated from wild birds. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defra has imposed a wider Restricted Zone covering East Suffolk and South East Norfolk, an area of 2,090 square kilometers where poultry and other captive birds must be housed or, if that is not possible, isolated from contact with wild birds. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the infected premises, the humane slaughter of all the remaining birds began on Saturday under the supervision of the State Veterinary Service, once the Health Protection Agency had issued medication and protective clothing to all workers. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defra's Deputy Chief Veterinary Officer Fred Landeg confirmed that at eight o'clock this evening the culling operation was completed. He said, "I am thankful for the efforts of all involved in the culling operation and the swiftness with which this large process was carried out." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The carcasses are being transported under escort in sealed leak-proof trucks to a plant in Staffordshire where they are being rendered. The left over material from the rendering of the birds is then incinerated to ensure total destruction. There is full protection for workers at the site and for the general public in the surrounding area, Miliband said. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UK Secretary of State for Environment, Food and Rural Affairs David Miliband (Photo courtesy Defra) &lt;br /&gt;"The risk to the general public is judged by health experts to be negligible," Miliband said. "In particular, the Food Standards Agency advise that there is no risk in eating any sort of properly-cooked poultry, including turkey, and eggs." &lt;br /&gt;Bernard Matthews is a food processing company headquartered in Norwich, Norfolk, with 57 farms throughout Norfolk, Suffolk and Lincolnshire. They produce and market turkey and other poultry and fish products. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Matthews raises eight million turkeys every year in the UK, feeding them a vegetarian diet of non-GM crops from the company's feed mills, a policy that was adopted in March 2001 after pressure from consumer groups and Greenpeace. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Matthews and one of his turkeys (Photo credit unknown) &lt;br /&gt;The State Veterinary Service is carrying out what Miliband called "rapid and urgent investigations" both on the infected premises themselves and by testing poultry farms and collecting dead wild birds in the protection and surveillance zones. &lt;br /&gt;All bird gatherings - including shows, markets and fairs, and pigeon races - have been banned throughout England, Scotland and Wales until further notice. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Landeg urged keepers of birds "to be vigilant, to take care if handling birds which appear to be unwell and to observe high levels of biosecurity." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Owners who suspect disease, should quickly consult their vet. Avian influenza is a notifiable disease and must be reported to the local Divisional Veterinary Manager in the State Veterinary Service. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"There is no reason for public health concern," Landeg said. "Avian influenza is a disease of birds and whilst it can pass very rarely and with difficulty, to humans, this requires extremely close contact with infected birds, particularly feces." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Health Protection Agency has advised that, despite this incident, the current level of risk to humans from H5N1 remains extremely low. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The UK has become Europe's third country infected by H5N1 during the current winter season. Outbreaks have been reported in Hungary on January 24 and in Krasnodar, Russia on January 29. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Targeted surveillance for high pathogenic H5N1 avian influenza and other avian influenza viruses in wild birds is in place throughout the UK and is ongoing. Defra advises people who find dead wild gulls, waders, ducks, geese or swans and within a survey area to contact the Defra Helpline at: 08459 33 55 77 and choose the Avian Influenza option. To visit the bird flu section of the Defra website click here.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-1783808494544765741?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ens-newswire.com/ens/feb2007/2007-02-05-01.asp' title='Britain Culls 159,000 Turkeys in Outbreak of H5N1 Bird Flu'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/1783808494544765741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=1783808494544765741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1783808494544765741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/1783808494544765741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/britain-culls-159000-turkeys-in.html' title='Britain Culls 159,000 Turkeys in Outbreak of H5N1 Bird Flu'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-4303884790833871355</id><published>2007-02-06T21:31:00.001-02:00</published><updated>2007-02-06T21:33:18.915-02:00</updated><title type='text'>O que o meu bife andou comendo?</title><content type='html'>Europeus exigem rotulagem para produtos de animais alimentados com transgênicos. Petição com um milhão de assinaturas quer informações mais claras sobre a presença de organismos geneticamente modificados em produtos de origem animal, principalmente carne, leite e ovos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruxelas - Um dos direitos básicos da União Européia - o direito à informação - vem sendo negado sistematicamente na região por uma brecha na Constituição do bloco, que permite a entrada de milhões de toneladas de transgênicos na cadeia alimentar das pessoas. Para mudar esse cenário, 1 milhão de pessoas assinaram uma petição exigindo a rotulagem dos produtos derivados de animais alimentados com rações transgênicas - principalmente leite, carne e ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 90% dos produtos geneticamente modificados importados pela União Européia são soja e milho, destinados à alimentação animal. A dieta dos animais de fazenda na Europa é tipicamente composta por até 30% de transgênicos. Isso totaliza 20 milhões de toneladas de transgênicos entrando na cadeia alimentar européia todos os anos sem que o consumidor saiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição européia exige a rotulagem de alimentos como óleo de cozinha, catchup e mistura para bolos, desde que seus ingredientes incluam 0,9% de organismos geneticamente modificados ou mais. O mesmo acontece com pacotes de ração animal. Mas produtos alimentícios derivados de animais alimentados com transgênicos não precisam ser rotulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As assinaturas foram coletadas em 21 países-membros da União Européia entre maio de 2005 e dezembro de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo as pesquisas realizadas na União Européia, a maioria dos consumidores não quer consumir produtos derivados de animais que se alimentaram com transgênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa petição é um aviso para que a União Européia não permita mais que os transgênicos entrem na Europa pela porta dos fundos e cheguem aos nossos pratos por uma brecha da lei", afirmou Marco Contiero, do Greenpeace Europa.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Fonte: Greenpeace) – IDEC – 06/02/2007 -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-4303884790833871355?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.idec.org.br/noticia.asp?id=7774' title='O que o meu bife andou comendo?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/4303884790833871355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=4303884790833871355&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4303884790833871355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/4303884790833871355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/o-que-o-meu-bife-andou-comendo_06.html' title='O que o meu bife andou comendo?'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-8343431431996638626</id><published>2007-02-06T21:31:00.000-02:00</published><updated>2007-02-06T21:33:02.547-02:00</updated><title type='text'>O que o meu bife andou comendo?</title><content type='html'>Europeus exigem rotulagem para produtos de animais alimentados com transgênicos. Petição com um milhão de assinaturas quer informações mais claras sobre a presença de organismos geneticamente modificados em produtos de origem animal, principalmente carne, leite e ovos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruxelas - Um dos direitos básicos da União Européia - o direito à informação - vem sendo negado sistematicamente na região por uma brecha na Constituição do bloco, que permite a entrada de milhões de toneladas de transgênicos na cadeia alimentar das pessoas. Para mudar esse cenário, 1 milhão de pessoas assinaram uma petição exigindo a rotulagem dos produtos derivados de animais alimentados com rações transgênicas - principalmente leite, carne e ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 90% dos produtos geneticamente modificados importados pela União Européia são soja e milho, destinados à alimentação animal. A dieta dos animais de fazenda na Europa é tipicamente composta por até 30% de transgênicos. Isso totaliza 20 milhões de toneladas de transgênicos entrando na cadeia alimentar européia todos os anos sem que o consumidor saiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição européia exige a rotulagem de alimentos como óleo de cozinha, catchup e mistura para bolos, desde que seus ingredientes incluam 0,9% de organismos geneticamente modificados ou mais. O mesmo acontece com pacotes de ração animal. Mas produtos alimentícios derivados de animais alimentados com transgênicos não precisam ser rotulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As assinaturas foram coletadas em 21 países-membros da União Européia entre maio de 2005 e dezembro de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo as pesquisas realizadas na União Européia, a maioria dos consumidores não quer consumir produtos derivados de animais que se alimentaram com transgênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa petição é um aviso para que a União Européia não permita mais que os transgênicos entrem na Europa pela porta dos fundos e cheguem aos nossos pratos por uma brecha da lei", afirmou Marco Contiero, do Greenpeace Europa.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Fonte: Greenpeace) – IDEC – 06/02/2007 -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-8343431431996638626?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.idec.org.br/noticia.asp?id=7774' title='O que o meu bife andou comendo?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/8343431431996638626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=8343431431996638626&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8343431431996638626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/8343431431996638626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/o-que-o-meu-bife-andou-comendo.html' title='O que o meu bife andou comendo?'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-6285924262045761895</id><published>2007-02-06T21:28:00.000-02:00</published><updated>2007-02-06T21:30:12.577-02:00</updated><title type='text'>Genism, Racism, and the Prospect of Genetic Genocide</title><content type='html'>Genism, Racism, and the Prospect of Genetic Genocide&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George J. Annas, JD, MPH,&lt;br /&gt;Professor and Chair, Department of Health Law, Bioethics &amp; Human Rights, Boston University School of Public Health  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I greatly appreciate the opportunity to speak to you on the topic of "Genism, Racism, and the Prospect of Genetic Genocide" in conjunction with the World Conference against Racism. I think there is little doubt that the 21st century will be the century of human genetics. New genetic technologies have the potential not only to change what we can do to ourselves and each other, but more importantly, to change the very way we see ourselves and each other. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our superficial perceptions of each other have often fostered racism in the past. Simply defined, racism is "the theory that distinctive human characteristics and abilities are determined by race." The hunt for genes, especially in groups identified by racial classifications, could lead to "genism" (a term not yet officially recognized, but one I would define as the theory that distinctive human characteristics and abililites are determined by genes) based on DNA sequence characteristics with resulting discrimination as pernicious as racism.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A second consequence of the new genetics will be a temptation to use our new powers to transform ourselves by attempting to create a "better baby" or even whole new categories of posthumans, eventualities warned of in Huxley�s Brave New World. Huxley�s world relied on conditioning to enable the enslavement of categorically "inferior" humans by their genetic "superiors." A more likely outcome is genetic genocide: the elimination of the new human by the old, or vice-versa. Let me briefly explain each of these dangers and suggest ways we might avoid them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genetic Universality or Genism?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The great hope of genomics is that it will scientifically demonstrate that humans are all essentially the same, and that this demonstration will lead us to exchange our penchant for making distinctions among humans for a view that all humans are essentially the same. And genomics has already accomplished the science part.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After the draft of the human genome was announced last summer, for example, Chris Stinger of London�s Natural History Museum observed, "We are all Africans under the skin." The same point was made by other geneticists in different words, one noting that "race is only skin deep" and another, that "there is nothing scientific about race: no genes of any sort pattern along racial lines." Craig Venter, the leader of the private genome mapping effort, concluded:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Race is a social concept, not a scientific one. We all evolved in the last 100,000 years from the same small number of tribes that migrated out of Africa and colonized the world. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is all to the good, and geneticists deserve praise for getting this antiracism message out to the public. Unfortunately, the message of genetics, while undercutting racism can simultaneously invigorate its evil brother, genism. This is how it works. Eric Lander, the genomics leader from the Massachusetts Institute of Technology has noted that although we are all 99.9% genetically identical, that .1% of difference is made up of 3 million spelling variations in our genomes. Each of these genetic variations could be used as a pseudoscientific basis for discrimination based on genetic endowment. Genome leaders have recognized this, and have called for legislation to prohibit genetic discrimination in employment, health insurance, life insurance, and disability insurance. These are not the only arenas of discrimination that should concern us. Most important are the ways in which knowledge of our genomes will affect how we view our own life�s possibilities, and even how our friends and families view us. The geneticists have said that understanding the genomic code will enable us to understand life at the molecular level. But we do not live life on the molecular (or atomic or subatomic) level, but as full-bodied human beings. It is this reductionistic view of humans as a collection of genes that is at the core of genism.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;An example is provided by the now defunct "Human Genome Diversity Project" which sought to collect DNA samples form some 700 of the world�s isolated ethnic groups, sometimes referred to as the world�s "vanishing tribes." In the project�s view, it was more important that science seize the opportunity to collect DNA from these peoples than that any action be taken to actually help the peoples themselves. The indigenous peoples around the world properly and forcefully rejected this project, and insisted that their human rights be placed above this dubious and reductionistic project.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is true that "we are all Africans under the skin." It is also true, however, that if we decide to search for genetic differences in the .1% of our DNA that is different, we will find them and use them against each other. Philosopher Eric Juengst put it well:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No matter how great the potential of population genomics to show our interconnections, if it begins by describing our differences it will inevitably produce scientific wedges to hammer into the social cracks that already divide us. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preventing genism from taking over where racism left off by substituting molecular differences for skin color differences will not be easy. Two actions, however, seem necessary. First, genetic privacy must be protected. No ones genes should be analyzed without express authorization, and, of course, no "genetic identity cards" should be permitted. Second, pseudoscientific projects that purport to identify genetic differences between "races" should be rejected.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Prospect of Genetic Genocide&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Screening genomes to detect differences creates more opportunities for discrimination. Using the new genetics to try to make a "better human" by genetic engineering goes beyond discrimination to elimination by raising the prospect of genetic genocide. Is this inflammatory language justified?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The project of genetic engineering will begin with the genetic replication of humans by somatic cell nuclear transfer, known simply as cloning. Cloning to create a child who is a genetic replica of an existing human makes a mockery of human dignity both by undermining the individuality and liberty of the clone child, and by turning the child into a product of our own will and technique. The immediate danger, of course, is that as products, the human rights of the clone children will be suspect, and as copies of originals they will inevitably be treated (and treat themselves) as second class citizens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cloning, however, is only the beginning of the genetic engineering project. The next steps involve attempts to "cure" or "prevent" genetic diseases, and then to "improve" or "enhance" genetic characteristics to create the superhuman or posthuman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is this project that creates the prospect of genetic genocide as its most likely conclusion. This is because, given the history of humankind, it is extremely unlikely that we will see the posthumans as equal in rights and dignity to us, or that they will see us as equals. Instead, it is most likely either that we will see them as a threat to us, and thus seek to imprison or simply kill them before they kill us. Alternatively, the posthuman will come to see us (the garden variety human) as an inferior subspecies without human rights to be enslaved or slaughtered preemptively.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is this potential for genocide based on genetic difference, that I have termed "genetic genocide," that makes species-altering genetic engineering a potential weapon of mass destruction, and makes the unaccountable genetic engineer a potential bioterrorist. This may seem overblown, but as a recent analysis of the failure of the United States to take action to prevent the genocide in Rwanda concludes, failure to act need not be based on failure to understand the facts: "Any failure to fully appreciate the genocide stemmed from political, moral, and imaginative weaknesses, not information ones." The hopeful aspect of the new genetics is that it can lead us to see our species in new and deeper ways, and help us to form what Vaclav Havel has termed our "species consciousness." A species-level consciousness will help us to imagine the likely consequences of our genetic science and to take effective steps to try to prevent predictable disasters.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What should be done?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bioethics has been called on to save us from the potential harms of the new genetics, but with its focus on individual decisions made in the context of the doctor-patient relationship, it cannot help us confront species-wide issues. Although bioethics can help, a much more potentially effective framework is the language and practice of international human rights. My own view is that the threat by cults and others operating on the margins of human society to clone a human being creates an opportunity for the world to act preventively in ways that have been either extremely difficult or impossible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Specifically, I believe it is now reasonable and responsible to suggest that UNESCO�s Universal Declaration on the Human Genome and Human Rights, and the overwhelming repulsion of peoples and governments around the world to the plan to clone humans, can be followed by a formal treaty on The Preservation of the Human Species. This treaty should ban both species-altering techniques and species-endangering experiments. Specifically, techniques that propose to alter a fundamental beneficial characteristic of being human should be banned. (The alteration could be accomplished either by making the characteristic optional, such as by making sexual reproduction optional by adding cloning�asexual replication�to the ways humans could have children, or by altering the genetic code of an embryo in a way that the resulting child would be seen as a member of a human subspecies or of a new species. Species-endangering experiments are those that would put the entire species at risk, such as current proposals to use pig organs for xenografts that risk the creation of a new lethal human virus that could be similar to HIV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This treaty should also contain a democratic and accountable enforcement mechanism through a monitoring and review body. No experiments in the species-altering or species-endangering categories would be legal without this body�s prior review and approval. By shifting the burden of proof to scientists and corporations to demonstrate that their interventions would more likely be beneficial than harmful to the species, the treaty would adopt the environmental movement�s precautionary principle to species-altering and species-endangering interventions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We have a tendency to simply let science take us wherever it will. But science has become so powerful, both in terms of making our lives better and raising the risk of species suicide, that we can no longer abdicate our mutual responsibility to each other as members of the human species.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In her disturbing and evocative novel of postapartheid South Africa, The House Gun, Nadine Gordimer writes of Harold and Claudia Lindgard (the parents of a young man who has killed his friend):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Lindgards were not racist, if racist means having revulsion against skin of a different color, believing or wanting to believe that anyone who is not your own color or religion or nationality is intellectually and morally inferior. Claudia [a physician] surely had her proof that flesh, blood and suffering are the same, under the skin. Harold surely had his proof in his faith that all humans are God�s creatures in Christ�s image, none above the other. Yet neither had joined movements, protested, marched in open display, spoken out in defense of these convictions. They thought of themselves as simply not that kind of person; as if it were a matter of immutable determination, such as one�s blood group, and not failed courage.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It took direct action to overcome apartheid. Although the Lindgards seemed to believe in behavioral genetic determinism, there is no gene (or blood characteristic) that codes for or excuses inaction in the face of actual or threatening human rights abuses. Inaction is the face of genism is not an option. We must work together to promote genetic privacy, prevent the cloning and genetic engineering of humans, and promote and protect universal human rights based on dignity and equality.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Without action on the species level genism will eclipse racism as the most destructive disease on the planet. We are all Africans. We are all humans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prepared for presentation at UNESCO 21st Century Talks: The New Aspects of Racism in the Age of Globalization and the Gene Revolution at the World Conference against Racism, Racial Discrimination, Xenophobia and Related Intolerance, Durban, South Africa, September 3, 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright 2001 by George J. Annas&lt;br /&gt;Copyright � 2001 by The Health Law Department of the Boston University. All rights reserved&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-6285924262045761895?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.thehumanfuture.org/commentaries/annas_genism.html' title='Genism, Racism, and the Prospect of Genetic Genocide'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/6285924262045761895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=6285924262045761895&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6285924262045761895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/6285924262045761895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/genism-racism-and-prospect-of-genetic.html' title='Genism, Racism, and the Prospect of Genetic Genocide'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-7412779943815263466</id><published>2007-02-05T11:17:00.001-02:00</published><updated>2008-12-08T20:25:31.279-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RccucwJrBCI/AAAAAAAAAAs/ceqTQ5Vhhac/s1600-h/karm04022007.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RccucwJrBCI/AAAAAAAAAAs/ceqTQ5Vhhac/s400/karm04022007.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028038580479132706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24199573-7412779943815263466?l=3bios.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://3bios.blogspot.com/feeds/7412779943815263466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24199573&amp;postID=7412779943815263466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7412779943815263466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24199573/posts/default/7412779943815263466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://3bios.blogspot.com/2007/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RccucwJrBCI/AAAAAAAAAAs/ceqTQ5Vhhac/s72-c/karm04022007.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24199573.post-2678002835250565255</id><published>2007-02-05T11:09:00.000-02:00</published><updated>2007-02-05T11:12:04.677-02:00</updated><title type='text'>A COMPLEXA ORDEM DA VIDA</title><content type='html'>A diversidade de formas de vida que o nosso planeta apresenta é algo impressionante. Formas de vida simples, como bactérias, são muito mais complexas do que qualquer outro dispositivo que o homem já criou. A quantidade de informações que existe no código genético das espécies mais primitivas é muito superior a de qualquer dispositivo que possamos imaginar. Equipamentos, máquinas, computadores, são frutos da inteligência humana. Os seres vivos, segundo as evidências científicas que temos até o momento, são resultados de inúmeras experiências feitas pela própria natureza ao longo de bilhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como puderam surgir estruturas organizadas e complexas como os seres vivos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se consiga organizar algo é necessário que se disponha de energia para tal. Não se produz nenhum equipamento ou estrutura mais complexa sem que se gaste energia. Entretanto, não se trata de qualquer tipo de energia. É necessário que ela tenha certa qualidade ou capacidade para realizar um trabalho útil. Quando qualquer processo químico ou físico acontece, a qualidade ou capacidade de realizar trabalho dessa energia é irremediavelmente perdida. Quanto mais complexo é o processo, mais energia ele demanda e mais qualidade ela deve ter. Toda transformação de energia tem um preço a pagar. Invariavelmente parte da energia é transformada em energia com baixa qualidade, como o calor, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seres vivos são o que chamamos de sistemas termodinâmicos abertos, ou seja, recebem energia do meio externo. Um organismo permanece vivo no seu estado altamente organizado ao importar energia de alta qualidade de fora de si mesmo. Por exemplo, as plantas se desenvolvem a partir da energia que elas captam da luz solar, realizando o processo de fotossíntese para transformar o gás carbônico em carboidratos. O subproduto desse processo é o oxigênio. Os animais, por sua vez, utilizam as plantas como fonte de energia, extraindo-a das ligações químicas, durante o processo de digestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer organismo quando privado das suas fontes de energia morre e rapidamente se degrada. Isso acontece porque na natureza há uma tendência de todos os sistemas, com o passar do tempo, se desorganizar. No nosso cotidiano percebemos que há uma tendência de tudo se deteriorar e se desarrumar espontaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência da ordem/desordem está relacionada com uma característica fundamental da natureza que denominamos entropia. A entropia está relacionada com a quantidade de informação necessária para caracterizar um sistema. Dessa forma, quanto maior a entropia, mais informações são necessárias para descrevermos o sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manutenção da vida é um embate constante contra a entropia. A luta contra a desorganização é travada a cada momento por nós. Desde o momento da nossa concepção, a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide, o nosso organismo vai se desenvolvendo, ficando mais complexo. Partimos de uma única célula e chegamos à fase adulta tendo trilhões delas especializadas para determinadas funções. A vida é, de fato, um evento muito especial e, até o momento, sabemos que ela ocorreu em apenas um único lugar do Universo: o nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, com o passar do tempo o nosso organismo não consegue mais vencer essa batalha. Começamos a sentir os efeitos do tempo e envelhecer. O nosso corpo já não consegue manter a pele com a mesma elasticidade, os cabelos caem e os nossos órgãos não funcionam mais adequadamente. Em um determinado momento, ocorre uma falha fatal e morremos. Como a manutenção da vida é uma luta pel
